Questões de Concurso Público Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP 2026 para Nutricionista
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Leia o texto para responder à questão.
A perca. (Martha Medeiros).
Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir?
Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Leia o texto para responder à questão.
A perca. (Martha Medeiros).
Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir?
Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Leia o texto para responder à questão.
A perca. (Martha Medeiros).
Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir?
Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Abordando tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 1ª ou 2ª pessoa. Exemplo: - Quero estudar, disse a menina.
( ) Discurso direto: tempos verbais (ordenados em relação ao momento da fala), presente do indicativo, (A nota é a mesma, afirmou o professor); pretérito perfeito, (Tudo continuou na mesma, retrucou a mulher); futuro do presente, (A tarefa estará terminada, sentenciou o patrão); modo imperativo, (Não saia daqui, afirmou a mãe).
( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 3ª pessoa. Exemplo: A criança disse que queria brincar.
( ) Discurso indireto: tempos verbais (em correlação com o tempo em que se situa o narrador), pretérito imperfeito, (O professor confirmou que a nota era a mesma); pretérito mais-que perfeito, (O médico disse que tudo permanecera como antes); futuro do pretérito, (A namorada sentenciou que tudo estaria terminado em pouco tempo); modo subjuntivo, (A secretária determinou que não entrasse na sala).
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo.
B- Antítese.
C- Hipérbole.
D- Metáfora.
E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Esperei por esta notícia a vida inteira.
2- Ela riu primeiro, depois chorou.
3- Tal notícia foi um banho de água fria.
4- A água não para de chorar.
5- Sua namorada tem excesso de peso.
Em Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Virgília.
B- Quincas Borba.
C- Marcela.
D- Lobo Neves.
Coluna II.
1- Era boa moça, lépida sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes.
2- A beleza de...tinha agora um tom grandioso, que não possuía antes de casar. Era dessas figuras talhadas em pentélico, de um lavor nobre, rasgado e puro, tranquilamente bela, como as estátuas, mas não apática nem fria. Ao contrário, tinha o aspecto das naturezas cálidas e podia-se dizer que, na realidade, resumia todo o amor.
3- Referiu-lhe que o decreto trazia a data de 13 e que esse número significava para ele uma recordação fúnebre. O pai morreu num dia 13, treze dias depois de um jantar em que havia treze pessoas. A casa em que morrera a mãe tinha o n.º13.
4- Voltou quatro meses depois, (...) Vinha demente. Contou-me que, para o fim de aperfeiçoar o Humanismo, queimara o manuscrito todo e ia recomeçá-lo.
Julgue um número natural X que atenda, ao mesmo tempo, aos seguintes critérios:
I- Está compreendido entre 100 e 250 inclusive, (100≤X≤250).
II- A soma de seus algarismos é igual a 9.
III- É um múltiplo de 7.
Com base nessas informações, é correto afirmar que a quantidade de números que satisfazem todas essas condições é:
Utilize as informações para responder à próxima questão.
Sejam as proposições:
p: A Lua é o único satélite natural da Terra.
q: A Lua não tem luz própria.
Considere a proposição composta r: “Não é verdade que a Lua é o único satélite natural da Terra ou que ela possui luz própria.”
Utilize as informações para responder à próxima questão.
Sejam as proposições:
p: A Lua é o único satélite natural da Terra.
q: A Lua não tem luz própria.
Considere a proposição composta r: “Não é verdade que a Lua é o único satélite natural da Terra ou que ela possui luz própria.”
Considere as proposições p e q como sendo verdadeiras.
p: A Lua é o único satélite natural da Terra.
q: A Lua não tem luz própria.
Avalie o valor lógico, (Verdadeiro ou Falso), de cada uma das sentenças compostas.
I- A Lua é o único satélite natural da Terra ou a Lua tem luz própria.
II- A Lua não é o único satélite natural da Terra e a Lua não tem luz própria
III- Se a Lua é o único satélite natural da Terra, então ela não tem luz própria.
IV- Se a Lua tem luz própria, então ela não é o único satélite natural da Terra.
Assinale a alternativa que indique, corretamente, quais sentenças são verdadeiras.
Durante a elaboração de um cardápio em uma unidade de alimentação coletiva, o nutricionista responsável buscou garantir que as refeições atendessem às necessidades dos indivíduos de forma equilibrada, respeitando a quantidade adequada de nutrientes, a proporção entre eles, a adequação às condições específicas do público atendido e a regularidade no fornecimento alimentar.
A partir dos princípios da alimentação saudável propostos por Pedro Escudero, assinale a alternativa que apresente, corretamente, os quatro princípios fundamentais dessa teoria.
Tendo em vista os princípios de higienização e controle higiênico-sanitário, determine a alternativa verdadeira.
A alimentação é reconhecida no Brasil como um direito fundamental, estando relacionada, diretamente, à garantia da saúde e prevista na legislação que rege o Sistema Único de Saúde, (SUS). Nesse contexto, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, (PNAN), foi instituída com o objetivo de fortalecer as ações de alimentação e nutrição no âmbito do SUS, sendo atualizada ao longo dos anos para atender às novas demandas da população.
Considerando-se os princípios, diretrizes e objetivos da PNAN, assinale a alternativa correta.
Relacione os métodos de conservação de alimentos apresentados na Coluna I com suas respectivas características na Coluna II e indique a alternativa que apresente a sequência correta.
Coluna I – Métodos de conservação.
I- Refrigeração.
II- Congelamento.
III- Pasteurização.
IV- Desidratação.
Coluna II – Características.
( ) Reduz a atividade de água do alimento, dificultando o crescimento microbiano.
( ) Consiste na redução da temperatura sem atingir o ponto de congelamento, retardando a multiplicação de microrganismos.
( ) Utiliza temperaturas elevadas por determinado tempo para eliminar microrganismos patogênicos.
( ) Submete o alimento a temperaturas muito baixas, interrompendo praticamente toda atividade microbiana.
Em uma Unidade de Saúde da Família, a equipe multiprofissional utiliza os protocolos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, (SISVAN), para monitorar o estado nutricional de crianças menores de 10 anos. Durante o atendimento, são coletadas medidas antropométricas e analisados indicadores que permitem identificar tanto déficits quanto excessos nutricionais, considerando as especificidades de cada faixa etária.
Com base nas diretrizes do SISVAN para a avaliação nutricional infantil, assinale a alternativa incorreta.