Questões de Concurso Público Prefeitura de Cambé - PR 2026 para Médico PSF
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I. A necrose tubular aguda é caracterizada pela presença de cilindros epiteliais granulares de cor marrom-acinzentada na urina, resultantes do desprendimento de células epiteliais que obstruem os túbulos renais distais.
II. A fase oligurica da necrose tubular aguda é causada pela obstrução dos túbulos renais pelos cilindros, impedindo a passagem adequada de fluidos e resultando em redução significativa da produção de urina.
III. Durante a fase oligurica da necrose tubular aguda, ocorre hipotensão arterial como consequência da perda de fluidos e sódio devido ao aumento da filtração glomerular.
IV. A hipercalemia (elevação de potássio sérico) é uma complicação característica da fase oligurica da necrose tubular aguda, decorrente da incapacidade renal de excretar potássio.
V. A fase não-oligurica (tardia) da necrose tubular aguda é marcada pela regeneração das células epiteliais tubulares, embora essas células ainda não funcionem adequadamente no início dessa fase.
VI. Na fase tardia da necrose tubular aguda, ocorre poliúria (aumento da produção de urina), porque os túbulos, por não se regenerar, apresentam permeabilidade diminuída.
I. O climatério, conforme definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) (1998; 2010), é uma fase biológica da vida da mulher — e não uma condição patológica.
II. Marca a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo e abrange mulheres entre 40 e 65 anos.
III. O sistema de classificação dos estágios reprodutivos e não reprodutivos da mulher, é baseado no estadiamento clínico, nas mudanças do ciclo menstrual, nos padrões anatômicos e na identificação do envelhecimento ovariano.
IV. O cuidado não pode ser reduzido a atos técnicos isolados, mas deve ser concebido como uma prática relacional, contextual e ética, capaz de considerar os determinantes sociais da saúde.
V. O uso do método clínico centrado na pessoa (MCCP) contorna a simplificação excessiva dos problemas da condição de estar doente, além de não tratar como doença todo e qualquer desvio da norma, de forma impessoal e analítica e descolada do meio social.
VI. Além de mulheres cis, homens trans, pessoas transmasculinas, pessoas não-binárias e intersexo também podem vivenciar a menopausa e é responsabilidade de profissionais de saúde o acolhimento e acompanhamento dessas populações.
I. Diabetes mellitus é definido fundamentalmente pela presença de hiperglicemia, que pode resultar de diferentes mecanismos fisiopatológicos dependendo do tipo de diabetes.
II. O diabetes mellitus tipo I é caracterizado pela destruição autoimune das células beta pancreáticas, resultando em deficiência absoluta de insulina e consequente hiperglicemia.
III. O diabetes mellitus tipo II é causado exclusivamente por resistência insulínica, sem envolvimento de disfunção das células beta pancreáticas.
IV. Na fase inicial do diabetes mellitus tipo II, os pacientes produzem MENOS insulina do que indivíduos normais, como resposta compensatória à resistência insulínica.
V. A fisiopatologia do diabetes mellitus tipo II envolve um ciclo progressivo: resistência insulínica → aumento da produção de insulina → produção de amiloide via amilina → disfunção/destruição das células beta → deficiência relativa de insulina → hiperglicemia.
VI. Pacientes com diabetes mellitus tipo II em fase inicial apresentam níveis de insulina plasmática elevados em comparação com indivíduos normais, devido ao aumento compensatório da produção insulínica em resposta à resistência periférica.
I. Higiene adequada com limpador suave e água morna, embora insuficiente como tratamento isolado para acne moderada a severa.
II. Uso tópico de peróxido de benzoíla associado ao uso de antibióticos sistêmicos da classe das tetraciclinas.
III. Clindamicina tópica, frequentemente combinada com peróxido de benzoíla para melhor eficácia.
IV. Isotretinoína com monitoramento rigoroso devido ao potencial teratogênico.
V. Antibióticos sistêmicos como fluoroquinolonas (ciprofloxacino).
VI. Limpeza com água oxigenada que, apesar de causar irritação, destrói a microbiota patogênica.