Questões de Concurso Público Prefeitura de Paranacity - PR 2022 para Fonoaudiólogo

Questões Discursivas

Foram encontradas 30 questões

Q4198094 Português

Leia o texto para responder as questões. 


Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.


Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.


Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.


Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.


Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.


E com isso, seríamos muito mais felizes.


Tá. Vai nessa.


Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.


Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.


Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.


Não está nada equilibrada essa brincadeira.


Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.


Você acordava pela manhã e ia trabalhar.


No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.


Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.


Voltava para casa olhando a paisagem.


Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.


Hoje tudo mudou.


Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.


Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.


A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.


Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.


Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.


Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.


Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.


No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.


Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.


Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.


Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.


É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.


Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.


Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.


A TV não é mais de graça.


Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.


Não me levem a mal.


Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.


Mas tenho saudade, ora.


Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.


Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?



Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/

Analise: “Fomos enganados” e assinale qual o tipo de sujeito correto.
Alternativas
Q4198095 Português

Leia o texto para responder as questões. 


Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.


Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.


Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.


Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.


Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.


E com isso, seríamos muito mais felizes.


Tá. Vai nessa.


Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.


Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.


Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.


Não está nada equilibrada essa brincadeira.


Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.


Você acordava pela manhã e ia trabalhar.


No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.


Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.


Voltava para casa olhando a paisagem.


Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.


Hoje tudo mudou.


Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.


Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.


A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.


Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.


Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.


Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.


Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.


No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.


Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.


Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.


Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.


É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.


Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.


Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.


A TV não é mais de graça.


Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.


Não me levem a mal.


Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.


Mas tenho saudade, ora.


Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.


Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?



Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/

Analise: “Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu” e assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso das vírgulas neste trecho. 
Alternativas
Q4198096 Português

Leia o texto para responder as questões. 


Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.


Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.


Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.


Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.


Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.


E com isso, seríamos muito mais felizes.


Tá. Vai nessa.


Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.


Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.


Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.


Não está nada equilibrada essa brincadeira.


Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.


Você acordava pela manhã e ia trabalhar.


No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.


Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.


Voltava para casa olhando a paisagem.


Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.


Hoje tudo mudou.


Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.


Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.


A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.


Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.


Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.


Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.


Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.


No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.


Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.


Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.


Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.


É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.


Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.


Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.


A TV não é mais de graça.


Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.


Não me levem a mal.


Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.


Mas tenho saudade, ora.


Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.


Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?



Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/

Observe as sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta o pronome indefinido.


I. Alguém pediu comida.

II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

III. Ninguém me escuta.

IV. Hoje tudo mudou. 

Alternativas
Q4198097 Português

Leia o texto para responder as questões. 


Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.


Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.


Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.


Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.


Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.


E com isso, seríamos muito mais felizes.


Tá. Vai nessa.


Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.


Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.


Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.


Não está nada equilibrada essa brincadeira.


Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.


Você acordava pela manhã e ia trabalhar.


No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.


Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.


Voltava para casa olhando a paisagem.


Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.


Hoje tudo mudou.


Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.


Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.


A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.


Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.


Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.


Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.


Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.


No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.


Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.


Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.


Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.


É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.


Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.


Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.


A TV não é mais de graça.


Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.


Não me levem a mal.


Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.


Mas tenho saudade, ora.


Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.


Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?



Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/

Analise as duas frases a seguir e assinale qual é o tempo verbal correto de ambas.


I. No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

Alternativas
Q4198098 Português

Leia o texto para responder as questões. 


Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.


Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.


Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.


Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.


Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir.


E com isso, seríamos muito mais felizes.


Tá. Vai nessa.


Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.


Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.


Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.


Não está nada equilibrada essa brincadeira.


Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.


Você acordava pela manhã e ia trabalhar.


No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.


Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.


Voltava para casa olhando a paisagem.


Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.


Hoje tudo mudou.


Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.


Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.


A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.


Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.


Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.


Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.


Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.


No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado.


Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.


Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.


Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.


É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.


Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala.


Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.


A TV não é mais de graça.


Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.


Não me levem a mal.


Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.


Mas tenho saudade, ora.


Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.


Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?



Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/

Assinale a alternativa que apresenta uma reflexão interessante sobre o texto.
Alternativas
Q4198100 Noções de Informática
Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a palavra selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+ T, no programa Word. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente) 
Alternativas
Q4198101 Noções de Informática
Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a célula selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+N, no programa Excel. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente) 
Alternativas
Q4198102 Noções de Informática
Utilizando o Google Chrome, Versão 102.0.5005.63 (Versão oficial) 64 bits, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl + 9. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)
Alternativas
Q4198104 Direito Financeiro

Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. De acordo com o Art. 108 da Lei Orgânica Municipal o Executivo manterá sistema de controle interno, a fim de


I. criar condições indispensáveis para assegurar eficácia ao controle e regularidade à realização da receita e despesa.

II. acompanhar as execuções de programas de trabalho e do orçamento.

III. acompanhar e validar as despesas dos vereadores nos deslocamentos em viagem.

IV. verificar a execução dos contratos.

Alternativas
Q4198105 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná

De acordo com a Lei Orgânica de Paranacity, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) É ilícito a qualquer cidadão obter informações e certidões sobre assuntos referentes à administração municipal, por se tratarem de documentos confidenciais.

( ) Dentre outras atribuições, compete privativamente ao município de Paranacity, suplementar a Legislação Federal e Estadual no que couber.

( ) É vedado ao Município de Paranacity fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar.

( ) O Governo Municipal é exercido pela Câmara Municipal, com funções legislativas, e pelo Prefeito, com funções executivas.

Alternativas
Q4198106 Atualidades
Autoridades do governo de um país europeu realizaram uma cerimônia para oficializar a devolução do maior lote de fósseis contrabandeados já recuperado pelo Brasil. As peças são do período Cretáceo, de 65 a 145 milhões de anos atrás. A negociação começou em 2013, quando os fósseis foram descobertos em um contêiner que saiu do Brasil em direção ao país europeu. Qual o país europeu narrado no texto?
Alternativas
Q4198107 Geografia
O site da Agência Estadual de Notícias do Paraná, informou sobre a colocação de linhas de tubos que vão ser utilizadas para a dragagem da praia de Matinhos, no Litoral do Paraná. Segundo o site, porque as intervenções são necessárias? 
Alternativas
Q4198108 Atualidades
Dentre as alternativas abaixo, qual time de futebol está disputando a série B do campeonato Brasileiro de 2022?
Alternativas
Q4198139 Fonoaudiologia
O termo “desvio fonológico evolutivo” ou “ desordem fonológica” é utilizado comumente para refletir crianças com dificuldade específica para o aprendizado da linguagem, afetando a produção da fala na ausência de fatores etiológicos conhecidos e detectáveis, tais como dificuldade geral de aprendizagem, déficit intelectual, desordens neuromotoras, distúrbios psiquiátricos ou fatores ambientais. As características clínicas clássicas dessas crianças estão descritas abaixo. Assinale a alternativa que não corresponde à alternativa correta.
Alternativas
Q4198140 Fonoaudiologia
Criança com 4 anos, exame BERA dentro dos padrões de normalidade. Professora questiona os pais, pois a criança não produz evocações de fala na escola, realiza apontamento para solicitar algo, mantém pouco contato visual e isolamento social. Pais relatam que em casa a criança fala quando necessita de algo, no entanto apresenta dificuldades em um ambiente com pessoas desconhecidas. De acordo com as características descritas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4198141 Fonoaudiologia
A respeito da triagem auditiva em recém-nascido, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4198142 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correta que corresponde às funções dos músculos supra-hióideos. 
Alternativas
Q4198143 Fonoaudiologia

A respeito das funções da laringe, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale alternativa com a sequência correta.


( ) A musculatura extrínseca realiza a sustentação e a produção do som propriamente dito, como o músculo tireoaritenóideo, o cricoaritenóideo posterior e lateral, os aritenóideos e o cricotireóideo. Já a musculatura intrínseca é responsável pela fixação da laringe (esternotireóideos, tíreo-hióideos, constritor inferior da faringe, supra-hióideos, infra-hióideos).


( ) Músculo tireoaritenóideo (TA): é um músculo que forma a principal massa das pregas vocais. Ele origina-se no ângulo da cartilagem tireóidea e a inserção localiza-se principalmente no processo vocal. Esse músculo é adutor, tensor e relaxador, ou seja, ele abaixa, encurta e espessa as pregas vocais. Esse movimento de encurtar e abduzir as pregas vocais faz com que ocorra a diminuição das distâncias entre as cartilagens aritenóideas e tireóidea. Como consequência desse movimento, as pregas vocais tornam-se como um feixe mais largo que, por sua vez, reduzirá a frequência da voz, tornando-a voz mais grave.


( ) Cricoaritenóideo lateral (CAL): é um músculo par, que aduz, abaixa e alonga a prega vocal, afilando sua borda livre. É o principal músculo adutor e ao contrair desloca o processo muscular anteriormente, fechando a glote. Ele aduz, abaixa e alonga as pregas vocais, com isso afila a borda livre, que fica mais arredondada tornando-as mais rígidas. É um músculo largo na forma de leque e tem origem na depressão rasa da face posterior da lâmina cricóidea enquanto que a inserção está no processo muscular da cartilagem aritenóidea.


( ) Cricotireóideo (CT): este músculo é impar e é considerado um adutor secundário, pois realiza a tensão longitudinal da prega vocal, promovendo o controle de frequência. Ao contrair, a frequência se eleva, tornando o som mais agudo. Além do TA, o outro músculo que pode tensionar ou alongar diretamente as pregas vocais é o CT. A distância entre a cartilagem tireóidea e os processos vocais aumenta para alongar as pregas vocais e posicioná-la para aumentar a tensão, que é fundamental para mudar a frequência.


( ) Aritenóideos (AA): os músculos aritenóideos são divididos em duas partes, o feixe transverso e feixe oblíquo (mais superficial). Também pode ser chamado de interaritenóideo ou ariaritenóideo. O músculo aritenóideo oblíquo é o mais superficial e é formado por diversos fascículos que se originam na face posterior do processo muscular e na face póstero-lateral adjacente da cartilagem aritenoide contrária, formando a forma do “X”. As outras fibras musculares continuam em torno do ápice da cartilagem aritenóidea. É responsável pela adução e aproximação das cartilagens aritenóideas, promovendo a compressão medial da glote e fechando a região posterior.

Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: B
4: D
5: A
6: A
7: D
8: C
9: B
10: A
11: C
12: D
13: C
14: A
15: B
16: D
17: A
18: A
19: C
20: B