Questões de Concurso Público UESPI 2025 para Residência Multiprofissional em Saúde da Família
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O documento Para Entender a Gestão do SUS destaca que o Ministério da Saúde organiza o sistema por meio da implantação de redes assistenciais, estabelecendo critérios de classificação e hierarquização dos serviços em níveis crescentes de complexidade, com incentivos financeiros vinculados à habilitação e ao desempenho.
A conformação das redes, entretanto, deve respeitar o Plano Diretor de Regionalização (PDR) e ser continuamente avaliada pelos gestores estaduais e municipais, garantindo integração e integralidade do cuidado.
Com base no texto e nos princípios do SUS, julgue as afirmações a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F) e marque a alternativa CORRETA.
BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Para entender a gestão do SUS. Brasília: CONASS, 2003. Disponível
em:http://www.conass.org.br/arquivos/file/paraentenderagestaodosus.pdf.
I. A regionalização e a hierarquização das redes assistenciais constituem instrumentos complementares, sendo a primeira voltada à definição dos territórios sanitários e a segunda à organização dos serviços em níveis de complexidade crescentes, de forma integrada e interdependente.
II. A conformação das redes assistenciais deve ser padronizada nacionalmente, com base em um modelo nacional habilitatório, para garantir uniformidade entre os estados e reduzir a autonomia dos gestores locais.
III. O financiamento das redes de atenção ocorre de maneira articulada entre os entes federativos, envolvendo recursos do limite financeiro estadual e de fundos estratégicos como o FAEC, conforme o nível de complexidade dos serviços habilitados.
IV. O Plano Diretor de Regionalização é instrumento de planejamento do gestor federal, responsável por definir a hierarquia das redes estaduais e aprovar os fluxos de referência e contrarreferência.
As Redes de Atenção à Saúde (RAS) são arranjos organizativos compostos por ações e serviços articulados em diferentes níveis de atenção, com o propósito de garantir a integralidade do cuidado. A Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010, enfatiza que a coordenação das redes se dá pela Atenção Primária à Saúde (APS), que atua como porta de entrada preferencial e como eixo estruturante da comunicação entre os demais pontos de atenção. O funcionamento das redes depende da regionalização solidária, da regulação do acesso, do financiamento tripartite e do uso racional da tecnologia, assegurando continuidade e qualidade na assistência.
Com base no texto e nas diretrizes do SUS, julgue as afirmações a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F) e marque a alternativa CORRETA.
I. A Atenção Primária à Saúde é responsável pela coordenação do cuidado e pela integração dos diferentes pontos da rede, devendo garantir a continuidade da atenção e a comunicação entre os níveis assistenciais.
II. A regionalização das redes é um processo técnico e administrativo que busca agrupar municípios com perfis semelhantes de oferta e demanda em territórios sanitários, orientando o planejamento integrado das ações e serviços.
III. O financiamento das RAS ocorre por meio de repasses federais automáticos, vinculados ao maior nível de complexidade, o que assegura homogeneidade na execução das políticas públicas de saúde.
IV. A efetividade das redes depende da articulação entre gestores, trabalhadores e usuários, configurando um modelo de governança compartilhada que busca superar a fragmentação entre ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde.
O modelo das Redes de Atenção à Saúde (RAS) busca garantir a integralidade do cuidado e a racionalidade do sistema por meio da integração horizontal entre pontos de atenção e da coordenação vertical das ações. A Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010, destaca que essa integração requer governança compartilhada entre os entes federativos, planejamento regionalizado, uso de protocolos clínicos comuns e mecanismos de regulação solidária do acesso. A efetividade das redes depende da capacidade dos gestores de estabelecer pactos de corresponsabilidade, da qualificação da Atenção Primária à Saúde (APS) como ordenadora do cuidado e da existência de instrumentos de monitoramento e avaliação contínua.
Com base no texto e nas diretrizes organizativas das RAS, julgue as afirmações a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F) e marque a alternativa CORRETA.
I. A governança das RAS deve ser exercida de forma colegiada, envolvendo os três níveis de gestão do SUS, com pactuação nas Comissões Intergestores e compartilhamento de responsabilidades entre União, Estados e Municípios.
II. O princípio da integralidade nas redes depende exclusivamente da ampliação da oferta de serviços especializados, sendo secundário o papel da Atenção Primária na coordenação do cuidado.
III. A regulação solidária do acesso, ao ser implementada regionalmente, busca compatibilizar a demanda populacional com a capacidade instalada dos serviços, reduzindo desigualdades territoriais e evitando a sobreposição de ofertas.
IV. A avaliação e o monitoramento das RAS devem restringir-se a indicadores quantitativos de produtividade assistencial, uma vez que o desempenho técnico das unidades é o principal critério para mensurar a efetividade da rede.
A Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010, dispõe sobre as diretrizes para a organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS) no SUS, estabelecendo princípios, fundamentos e mecanismos de coordenação do cuidado e gestão interfederativa.
Com base nessa Portaria e em seus fundamentos operacionais, assinale a alternativa CORRETA.
O Planejamento Estratégico Situacional (PES), proposto por Carlos Matus, é uma metodologia que considera os problemas de saúde em sua dimensão política, social e operacional, sendo estruturado em quatro momentos: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional. A Portaria nº 4.279/2010, por sua vez, define as diretrizes para organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS), que buscam garantir a integralidade e a continuidade do cuidado, articulando os diferentes pontos da rede sob a coordenação da Atenção Primária.
Com base nos documentos citados, assinale a alternativa CORRETA.
Carlos Matus, ao conceber o Planejamento Estratégico Situacional (PES), formulou uma metodologia político-gerencial voltada à resolução de problemas complexos (“mal estruturados”), ao integrar aspectos técnicos, políticos e sociais. No contexto da Atenção Primária em Saúde (APS), sua aplicação possibilita processos de cogestão, maior integração entre equipes e comunidade e fortalecimento da resolutividade das ações. Com base nas ideias centrais do texto O Planejamento Estratégico Situacional como ferramenta de gestão na Atenção Primária em Saúde.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA quanto à sequência de VERDADEIRAS (V) e FALSAS (F).
I. O momento explicativo do PES é aquele em que se caracterizam os problemas de saúde exclusivamente a partir de indicadores epidemiológicos e registros administrativos, devendo-se evitar a interferência das percepções subjetivas dos atores envolvidos.
II. O momento normativo compreende a definição de metas e prazos, considerando as possibilidades de ação e os recursos disponíveis, mediante a análise das variáveis de teto, centro e piso.
III. O momento estratégico analisa as condições políticas, econômicas e organizacionais que influenciam a execução das intervenções, sendo fundamental para a articulação entre equipes e gestores na definição de prioridades viáveis.
IV. O momento tático-operacional é a etapa de programação e implementação das ações planejadas, com a definição dos responsáveis, cronogramas e mecanismos de monitoramento, garantindo a efetividade e a sustentabilidade das estratégias formuladas.
O Planejamento Estratégico Situacional (PES) é um instrumento de gestão amplamente utilizado na Atenção Primária em Saúde (APS) por favorecer a construção coletiva do cuidado e o fortalecimento da governança local.
A partir da leitura do texto O Planejamento Estratégico Situacional como ferramenta de gestão na Atenção Primária em Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no texto “A evolução da Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador no Sistema Único de Saúde (2011–2021)”, analise as afirmativas a seguir:
I. A institucionalização do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (DSAST) pelo Decreto nº 6.860/2009 marcou a integração de duas áreas antes paralelas — saúde ambiental e saúde do trabalhador — sob uma lógica transversal, orientada pela análise de risco, pela gestão territorial e pela intersetorialidade.
II. O Termo de Cooperação nº 69 (TC 69), firmado entre o Ministério da Saúde e a OPAS/OMS em 2011, teve foco restrito na capacitação técnica de profissionais de nível superior, não abrangendo a formulação de políticas nem o fortalecimento institucional da vigilância no âmbito do SUS.
III. A Vigilância em Saúde Ambiental, conforme a Política Nacional de Vigilância em Saúde, envolve ações contínuas de detecção e controle de fatores determinantes e condicionantes do ambiente que interferem na saúde humana, com base em metodologias de avaliação de risco, impacto e comunicação de risco.
IV. A consolidação do DSASTE, em 2019, com a incorporação da área de Emergências em Saúde Pública, ampliou a vigilância ambiental para além do campo da prevenção, incluindo a capacidade de resposta e coordenação frente a eventos críticos e desastres ambientais.
Assinale a alternativa que indica a combinação CORRETA de VERDADEIRAS (V) e FALSAS (F).
O texto A evolução da Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador no SUS (2011–2021) destaca que o período foi marcado pela consolidação institucional do Departamento de Saúde Ambiental, do Trabalhador e Vigilância das Emergências em Saúde Pública (DSASTE) e pela incorporação de uma abordagem sistêmica e intersetorial de gestão de risco, promoção da saúde e sustentabilidade.
Com base nas informações e análises contidas no documento, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
I. A criação e o fortalecimento do DSASTE expressam o amadurecimento da Vigilância em Saúde Ambiental e do Trabalhador como campo de gestão pública estratégica, orientado por evidências científicas, pela cooperação internacional e pela capacidade de resposta a emergências ambientais e sanitárias.
II. O processo de integração entre a saúde ambiental e a saúde do trabalhador no SUS buscou superar a fragmentação institucional, articulando políticas de saúde, meio ambiente e trabalho sob uma lógica territorial e de governança compartilhada, em consonância com a Agenda 2030.
III. A atuação do DSASTE manteve-se restrita à vigilância e ao controle de fatores de risco biológicos e químicos, não abrangendo as dimensões psicossociais e econômicas associadas às condições de trabalho e à degradação ambiental.
IV. A trajetória do DSASTE entre 2011 e 2021 demonstra o avanço da Vigilância para além da função técnica de monitoramento, incorporando o papel político de coordenação intersetorial e de formulação de estratégias de resiliência frente aos efeitos das mudanças climáticas e desastres tecnológicos.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
O texto Avanços e desafios da Política Nacional de Redução dos Acidentes e Violências (PNRMAV): o ponto de vista dos implementadores destaca que a consolidação dessa política envolve desafios estruturais, institucionais e culturais, exigindo coordenação interorganizacional, financiamento contínuo e atuação em rede. Com base nas informações do documento, analise as afirmativas a seguir.
I. A efetivação da PNRMAV depende de arranjos interorganizacionais capazes de articular setores e níveis de gestão distintos, sendo a coordenação nacional responsável apenas pela regulamentação técnica e não pelo apoio formativo e financeiro aos núcleos locais.
II. A Atenção Primária em Saúde se consolidou como o nível de atenção mais aderente às diretrizes da PNRMAV, destacando-se pela capacidade de territorialização, vigilância das violências e atuação articulada com a comunidade.
III. Entre as principais estratégias de implementação da PNRMAV, destacam-se a criação dos Núcleos de Prevenção de Acidentes e Violências, o fortalecimento dos sistemas de informação, a formalização de compromissos institucionais e a assessoria técnica permanente.
IV. A análise nacional demonstra que a institucionalização da PNRMAV está consolidada em todas as regiões do país, especialmente nos serviços hospitalares e de reabilitação, que alcançaram o maior grau de integração intersetorial.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA de VERDADEIRAS (V) e FALSAS (F).
A Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências (PNRMAV) foi criada pela Portaria GM/MS nº 737/2001, com o objetivo de articular ações de promoção, prevenção e atenção às vítimas de causas externas. O texto "Avanços e desafios da PNRMAV" analisa seu processo de implementação e evidencia tensões entre a normatividade formal e a prática intersetorial. Com base nas informações do documento, julgue as afirmativas a seguir:
I. A PNRMAV consolidou-se como política transversal, ao integrar a vigilância em saúde e a assistência, fortalecendo o trabalho em rede e a descentralização para os municípios, sobretudo por meio da criação dos Núcleos de Prevenção de Acidentes e Violências.
II. A descentralização da PNRMAV para os municípios implicou perda de capacidade técnica e de coordenação do Ministério da Saúde, resultando em retração das ações intersetoriais e dificuldade de articulação com as políticas estaduais.
III. A efetividade da PNRMAV está diretamente relacionada à capacidade de gestão e à liderança dos coordenadores locais, bem como à incorporação da perspectiva territorial e comunitária nas ações de vigilância e prevenção.
IV. A implementação plena da PNRMAV foi alcançada em todas as regiões brasileiras, com a incorporação sistemática de suas diretrizes aos serviços hospitalares, de reabilitação e às redes intersetoriais de atenção.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA de VERDADEIRAS (V) e FALSAS (F).
Com base no texto “Sobre a saúde, os determinantes da saúde e a determinação social da saúde”, de Albuquerque & Silva (2014), julgue as afirmações e assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de VERDADEIRAS (V) e FALSAS (F).
I. A saúde é entendida como a possibilidade de cada sujeito realizar, historicamente, as potencialidades do gênero humano; por isso, sua compreensão exige a análise do modo de produção e das relações sociais vigentes.
II. Os modelos de “determinantes sociais da saúde” que listam fatores comportamentais e condições de vida são suficientes, por si só, para explicar as desigualdades entre grupos sociais, desde que controlem tabagismo, dieta e sedentarismo.
III. A crítica central dos autores é que a mera soma de “fatores” fragmenta a realidade e pode levar à culpabilização dos indivíduos, ocultando nexos causais que operam na totalidade social (forças produtivas e relações de produção).
IV. No capitalismo, o avanço das forças produtivas necessariamente melhora as condições de saúde da classe trabalhadora, pois reduz desgaste e amplia acesso a bens, independentemente da forma como se organiza a produção e a distribuição.
“Desde o momento em que nasce, a criança forma o seu comportamento sob a influência das coisas que se formaram na história: senta-se à mesa, come com colher, bebe em xícara e mais tarde corta o pão com a faca. Ele assimila aquelas habilidades que foram criadas pela história social ao longo de milênios. Por meio da fala transmitem-lhe os conhecimentos mais elementares e posteriormente, por meio da linguagem, ele assimila na escola as mais importantes aquisições da humanidade. A grande maioria de conhecimentos, habilidades e procedimentos do comportamento de que dispõe o homem não são o resultado de sua experiência própria, mas adquiridos pela assimilação da experiência histórico-social de gerações”.
A análise fundamental proposta sobre a saúde humana é a de que
Existem críticas à abordagem dos Determinantes Sociais da Saúde (DSS) da OMS/CDSS, articuladas pela Medicina Social e Saúde Coletiva Latino-Americana (MS-SC), que propõe a categoria da Determinação Social dos processos saúde-doença (DSaS).
Avalie os itens a seguir:
I. A abordagem dos DSS (CDSS) propõe a crítica de que as assimetrias de poder são geradas e reproduzidas pelo contexto socioeconômico e político, configurando padrões diferenciados de vulnerabilidade e exposição aos determinantes intermediários de saúde.
II. A crítica da MS-SC aponta que o modelo da CDSS é insuficiente, pois concebe a possibilidade de reverter as iniquidades no atual modelo de sociedade e não propõe uma análise compreensiva das relações de exploração e dominação que sustentam as hierarquias sociais.
III. Enquanto a abordagem dos DSS se concentra na ausência de morbimortalidade e na sobrevivência física (longevidade), a DSaS compreende a saúde como um processo de natureza social com expressão no nexo biopsíquico humano e subsumido nos processos de produção e reprodução social.
IV. O enfoque DSS é creditado, pela Saúde Coletiva, por utilizar categorias analíticas como classe social, etnia e gênero de forma histórica e contextualizada, explicitando o papel destas categorias na matriz de dominação do sistema capitalista.
Assinale a alternativa que contenha APENAS as afirmações corretas.
A dimensão técnico-assistencial da Estratégia Saúde da Família (ESF) refere-se ao modelo de cuidado e às práticas clínicas e de saúde pública adotadas, ratificando o papel significativo da ESF ao reorientar o modelo assistencial.
Nesse contexto, a principal contribuição da ESF na dimensão técnico-assistencial é que
A reificação da doença e a invisibilidade do sofrimento podem ser encontradas na Estratégia Saúde da Família (ESF), operacionalizada por meio de categorias objetivadas. Propõe-se, então, que essa perspectiva seja reconfigurada na confluência com uma "Antropologia da Vida".
Julgue os itens a seguir:
I. A reificação do sofrimento é benéfica para o cuidado na ESF, pois a biologização dos corpos e o foco exclusivo na "cura" e na "técnica" garantem a eficiência da assistência primária.
II. A Antropologia da Vida busca descentralizar conceitos como saúde, cuidado e sofrimento, de forma a multiplicar as trilhas por onde passam os agenciamentos de humanos e não humanos no cotidiano do serviço.
III. O objetivo de analisar a ESF como uma "política da vida" implica a restrição do olhar ao nível macro das políticas públicas (federal e estadual), sendo desnecessário o descenso ao cotidiano para entender o cuidado.
IV. O objetivo de analisar a ESF como uma "política da vida" implica em um descenso ao cotidiano para entender etnograficamente os emaranhados de agenciamentos do cuidado que se configuram no Sistema Único de Saúde (SUS) e além dele.
Assinale a alternativa que contenha APENAS as afirmações corretas.
A análise da Estratégia Saúde da Família (ESF) como "política da vida" permite que as etnografias abordem a complexidade do sistema de saúde, conectando serviços, normas, protocolos e equipamentos à complexidade da vida.
Nesse contexto teórico, qual perspectiva melhor compreende a complexidade da vida e do cuidado na ESF?
A Educação Permanente em Saúde (EPS) foi proposta no Brasil com o intuito de superar as limitações do modelo de Educação Continuada (EC). A principal diferença reside no papel do cotidiano do trabalho e na abordagem pedagógica adotada.
Qual alternativa descreve a distinção central entre a Educação Permanente em Saúde (EPS) e a Educação Continuada (EC)?