A gestão de arquivos digitais exige rigor
metodológico equivalente (ou superior) ao da gestão
de arquivos físicos, pois envolve riscos como perda
de integridade, obsolescência tecnológica e
vazamento de dados. Assim, a aplicação de boas
práticas arquivísticas, como nomenclatura
padronizada, controle de versões, backups e
protocolos de acesso, deve ser orientada por normas
específicas como a Resolução nº 43 do CONARQ,
independentemente da existência de sistemas
informatizados robustos.