Questões de Concurso Público Prefeitura de Maricá - RJ 2022 para Topógrafo
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Leia o texto para responder a questão.
PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
Por Revista Super no Instagram
Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
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PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
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Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
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Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
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Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
Leia o texto para responder a questão.
PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
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Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
Leia o texto para responder a questão.
PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
Por Revista Super no Instagram
Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
Leia o texto para responder a questão.
PSYCHO KILLER
Qual é o psicopata mais realista da história do cinema?
Por Revista Super no Instagram
Não há programa melhor para uma sexta-feira 13 do que assistir a algum filme de terror ou suspense. O que nos leva ao assunto de hoje: psicopatas do cinema. O quão realistas eles são? Essa pergunta foi respondida por psicólogos forenses da Bélgica. Eles garantem que filmes são, sim, úteis para que o público em geral entenda melhor os psicopatas. Mas nem todos.
Existe um estereótipo tradicional chamado de "psicopata de Hollywood": esse tipo de personagem é muito inteligente, gosta de "estímulos intelectuais" como música clássica e arte, tem uma carreira de prestígio e é calmo e calculista. Ele é tão ardiloso que é capaz de prever o que suas vítimas vão fazer antes mesmo que elas o façam, e é muito habilidoso na arte de matar sem deixar rastros.
Se seu psicopata cinematográfico favorito se enquadra em alguns desses fatores, lamento: eles não tem nada a ver com o diagnóstico de psicopatia da vida real. Já cai fora, por exemplo, o Patrick Bateman, de "Psicopata Americano".
Aliás, Bateman e outros renomados personagem como Travis Bickel de "Taxi Driver" e Norman Bates de "Psicose" seriam melhor enquadrados, segundo os pesquisadores, como psicóticos, e não psicopatas, já que tem experiências de desconexão com a realidade e delírios (ou melhor, "ideações delirantes").
Para o estudo belga, psicólogos e psiquiatras forenses assistiram a 400 filmes. Descontando os personagens exageradamente caricatos ou com poderes mágicos, sobraram 126 potenciais psicopatas para serem classificados.
Os filmes mais antigos eram, na maioria, os que retratavam os psicopatas menos realistas. A coisa melhora depois dos anos 1950 – mas aí esse tipo de personagem é substituído pelos "slashers", os maníacos responsáveis por massacres de filmes de terror como Freddy Krueger ("A Hora do Pesadelo"), Leatherface ("O Massacre da Serra Elétrica)" e o Jason ("Sexta-feira 13)".
Só nos anos 1980 que começamos a ter a era dos "psicopatas funcionais", que conseguem se encaixar razoavelmente na sociedade, mas escondem uma dimensão assustadora da própria personalidade. O curioso é que os pesquisadores notaram que esses personagens começam a aparecer no cinema depois que criminosos psicopatas da vida real ganharam projeção (como Ted Bundy e John Wayne).
Mas isso também reforçou a ideia de que psicopatas são gênios invulneráveis, astuciosos e calculistas impossíveis de parar – o que não se classifica, para os psiquiatras belgas, como um retrato realista. Cai fora do páreo, então, personagens do tipo do Doutor Hannibal Lecter ("O Silêncio dos Inocentes").
Nos anos 1990 e 2000, o cinema começa a ficar mais pé no chão quanto aos seus psicopatas (e a ciência e a medicina também passam a entender melhor o diagnóstico). Eles se tornaram mais vulneráveis, menos maníacos.
Os pesquisadores acham Gordon Gekko, de "Wall Street", um personagem verossímil: ele representa o grupo de psicopatas funcionais que conseguem se adaptar e tirar vantagem de seus déficits emocionais para ter sucesso no mercado financeiro.
Nenhum deles, no entanto, ganha o troféu de psicopata do cinema mais realista, do ponto de vista clínico. Esse título ficou com Anton Chigurh, personagem de Javier Barden em "Onde os Fracos Não Têm Vez". "Ele é o típico psicopata primário e idiopático", diz o estudo – o que quer dizer que a causa para seu comportamento não é óbvia, nem parece estar associada a nenhum trauma ou experiências na infância, por exemplo.
Além disso, Chigurh se mostra incapaz de demonstrar amor, vergonha ou remorso – e não consegue perceber suas peculiaridades emocionais. Ele não aprende com os erros do passado, é completamente desprovido de empatia, mas cheio de sangue-frio, crueldade e determinação.
Segundo os autores do estudo, dá para traçar paralelos entre várias dessas características do personagem de Barden com um psicopata da vida real, no caso, Richard Kuklinski, um assassino de aluguel que afirma ter matado mais de 100 pessoas.
Disponível em https://www.instagram.com/p/Cdg_n3LKRNE/
Considerando o Windows 10 e seus recursos de acessibilidade, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. O narrador é um leitor de tela do Windows que descreve o que está na sua tela, para que você possa usar essas informações para navegar no dispositivo. O narrador é um aplicativo de leitura de tela integrado ao Windows, portanto, não é preciso baixar ou instalá-lo.
II. A lupa é uma ferramenta que aumenta sua tela, para que você possa ver palavras e imagens melhor. Você pode ampliar a tela inteira ou apenas uma parte dela e mover a lupa para onde quiser na área de trabalho. A lupa também pode suavizar bordas de imagens e texto quando ampliada.
III. O alto contraste aumenta o contraste de cor entre o primeiro plano e o plano de fundo em sua tela, tornando o texto e as imagens mais distintos e fáceis de identificar. As cores de alto contraste podem facilitar e agilizar a leitura no seu computador. Porém, apesar da opção de alto contraste ser de grande importância para os usuários que possuem algum tipo de deficiência visual, essa ferramenta não vem incorporada na instalação padrão do Windows, caso o usuário desejar fazer uso da facilidade deverá comprar uma licença específica para ter o acesso liberado.
Considerando o MS-Excel 2016, em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa que representa a fórmula que atualizou o resultado da célula D2 da planilha abaixo.

Considerando o Windows 10, em português e em sua configuração padrão, analise as assertivas e assinale a alternativa correta sobre a ferramenta Explorador de Arquivos, suas funcionalidades e facilidades.
I. O Explorador de Arquivos é a ferramenta do Windows que permite a navegação entre os diretórios, manipulação de arquivos (copiar, recortar, colar, renomear), ver informações de propriedades, entre outras opções.
II. No Explorador de Arquivos existe uma opção de marcar um arquivo e anexá-lo automaticamente em um e-mail, do seu gerenciador de e-mail padrão, para ser enviado a um destinatário escolhido.
III. No Explorador de Arquivos é possível compartilhar um ou mais arquivos marcados com outros aplicativos, por exemplo, o Skype.