Questões de Concurso Público CRIS - SP 2024 para Enfermeiro
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( ) Para determinar a extensão de uma sonda nasogástrica, deve ser feita medida do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e desta até o processo xifoide do esterno, acrescentando mais 30 cm.
( ) Não forçar a sonda nem empurrar a mesma se houver resistência à sua passagem. Se o paciente começar a tossir, apresentar queda na saturação de oxigênio ou mostrar outros sinais de desconforto respiratório, remover a sonda da nasofaringe posterior até que a respiração volte ao normal.
( ) Ao verificar que a sonda está obstruída, deve-se interromper infusão e tentar irrigar com água morna, sucos ou refrigerantes.
( ) Deve-se analisar o resíduo gástrico antes de cada alimentação, (para bolus e alimentações intermitentes), ou cada 4 a 6 horas, (para alimentações contínuas). Se ao detectar um volume de 200 a 500 mℓ de conteúdo gástrico, esse volume já deve ser considerado preocupante e levar à implementação de medidas para diminuir o risco de broncoaspiração.
( ) Conforme o estadiamento clínico da dengue, proposto por diretrizes do Ministério da Saúde, o grupo A, não apresenta sinais de alarme, não possui comorbidades, não pertence aos grupos de risco e não possui condições clínicas especiais, sendo, normalmente, as principais condutas o uso de medicações sintomáticas adequadas, repouso, dieta e hidratação oral.
( ) No estadiamento clínico da dengue, o grupo B se refere ao paciente que apresenta sinais de alarme, sendo indicada hospitalização para observação ininterrupta e hidratação endovenosa.
( ) No grupo D, estão classificados os pacientes com sinais de choque, sangramento grave ou disfunção grave de órgãos.
( ) Os sinais de alarme da dengue englobam manifestações como letargia e/ou irritabilidade, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, hipotensão, acúmulo de líquidos, (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico).
I- A profundidade da compressão torácica em adultos deve ser de pelo menos 5 cm, sendo que se deve aguardar o retorno total do tórax para realizar nova compressão.
II- O responsável pela compressão torácica deve ser alterado a cada 5 minutos, evitando exaustão e compressões de baixa qualidade.
III- As compressões torácicas devem ser fortes e rápidas com uma frequência de 100-120 compressões/minuto.