Questões de Concurso Público Prefeitura de Irupi - ES 2024 para Médico Veterinário

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Q3409949 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão



O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Com base nas ideias do texto, analise as assertivas:



I. Ziraldo foi uma figura central no combate à ditadura militar brasileira através de seu trabalho jornalístico e literário.


II. A habilidade de Ziraldo em desenhar rapidamente não teve impacto significativo em sua fama e reconhecimento.


III. O envolvimento de Ziraldo com projetos internacionais e prêmios evidencia sua influência além das fronteiras brasileiras.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3409950 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

No trecho "Era uma vez um cartunista maluquinho", a palavra "maluquinho" classificase como:
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Q3409951 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Em "aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal", o termo "seis" é um numeral:
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Q3409952 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Considerando a oração "O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga", qual alternativa apresenta um vocábulo formado por contração?
Alternativas
Q3409953 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

O vocábulo “primeiro” possui um encontro vocálico denominado ____________, e é composto por _____ fonemas.




Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?

Alternativas
Q3409954 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Na oração "O cartunista desenhava personagens encantadores", a palavra "cartunista" é formada por qual processo de formação de palavras?
Alternativas
Q3409955 Português

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O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Qual alternativa apresenta a classificação do sujeito da oração “Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil”? 
Alternativas
Q3409956 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão



O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Analisando o legado deixado por Ziraldo, conforme descrito no texto, pode-se concluir que:



I. Ziraldo foi uma figura multifacetada que contribuiu significativamente para diferentes aspectos da cultura brasileira, desde a literatura infantil até a crítica política.


II. A habilidade de Ziraldo de se conectar com o público de todas as idades através de seus personagens e histórias é um testemunho de sua genialidade criativa.


III. Apesar de seu talento e contribuições, Ziraldo permaneceu uma figura controversa, principalmente devido a suas opiniões políticas.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3409957 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão



O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Qual das alternativas apresenta um vocábulo do texto classificado, quanto à sílaba tônica, como proparoxítono?
Alternativas
Q3409958 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão



O lápis mais rápido do Oeste



    Era uma vez um cartunista maluquinho: jornalista, escritor, contador de histórias. Natural de Caratinga (MG), mais velho de uma família com sete irmãos, despontou como um prodígio: aos seis anos, desenho de sua autoria aparecia no jornal A Folha de Minas, em 1939.


    O cartunista demonstrava um talento proporcional às suas sobrancelhas, que chegavam antes do seu próprio rosto. Não importando a cor da camisa ou da calça que usava, não dispensava um colete, para poder sacar imediatamente uma caneta ou um lápis do bolso. Ficou conhecido como o ilustrador mais rápido do Brasil. Desenhava enquanto conversava com várias pessoas ao mesmo tempo. Nada o distraía do universo interior.


    De um guardanapo, de uma toalha de papel de mesa, de uma folha de ofício, gerava seus personagens: A Turma do Pererê (espécie de Sítio do Pica-Pau Amarelo da Mata Atlântica), The Supermãe (Dona Clotildes, sempre a proteger Carlinhos, seu filho adulto em apuros), Flicts (representava a cor bege, que sofria por não se encaixar no arco-íris), além de Jeremias, o Bom, Mineirinho, o Comequieto, entre dezenas de protagonistas.


    O cartunista tinha o olho do coração maior do que a barriga, procurando incansavelmente uma maneira de combater a censura ou a subtração dos direitos humanos. Liderou o revolucionário O Pasquim nos anos 60, um dos principais veículos de contestação da ditadura militar no Brasil, e criou a revista Bundas nos anos 90, para parodiar o mundo das celebridades da revista Caras. 


    O cartunista tinha vento nos pés. Seus livros venderam mais de 10 milhões de exemplares. Nas Bienais e Feiras, suas filas de autógrafos contornavam quadras e jamais terminavam.


    O cartunista tinha fogo no rabo, foguete nas mãos. É autor do clássico O Menino Maluquinho, um Pequeno Príncipe dos trópicos, trazendo à tona um garoto virtuosamente problemático, deliciosamente rebelde e carismático, caracterizado por uma panela na cabeça. Desde seu lançamento, em 1980, já acumulou 129 edições, duas adaptações para o cinema, infinitas versões para o teatro, ópera e histórias em quadrinhos.


    O cartunista tinha umas pernas enormes, capazes de abraçar o mundo: ganhou o prestigiado prêmio de humor do 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, tornou-se o primeiro latinoamericano a ser convidado para fazer o cartaz de Natal da Unicef, viu sua obra ser traduzida para mais de dez idiomas.


    O cartunista tinha macaquinhos no sótão: mudou a cara da arte gráfica, combinando perfeitamente texto e imagem. Elaborou os cartazes dos mais emblemáticos filmes do Cinema Novo: Os fuzis e Os cafajestes (ambos de Ruy Guerra), O assalto ao trem pagador (Roberto Farias) e Todas as mulheres do mundo (Domingos de Oliveira).


    Dotado de uma simplicidade complexa, o cartunista sentia saudade do futuro mais do que do passado, ainda que seu passado tenha sido gigantesco.


    Ziraldo Alves Pinto morreu dormindo neste sábado (6 de abril), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 91 anos. Morreu sonhando. Morreu suavemente. Morreu assoviando. Morreu soltando pipas.


    De tudo o que pode ser dito a respeito de Ziraldo, dá para resumir que foi um menino impossível, mas muito feliz.


Autor: Fabrício Carpinejar – GZH (adaptado).

Quando o texto menciona que "O cartunista tinha vento nos pés", esta expressão é empregada no sentido:
Alternativas
Q3409959 Noções de Informática
Um autor está compilando um livro no Microsoft Word 2016 e deseja incluir o título atual ao sumário. Qual recurso ele deve utilizar para esta tarefa?
Alternativas
Q3409960 Noções de Informática
Durante a preparação de um relatório no Word 2016, um profissional precisa inserir dados estatísticos de maneira visual. Qual dos recursos abaixo ele deve utilizar para atender essa necessidade?
Alternativas
Q3409961 Noções de Informática
Um estudante está elaborando seu trabalho de conclusão no Microsoft Word 2016, em português do Brasil e nas configurações padrão, e precisa organizar suas ideias em tópicos principais e subordinados. Qual recurso do Word, representado na figura abaixo, facilita essa organização e em qual guia este recurso se localiza?
Q13.png (98×100)
Alternativas
Q3409962 Segurança da Informação
Em um cenário onde a segurança cibernética é uma preocupação crescente, receber emails de fontes desconhecidas pode representar um risco significativo, especialmente se eles contêm anexos. Qual medida de precaução os usuários devem tomar ao lidar com anexos de e-mails suspeitos?
Alternativas
Q3409963 Noções de Informática

Assinale a alternativa que nomeia, correta e respectivamente, os recursos representados na figura abaixo, disponíveis no grupo Fonte, da guia Página Inicial.


Q15.png (185×64)

Alternativas
Q3409964 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2016, quando se deseja somar rapidamente os valores em uma coluna sem digitar diretamente a fórmula, qual recurso pode ser utilizado?
Alternativas
Q3409965 Noções de Informática
A organização eficaz das mensagens é crucial para gerenciar uma caixa de entrada de e-mail lotada. Dentre as diversas estratégias disponíveis para manter a caixa de entrada organizada, uma envolve a categorização de e-mails em grupos específicos para facilitar o acesso. Qual é essa estratégia?
Alternativas
Q3409966 Noções de Informática

A sincronização de dados entre dispositivos é uma funcionalidade importante para muitos usuários de internet, permitindo-lhes acessar seus favoritos, histórico de navegação, senhas salvas e outras configurações pessoais, independentemente do dispositivo utilizado. Quantos dos seguintes navegadores oferecem a capacidade de sincronizar esses dados entre dispositivos quando o usuário inicia sessão com sua conta?



I. Google Chrome.


II. Mozilla Firefox.


III. Microsoft Edge.

Alternativas
Q3409967 Noções de Informática
O Microsoft Edge introduziu um recurso que melhora a multitarefa ao permitir que os usuários vejam e trabalhem em duas ou mais páginas da web lado a lado sem a necessidade de alternar entre abas. Como é conhecido esse recurso de produtividade no Microsoft Edge?
Alternativas
Q3409968 Noções de Informática
Relativamente ao navegador Google Chrome, assinale a alternativa que apresenta o atalho de teclado, em português, que permite “Ir para a última guia à direita”.
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: C
5: D
6: A
7: D
8: A
9: C
10: B
11: A
12: C
13: A
14: D
15: C
16: A
17: C
18: D
19: B
20: A