Questões de Concurso Público Prefeitura de Presidente Castello Branco - SC 2025 para Licenciatura em Pedagogia
Foram encontradas 20 questões
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
I. O autor defende que o ato de assinar abaixo-assinados, ainda que simples, possui valor simbólico e pode integrar processos mais amplos de participação democrática.
II. O texto sugere que a ação individual perde relevância diante das mobilizações coletivas impulsionadas pelas redes sociais.
III. O encerramento do texto reforça a ideia de que grandes transformações sociais podem ter origem em gestos cotidianos de engajamento.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
Assino embaixo o abaixo-assinado
Faz poucos dias que numa caminhada pela Redenção um grupo me abordou para assinar um abaixo assinado pelo fim da escala 6x1. Assinei, é claro.
Lá assinei de caneta e papel mesmo, mas a maior parte dos abaixo-assinados, agora, é digital. A essência deles continua a mesma: reunir um grupo de pessoas numa mesma causa. É uma ótima ferramenta de exercício da democracia. Com abaixo-assinados de milhares de assinaturas é possível fazer pressão nas instituições e promover mudanças importantes. Petições públicas podem mudar o rumo do país e se tornar assunto nos corredores do poder.
Por curiosidade fui pesquisar os abaixo-assinados mais assinados do país!
O líder desse ranking é justamente um abaixo-assinado em defesa da Amazônia. Foram mais de 6 milhões de assinaturas num período de 5 anos em que esse abaixo-assinado correu o país.
Os outros populares foram sobre o impeachment da ex-presidente Dilma, contra os aumentos de salários de ministros do STF e juízes, pela prisão após condenação em 2ª instância. Temas populares e que também reuniram milhares e milhares de assinaturas.
Mas será que eles funcionam? Sim, e muito! A Constituição prevê que um projeto de lei pode nascer de um abaixo-assinado com pelo menos 1% do eleitorado nacional. Parece difícil, mas já aconteceu: leis importantes surgiram assim, como a Lei da Ficha Limpa, fruto de mobilização popular.
O que me chama atenção é que, mesmo com redes sociais e hashtags, o velho ato de assinar continua sendo poderoso. É um gesto simples, mas que carrega significado: dizer “eu me importo”. Quando milhões se unem, governos ou empresas não podem ignorar. O abaixo-assinado pela Amazônia, por exemplo, levou mais de 6 milhões de vozes até o Ministério do Meio Ambiente e abriu diálogo sobre políticas públicas.
Talvez a gente precise resgatar esse espírito coletivo. Não é só opinião, é ação. Então, se alguém te parar na rua com uma prancheta ou te mandar um link pedindo apoio, pense duas vezes antes de ignorar. Pode parecer pouco, mas é assim que grandes mudanças começam: com uma assinatura.
Autor: Marco Matos - GZH (adaptado)
As competências municipais previstas na Lei Orgânica de Presidente Castello Branco incluem funções administrativas, normativas e de organização dos serviços públicos. Considerando tais disposições, analise as assertivas:
I. Compete ao Município organizar e prestar serviços públicos diretamente ou por concessão ou permissão, conforme sua legislação.
II. A instituição e arrecadação dos tributos municipais é atribuição prevista entre as competências do Município.
III. O Município deve manter programas de educação infantil e ensino fundamental, com cooperação técnica e financeira da União e do Estado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
I. A escolha de uma tecnologia educacional deve partir da definição dos objetivos de aprendizagem e considerar fatores como infraestrutura disponível, acessibilidade da ferramenta, adequação ao público-alvo e possibilidade de acompanhamento do progresso dos estudantes.
II. A qualidade técnica e os recursos inovadores de uma tecnologia digital são suficientes para garantir sua efetiva contribuição pedagógica, independentemente da mediação docente e do planejamento didático.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
A educação inclusiva pressupõe a reorganização das práticas pedagógicas para atender à diversidade de alunos. Analise as assertivas a seguir.
I. A adaptação de materiais didáticos pode envolver ajustes na linguagem, no suporte físico e na forma de apresentação dos conteúdos.
II. A inclusão escolar exige a participação do professor regente, do atendimento educacional especializado e da gestão escolar.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
O uso pedagógico das tecnologias digitais exige intencionalidade docente e alinhamento ao planejamento educacional. Assim, a tecnologia educacional deve ser compreendida como __________ do processo de ensinoaprendizagem, e não como um fim em si mesma.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
Em uma turma do 3º ano, a professora observa que alguns alunos evitam participar das atividades coletivas por receio de críticas dos colegas. Buscando promover um ambiente inclusivo, a docente decide rever suas estratégias pedagógicas. Nesse contexto, analise as assertivas a seguir.
I. A construção de um clima de respeito e cooperação envolve a valorização das falas dos alunos e o incentivo ao trabalho em grupo com regras claras de convivência.
II. A exposição pública dos erros dos alunos deve ser utilizada como estratégia pedagógica para desencorajar comportamentos inadequados.
Das assertivas, pode-se afirmar que: