Anteriormente ao Estatuto da Criança e do Adolescente,
colocar crianças e adolescentes em instituições de
acolhimento era uma prática comum e corriqueira,
configurando até mesmo uma forma de correção,
assistencialismo ou até mesmo filantropia. Com a Lei
Federal nº 8.069/1990, que regulamenta o Estatuto (ECA),
o acolhimento de criança e do adolescente deve ser: