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Questões de Concurso Público UFG 2022 para Pedagogo

Questões Discursivas

Foram encontradas 18 questões

Q4200059 Pedagogia
A Lei n. 11.892/2008 institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). Conforme preceituado nessa lei, os IFs têm por finalidades: 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223610 Pedagogia
A Lei n. 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), disciplina a educação escolar no Brasil, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias. De acordo com a LDB, a educação escolar deverá vincular-se 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223611 Pedagogia
De que forma se organiza a Educação Básica obrigatória e gratuita no Brasil?  
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223612 Pedagogia
Segundo a Lei n. 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a educação profissional técnica será desenvolvida de forma 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223613 Pedagogia
A Resolução n. 1/2021, do Conselho Nacional de Educação, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, em seu Art.3º, inciso IX, estabelece como sendo um dos princípios da Educação Profissional e Tecnológica a “utilização de estratégias educacionais que permitam a contextualização, a flexibilização e a interdisciplinaridade, favoráveis à compreensão de significados, garantindo a indissociabilidade entre a teoria e a prática profissional em todo o processo de ensino e aprendizagem”. Esse princípio relaciona-se à indissociabilidade entre  
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223614 Pedagogia
Segundo a Resolução n. 1/2021, do Conselho Nacional de Educação, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional e Tecnológica, entende-se por competência profissional a capacidade pessoal de mobilizar, articular, integrar e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e emoções que permitam responder intencionalmente, com suficiente autonomia intelectual e consciência crítica, aos desafios do 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223615 Pedagogia
A educação profissional no Brasil, observada a legislação vigente, terá como premissas a centralidade do  
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223616 Pedagogia
O Programa Nacional de Integração da Educação Profissional à Educação Básica na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja) abrange os seguintes cursos e programas: 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223619 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


Grandes desigualdades raciais e étnicas continuam existindo na sociedade brasileira (especialmente com relação a alguns grupos específicos, tais como a população indígena, a população afrodescendente, os quilombolas, a população carcerária e a população rural). A literatura especializada mostra que há forte correlação entre a origem étnica e as oportunidades educacionais. Estas coexistem lado a lado com desigualdades sociais e regionais, contribuindo, assim, para a exclusão educacional de um número considerável de jovens e adultos. Para o direito à educação para todos se tornar uma realidade, devemos garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade que atenda às necessidades básicas de aprendizagem e enriqueça vidas de adolescentes e jovens. A Convenção da UNESCO relativa à Luta contra a Discriminação no Campo do Ensino (1960) proíbe qualquer exclusão ou limitação das oportunidades educacionais. Diferenças socialmente atribuídas ou percebidas, tais como sexo, origem étnica - racial, língua, religião, nacionalidade, origem social, condição econômica, deficiências etc. A educação inclusiva não é simplesmente tornar as escolas acessíveis. Trata-se de ser proativa na identificação das barreiras e obstáculos que os estudantes encontram na tentativa de acesso a oportunidades de educação de qualidade, bem como na eliminação das barreiras e obstáculos que levam à exclusão.


Disponível em: <https://pt.unesco.org/fieldoffice/brasilia/inclusive-

education>.Acesso em: 13 set. 2022. 



O excerto produzido pela Organização das Nações Unidas (UNESCO) trata dos impactos da desigualdade brasileira no que diz respeito às oportunidades educativas dos sujeitos, indicando que 

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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223620 Pedagogia

Analise a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa- Jaguarão RS:

Mafalda na escola... (pacto-begssie.blogspot.com)>. Acesso em: 13 set. 2022.


 

No diálogo apresentado nas figuras, Mafalda, a personagem estudante, faz uma crítica a que aspecto da escola?

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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223621 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


No caso específico das escolas, não deveríamos sequer esperar que elas façam tudo. Na verdade, o que estou tentando argumentar é que já esperamos que as escolas façam coisas demais! Esperamos que sejam agências de assistência social, esperamos que ajudem as pessoas a encontrar emprego, esperamos que mudem os hábitos alimentares das crianças, que as impeçam de se contaminarem com Aids, que combatam a gravidez adolescente... Tenho uma amiga que passa a maior parte de seu tempo de pesquisa tentando pensar maneiras de evitar que meninas engravidem! [...] Mas a verdade é que, quando você tem jovens entediados, sem nada para fazer em suas vidas, uma das coisas que eles fazem é isso mesmo. Eu tenho duas filhas que têm muitos outros interesses na vida - e nenhum deles é engravidar. Elas estiveram envolvidas com o aprendizado, e o aprendizado tem importância para elas. Não cabe à escola resolver os problemas sociais, de forma alguma. Mas, se a escola for bemsucedida em seu papel específico, alguns desses problemas podem diminuir.


Galian, C. V. A; Louzano, P. B. J. Michael Young e o campo do currículo: da

ênfase no "conhecimento dos poderosos" à defesa do "conhecimento

poderoso". Educação e Pesquisa, 40 (4), 2014. p. 1123. Acesso em: 13 set.

2022.


No excerto apresentado, Michael Young, um pesquisador do campo do currículo, concede uma entrevista a pesquisadores brasileiros. Nas entrelinhas, ele defende a ideia de que  

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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223622 Pedagogia

Analise a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <http://acaointerdisciplinar.blogspot.com/> . Acesso em: 13 set.

2022.

 

As imagens remetem a uma reflexão sobre o processo de ensino e aprendizagem, especialmente aquele que acontece na escola. A professora, ao perguntar à turma, procura evidenciar até onde sua explicação teve alcance ou como a turma está respondendo ao conteúdo que está sendo ensinado, e a resposta do estudante traz à tona o seu insucesso. Esse movimento de acompanhamento constante da aprendizagem é definido como

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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223623 Pedagogia
Leia o texto a seguir.
O planejamento escolar é uma tomada de decisão sistematizada, racionalmente organizada sobre a educação, o educando, o ensino, o educador, as matérias, as disciplinas, os conteúdos, os métodos e técnicas de ensino, a organização administrativa da escola e sobre a comunidade escolar.
LARCHERT, J.M. O planjemamento pedagógico e a organização do trabalho docente. Didática e Tecnologia. UESC – Módulo 2, Volume V. Santa Cruz: Editora UESC, 2015. p. 5.

No trecho apresentado, a autora aborda o planejamento educacional, o qual deve ser entendido como  
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223624 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I


Gostaria de deixar claro que as qualidades de que vou falar e que me parecem indispensáveis às educadoras e aos educadores progressistas são predicados que vão se gerando na sua prática. Mais ainda, são gerados na prática em coerência com a opção política, de natureza crítica do educador. Por isso, as qualidades de que falarei não são algo com que nascemos ou que encarnamos por decreto ou recebemos de presente. [...] Começarei pela humildade que, de modo algum, significa falta de acato a nós mesmos, acomodação, covardia. Pelo contrário, a humildade exige coragem, confiança em nós mesmos, respeito a nós mesmos e aos outros. A humildade nos ajuda a reconhecer esta coisa óbvia: ninguém sabe tudo; ninguém ignora tudo. Todos sabemos algo; todos ignoramos algo. Sem humildade dificilmente ouviremos com respeito a quem consideramos demasiadamente longe de nosso nível de competência. [...] Mas é preciso juntar à humildade com que a professora atua e se relaciona com seus alunos, uma outra qualidade, a amorosidade, sem a qual seu trabalho perde o significado. E amorosidade não apenas aos alunos, mas ao próprio processo de ensinar. [...] não acredito que, sem uma espécie de “amor armado”, como diria o poeta Tiago de Melo, educadora e educador possam sobre-viver às negatividades de seu que-fazer. Às injustiças, ao descaso do poder público, expresso na sem-vergonhice dos salários, no arbítrio com que professoras e não tias que se rebelam e participam de manifestações de protesto através de seu sindicato, são punidas mas apesar disso continuam entregues ao trabalho com seus alunos. [...] É essa a forma de amar indispensável ao educador progressista e que precisa de ser aprendida e vivida por nós. [...].


Fonte: FREIRE, Paulo. Professora Sim, Tia Não. Cartas a quem ousa ensinar. Editora

Olho D’água. São Paulo, 1997, p.37- 38. 

A humildade, apontada por Freire como uma qualidade indispensável aos educadores e educadoras, refere-se  
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223625 Pedagogia

Leia o Texto I para responder à questão.



Texto I


Gostaria de deixar claro que as qualidades de que vou falar e que me parecem indispensáveis às educadoras e aos educadores progressistas são predicados que vão se gerando na sua prática. Mais ainda, são gerados na prática em coerência com a opção política, de natureza crítica do educador. Por isso, as qualidades de que falarei não são algo com que nascemos ou que encarnamos por decreto ou recebemos de presente. [...] Começarei pela humildade que, de modo algum, significa falta de acato a nós mesmos, acomodação, covardia. Pelo contrário, a humildade exige coragem, confiança em nós mesmos, respeito a nós mesmos e aos outros. A humildade nos ajuda a reconhecer esta coisa óbvia: ninguém sabe tudo; ninguém ignora tudo. Todos sabemos algo; todos ignoramos algo. Sem humildade dificilmente ouviremos com respeito a quem consideramos demasiadamente longe de nosso nível de competência. [...] Mas é preciso juntar à humildade com que a professora atua e se relaciona com seus alunos, uma outra qualidade, a amorosidade, sem a qual seu trabalho perde o significado. E amorosidade não apenas aos alunos, mas ao próprio processo de ensinar. [...] não acredito que, sem uma espécie de “amor armado”, como diria o poeta Tiago de Melo, educadora e educador possam sobre-viver às negatividades de seu que-fazer. Às injustiças, ao descaso do poder público, expresso na sem-vergonhice dos salários, no arbítrio com que professoras e não tias que se rebelam e participam de manifestações de protesto através de seu sindicato, são punidas mas apesar disso continuam entregues ao trabalho com seus alunos. [...] É essa a forma de amar indispensável ao educador progressista e que precisa de ser aprendida e vivida por nós. [...].


Fonte: FREIRE, Paulo. Professora Sim, Tia Não. Cartas a quem ousa ensinar. Editora

Olho D’água. São Paulo, 1997, p.37- 38. 

Na segunda parte do texto, referenciado, Freire fala das negatividades do que-fazer docente e destaca especialmente 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223626 Pedagogia

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


O pensar certo sabe, por exemplo, que não é a partir dele como um dado, que se conforma à prática docente crítica, mas sabe também que sem ele não se funda aquela. A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. O saber que a prática docente espontânea ou quase espontânea, “desarmada”, indiscutivelmente produz é um saber ingênuo, um saber de experiência feito, a que falta a rigorosidade metódica que caracteriza a curiosidade epistemológica do sujeito. Este não é o saber que a rigorosidade do pensar certo procura. Por isso, é fundamental que, na prática da formação docente, o aprendiz de educador assuma que o indispensável pensar certo não é presente dos deuses nem se acha nos guias de professores que iluminados intelectuais escrevem desde o centro do poder, mas, pelo contrário, o pensar certo que supera o ingênuo tem que ser produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com o professor formador. E preciso, por outro lado, reinsistir em que a matriz do pensar ingênuo como a do crítico é a curiosidade mesma, característica do fenômeno vital. Neste sentido, indubitavelmente, é tão curioso o professor chamado leigo no interior de Pernambuco quanto o professor de Filosofia da Educação na Universidade A ou B. O de que se precisa é possibilitar, que, voltando-se sobre si mesma, através da reflexão sobre a prática, a curiosidade ingênua, percebendo-se como tal, se vá tornando crítica.


Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários à Prática

Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p.58.  

O movimento dinâmico e dialético a que Freire se refere no texto e indispensável à prática docente crítica é expresso  
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: IV - UFG - 2022 - UFG - Pedagogo |
Q4223627 Pedagogia

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


O pensar certo sabe, por exemplo, que não é a partir dele como um dado, que se conforma à prática docente crítica, mas sabe também que sem ele não se funda aquela. A prática docente crítica, implicante do pensar certo, envolve o movimento dinâmico, dialético, entre o fazer e o pensar sobre o fazer. O saber que a prática docente espontânea ou quase espontânea, “desarmada”, indiscutivelmente produz é um saber ingênuo, um saber de experiência feito, a que falta a rigorosidade metódica que caracteriza a curiosidade epistemológica do sujeito. Este não é o saber que a rigorosidade do pensar certo procura. Por isso, é fundamental que, na prática da formação docente, o aprendiz de educador assuma que o indispensável pensar certo não é presente dos deuses nem se acha nos guias de professores que iluminados intelectuais escrevem desde o centro do poder, mas, pelo contrário, o pensar certo que supera o ingênuo tem que ser produzido pelo próprio aprendiz em comunhão com o professor formador. E preciso, por outro lado, reinsistir em que a matriz do pensar ingênuo como a do crítico é a curiosidade mesma, característica do fenômeno vital. Neste sentido, indubitavelmente, é tão curioso o professor chamado leigo no interior de Pernambuco quanto o professor de Filosofia da Educação na Universidade A ou B. O de que se precisa é possibilitar, que, voltando-se sobre si mesma, através da reflexão sobre a prática, a curiosidade ingênua, percebendo-se como tal, se vá tornando crítica.


Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários à Prática

Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p.58.  

Na perspectiva freireana, o saber de experiência feito, a que falta a rigorosidade metódica, característica da curiosidade epistemológica do sujeito, vincula-se a uma prática  
Alternativas
Respostas
1: A
2: A
3: B
4: D
5: A
6: D
7: C
8: B
9: A
10: C
11: B
12: A
13: A
14: D
15: C
16: B
17: C
18: A