Questões de Concurso Público SEE-PB 2025 para Professor de Educação Básica IV - Língua Portuguesa

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Q3503503 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
A partir da leitura do texto, podemos afirmar que a descoberta nele mencionada
Alternativas
Q3503504 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Assinale abaixo a única alternativa que representa uma relação idêntica à relação mencionada no texto.
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Q3503505 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
A primeira oração do texto, “A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces”, pode ser reescrita, alterando-se a forma, mas mantendo-se exatamente o mesmo sentido, apenas em:
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Q3503506 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
O pronome isso, em “Isso teve dois efeitos”, faz referência, no texto, ao(à)
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Q3503507 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
No trecho “os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos”, podemos identificar, pelo contexto, que o termo em destaque se refere ao
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Q3503508 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
No período “A B. Vulgatus relaciona-se com uma preferência alimentar, pois regula o apetite humano por doces”, encontramos orações
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Q3503509 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Na oração “O estudo que analisou 84 voluntários humanos fizera experiências em ratos de laboratório”, o termo em destaque é um verbo que está conjugado no
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Q3503510 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Assinale a única das alternativas abaixo cujo uso da pontuação se encontra adequado ao que preceituam as normas da gramática do português brasileiro.
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Q3503511 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Na oração “A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus”, a palavra em destaque passa por dois processos de derivação. Primeiro do primitivo “magro” para o derivado “emagrecer” e depois de emagrecer para emagrecimento. A gramática normativa da língua portuguesa chama estes dois processos de formação de palavras, respectivamente, de derivação
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Q3503512 Português
BACTÉRIA REGULA O APETITE HUMANO POR DOCES


Ela vive no intestino - e produz uma substância que influencia o cérebro.


      A Bacteroides Vulgatus, que vive no intestino humano, está relacionada a uma preferência alimentar: pessoas com baixos níveis dessa bactéria sentem maior desejo por doces. Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para "receptor de ácidos graxos 4"). Isso teve dois efeitos: reduziu a quantidade da bactéria B. vulgatus no intestino deles, e elevou o apetite dos animais para alimentos doces. Depois, os cientistas examinaram a microbiota dos voluntários humanos - e descobriram que as pessoas que comiam mais doces carregavam menos B. vulgatus no intestino. Essa bactéria funciona como um freio para o apetite: ela secreta ácido pantotênico, uma substância que estimula o organismo a produzir o hormônio GLP-1, que age no cérebro controlando o apetite (uma versão sintética dele é o princípio ativo do Ozempic e de medicamentos similares). A descoberta pode levar à criação de um tratamento probiótico para o emagrecimento, baseado na suplementação de B. vulgatus.


Revista Superinteressante, 472 Ed. Fevereiro de 2025.
Observe o seguinte trecho do texto:
“Essa foi a conclusão de um estudo publicado por cientistas de duas universidades chinesas, que fizeram experiências em ratos de laboratório e também analisaram 84 voluntários humanos. Primeiro, nas cobaias, os pesquisadores desligaram um gene chamado Ffar4 (sigla em inglês para ‘receptor de ácidos graxos 4’).”

Nele, podemos afirmar que as expressões “ratos de laboratório” e “cobaias” se referem ao mesmo referente. A retomada do referente da expressão “ratos de laboratório” por meio da expressão “cobaias” é um exemplo de articulação do texto realizado por meio de uma relação semântica de 
Alternativas
Q3503513 Português
REVOLUÇÃO EM CURSO    


         O problema da obesidade chega a níveis cada vez mais preocupantes no Brasil. Entre 2003 e 2019, a quantidade de pessoas acima do peso mais que dobrou, chegando a 26,8% da população. A projeção para 2025 é que esse número suba para 31%. Única forma de frear o crescimento, a prevenção vem sendo ignorada por muita gente. Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física. Se não bastasse, à mesa, durante as refeições, boa parte das pessoas consome poucos nutrientes e muitas calorias. Um agravante é a grande preferência pelos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos, torradas e salgadinhos. Combinados, sedentarismo e péssimos hábitos alimentares formam a receita que alimenta a obesidade.
        A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema, e esse esforço está hoje a cargo de pesos-pesados. No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade. De um lado, a americana Eli Lilly, com seu medicamento tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro. Do outro, a dinamarquesa Novo Nordisk, dona da semaglutida, princípio ativo do Wegovy e de seu primo mais famoso, o Ozempic, que é destinado ao diabetes. Demanda para esses fármacos não falta: hoje o excesso de gordura corporal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas quem será que leva a melhor na batalha pela perda de peso?
         Em pesquisa do fim do ano passado financiada pela Eli Lilly, a tirzepatida levantou o cinturão do emagrecimento. Enquanto ela promoveu uma redução, em média, de 20% no peso corporal, a rival chegou a quase 14% - ambos números expressivos, diga-se. Os participantes do braço do Mounjaro perderam por volta de 22 quilos; os do Wegovy enxugaram 15 quilos no período. Feitas as contas, os autores do comparativo constataram que a diminuição de peso relativa foi 47% maior com a tirzepatida. O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em 2023 e acaba de ser divulgada a previsão do início das vendas do remédio no Brasil, conforme mostra a reportagem “Chegada de peso” desta edição. Contudo, não há indicação dele para controle da obesidade - o que implicará o chamado uso off-label.
         Esse medicamento e outros que engordam a lista da nova geração de drogas utilizadas no combate à obesidade já provocam uma revolução comportamental aqui no Brasil e no mundo. Com a devida orientação médica, são ferramentas poderosas para auxiliar pacientes na faixa de maior risco, aqueles com muita dificuldade para perder peso. Só não são drogas milagrosas, pois o problema pode voltar rapidamente se não ocorrer uma mudança de hábitos. A ciência tem dado uma grande contribuição na batalha contra a doença, sem dúvida, mas o esforço individual na busca por uma rotina mais saudável segue sendo imprescindível.


Revista Veja 2936, ano 58, nº 12. 21 de março de 2025
No final do terceiro parágrafo do texto, encontramos a expressão “off-label”. Pelo contexto em que a expressão é utilizada, podemos inferir que ela se refere a um uso de um medicamento
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Q3503514 Português
REVOLUÇÃO EM CURSO    


         O problema da obesidade chega a níveis cada vez mais preocupantes no Brasil. Entre 2003 e 2019, a quantidade de pessoas acima do peso mais que dobrou, chegando a 26,8% da população. A projeção para 2025 é que esse número suba para 31%. Única forma de frear o crescimento, a prevenção vem sendo ignorada por muita gente. Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física. Se não bastasse, à mesa, durante as refeições, boa parte das pessoas consome poucos nutrientes e muitas calorias. Um agravante é a grande preferência pelos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos, torradas e salgadinhos. Combinados, sedentarismo e péssimos hábitos alimentares formam a receita que alimenta a obesidade.
        A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema, e esse esforço está hoje a cargo de pesos-pesados. No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade. De um lado, a americana Eli Lilly, com seu medicamento tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro. Do outro, a dinamarquesa Novo Nordisk, dona da semaglutida, princípio ativo do Wegovy e de seu primo mais famoso, o Ozempic, que é destinado ao diabetes. Demanda para esses fármacos não falta: hoje o excesso de gordura corporal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas quem será que leva a melhor na batalha pela perda de peso?
         Em pesquisa do fim do ano passado financiada pela Eli Lilly, a tirzepatida levantou o cinturão do emagrecimento. Enquanto ela promoveu uma redução, em média, de 20% no peso corporal, a rival chegou a quase 14% - ambos números expressivos, diga-se. Os participantes do braço do Mounjaro perderam por volta de 22 quilos; os do Wegovy enxugaram 15 quilos no período. Feitas as contas, os autores do comparativo constataram que a diminuição de peso relativa foi 47% maior com a tirzepatida. O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em 2023 e acaba de ser divulgada a previsão do início das vendas do remédio no Brasil, conforme mostra a reportagem “Chegada de peso” desta edição. Contudo, não há indicação dele para controle da obesidade - o que implicará o chamado uso off-label.
         Esse medicamento e outros que engordam a lista da nova geração de drogas utilizadas no combate à obesidade já provocam uma revolução comportamental aqui no Brasil e no mundo. Com a devida orientação médica, são ferramentas poderosas para auxiliar pacientes na faixa de maior risco, aqueles com muita dificuldade para perder peso. Só não são drogas milagrosas, pois o problema pode voltar rapidamente se não ocorrer uma mudança de hábitos. A ciência tem dado uma grande contribuição na batalha contra a doença, sem dúvida, mas o esforço individual na busca por uma rotina mais saudável segue sendo imprescindível.


Revista Veja 2936, ano 58, nº 12. 21 de março de 2025
A partir da sua leitura, podemos afirmar que o texto está estruturado em uma sequência textual predominantemente
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Q3503515 Português
REVOLUÇÃO EM CURSO    


         O problema da obesidade chega a níveis cada vez mais preocupantes no Brasil. Entre 2003 e 2019, a quantidade de pessoas acima do peso mais que dobrou, chegando a 26,8% da população. A projeção para 2025 é que esse número suba para 31%. Única forma de frear o crescimento, a prevenção vem sendo ignorada por muita gente. Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física. Se não bastasse, à mesa, durante as refeições, boa parte das pessoas consome poucos nutrientes e muitas calorias. Um agravante é a grande preferência pelos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos, torradas e salgadinhos. Combinados, sedentarismo e péssimos hábitos alimentares formam a receita que alimenta a obesidade.
        A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema, e esse esforço está hoje a cargo de pesos-pesados. No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade. De um lado, a americana Eli Lilly, com seu medicamento tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro. Do outro, a dinamarquesa Novo Nordisk, dona da semaglutida, princípio ativo do Wegovy e de seu primo mais famoso, o Ozempic, que é destinado ao diabetes. Demanda para esses fármacos não falta: hoje o excesso de gordura corporal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas quem será que leva a melhor na batalha pela perda de peso?
         Em pesquisa do fim do ano passado financiada pela Eli Lilly, a tirzepatida levantou o cinturão do emagrecimento. Enquanto ela promoveu uma redução, em média, de 20% no peso corporal, a rival chegou a quase 14% - ambos números expressivos, diga-se. Os participantes do braço do Mounjaro perderam por volta de 22 quilos; os do Wegovy enxugaram 15 quilos no período. Feitas as contas, os autores do comparativo constataram que a diminuição de peso relativa foi 47% maior com a tirzepatida. O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em 2023 e acaba de ser divulgada a previsão do início das vendas do remédio no Brasil, conforme mostra a reportagem “Chegada de peso” desta edição. Contudo, não há indicação dele para controle da obesidade - o que implicará o chamado uso off-label.
         Esse medicamento e outros que engordam a lista da nova geração de drogas utilizadas no combate à obesidade já provocam uma revolução comportamental aqui no Brasil e no mundo. Com a devida orientação médica, são ferramentas poderosas para auxiliar pacientes na faixa de maior risco, aqueles com muita dificuldade para perder peso. Só não são drogas milagrosas, pois o problema pode voltar rapidamente se não ocorrer uma mudança de hábitos. A ciência tem dado uma grande contribuição na batalha contra a doença, sem dúvida, mas o esforço individual na busca por uma rotina mais saudável segue sendo imprescindível.


Revista Veja 2936, ano 58, nº 12. 21 de março de 2025
Na oração abaixo, presente no segundo parágrafo do texto, percebemos o uso de uma figura de linguagem bastante comum, a

“No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade.” 
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Q3503516 Português
REVOLUÇÃO EM CURSO    


         O problema da obesidade chega a níveis cada vez mais preocupantes no Brasil. Entre 2003 e 2019, a quantidade de pessoas acima do peso mais que dobrou, chegando a 26,8% da população. A projeção para 2025 é que esse número suba para 31%. Única forma de frear o crescimento, a prevenção vem sendo ignorada por muita gente. Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física. Se não bastasse, à mesa, durante as refeições, boa parte das pessoas consome poucos nutrientes e muitas calorias. Um agravante é a grande preferência pelos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos, torradas e salgadinhos. Combinados, sedentarismo e péssimos hábitos alimentares formam a receita que alimenta a obesidade.
        A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema, e esse esforço está hoje a cargo de pesos-pesados. No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade. De um lado, a americana Eli Lilly, com seu medicamento tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro. Do outro, a dinamarquesa Novo Nordisk, dona da semaglutida, princípio ativo do Wegovy e de seu primo mais famoso, o Ozempic, que é destinado ao diabetes. Demanda para esses fármacos não falta: hoje o excesso de gordura corporal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas quem será que leva a melhor na batalha pela perda de peso?
         Em pesquisa do fim do ano passado financiada pela Eli Lilly, a tirzepatida levantou o cinturão do emagrecimento. Enquanto ela promoveu uma redução, em média, de 20% no peso corporal, a rival chegou a quase 14% - ambos números expressivos, diga-se. Os participantes do braço do Mounjaro perderam por volta de 22 quilos; os do Wegovy enxugaram 15 quilos no período. Feitas as contas, os autores do comparativo constataram que a diminuição de peso relativa foi 47% maior com a tirzepatida. O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em 2023 e acaba de ser divulgada a previsão do início das vendas do remédio no Brasil, conforme mostra a reportagem “Chegada de peso” desta edição. Contudo, não há indicação dele para controle da obesidade - o que implicará o chamado uso off-label.
         Esse medicamento e outros que engordam a lista da nova geração de drogas utilizadas no combate à obesidade já provocam uma revolução comportamental aqui no Brasil e no mundo. Com a devida orientação médica, são ferramentas poderosas para auxiliar pacientes na faixa de maior risco, aqueles com muita dificuldade para perder peso. Só não são drogas milagrosas, pois o problema pode voltar rapidamente se não ocorrer uma mudança de hábitos. A ciência tem dado uma grande contribuição na batalha contra a doença, sem dúvida, mas o esforço individual na busca por uma rotina mais saudável segue sendo imprescindível.


Revista Veja 2936, ano 58, nº 12. 21 de março de 2025
Sobre a palavra “nunca” na oração “Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física”, é correto afirmar que ela é
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Q3503517 Português
REVOLUÇÃO EM CURSO    


         O problema da obesidade chega a níveis cada vez mais preocupantes no Brasil. Entre 2003 e 2019, a quantidade de pessoas acima do peso mais que dobrou, chegando a 26,8% da população. A projeção para 2025 é que esse número suba para 31%. Única forma de frear o crescimento, a prevenção vem sendo ignorada por muita gente. Levantamentos mostram que metade dos brasileiros raramente ou nunca pratica qualquer atividade física. Se não bastasse, à mesa, durante as refeições, boa parte das pessoas consome poucos nutrientes e muitas calorias. Um agravante é a grande preferência pelos chamados alimentos ultraprocessados, como biscoitos, torradas e salgadinhos. Combinados, sedentarismo e péssimos hábitos alimentares formam a receita que alimenta a obesidade.
        A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema, e esse esforço está hoje a cargo de pesos-pesados. No ringue dos avanços mais notáveis na área nos últimos anos, estão as duas farmacêuticas com o maior valor de mercado da atualidade. De um lado, a americana Eli Lilly, com seu medicamento tirzepatida, conhecido comercialmente como Mounjaro. Do outro, a dinamarquesa Novo Nordisk, dona da semaglutida, princípio ativo do Wegovy e de seu primo mais famoso, o Ozempic, que é destinado ao diabetes. Demanda para esses fármacos não falta: hoje o excesso de gordura corporal afeta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo. Mas quem será que leva a melhor na batalha pela perda de peso?
         Em pesquisa do fim do ano passado financiada pela Eli Lilly, a tirzepatida levantou o cinturão do emagrecimento. Enquanto ela promoveu uma redução, em média, de 20% no peso corporal, a rival chegou a quase 14% - ambos números expressivos, diga-se. Os participantes do braço do Mounjaro perderam por volta de 22 quilos; os do Wegovy enxugaram 15 quilos no período. Feitas as contas, os autores do comparativo constataram que a diminuição de peso relativa foi 47% maior com a tirzepatida. O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa em 2023 e acaba de ser divulgada a previsão do início das vendas do remédio no Brasil, conforme mostra a reportagem “Chegada de peso” desta edição. Contudo, não há indicação dele para controle da obesidade - o que implicará o chamado uso off-label.
         Esse medicamento e outros que engordam a lista da nova geração de drogas utilizadas no combate à obesidade já provocam uma revolução comportamental aqui no Brasil e no mundo. Com a devida orientação médica, são ferramentas poderosas para auxiliar pacientes na faixa de maior risco, aqueles com muita dificuldade para perder peso. Só não são drogas milagrosas, pois o problema pode voltar rapidamente se não ocorrer uma mudança de hábitos. A ciência tem dado uma grande contribuição na batalha contra a doença, sem dúvida, mas o esforço individual na busca por uma rotina mais saudável segue sendo imprescindível.


Revista Veja 2936, ano 58, nº 12. 21 de março de 2025
Em relação ao uso dos pronomes em português como forma de retomar informações já apresentadas no texto, assinale a única forma adequada para completar o seguinte enunciado:
“A ciência tem sido uma grande aliada na luta para controlar o problema da obesidade no mundo, porém
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Q3503563 Português
     Contam, numa anedota, que certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade e se assustou com a quantidade de erros existentes nas placas das casas comerciais e que, diante disso, resolveu instituir um prêmio em dinheiro para o comerciante que tivesse o nome de seu estabelecimento grafado corretamente. Dias depois, Rui Barbosa saiu à procura do vencedor. Satisfeito, encontrou a placa vencedora: “Alfaiataria Águia de Ouro”. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que disse:
       — Sr. Rui, não é “águia de ouro”; é “agúia de ouro”!



O caráter político do ensino de língua portuguesa no Brasil.
Disponível em: http://rosabe.sites.uol.com.br. Acesso em: 12 abr. 2025.
O ruído comunicativo entre os interlocutores se deu em decorrência de
Alternativas
Q3503564 Português
     Contam, numa anedota, que certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade e se assustou com a quantidade de erros existentes nas placas das casas comerciais e que, diante disso, resolveu instituir um prêmio em dinheiro para o comerciante que tivesse o nome de seu estabelecimento grafado corretamente. Dias depois, Rui Barbosa saiu à procura do vencedor. Satisfeito, encontrou a placa vencedora: “Alfaiataria Águia de Ouro”. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que disse:
       — Sr. Rui, não é “águia de ouro”; é “agúia de ouro”!



O caráter político do ensino de língua portuguesa no Brasil.
Disponível em: http://rosabe.sites.uol.com.br. Acesso em: 12 abr. 2025.
A variação linguística é natural e decorre do fato de que as línguas são sistemas dinâmicos e sensíveis a vários fatores. Partindo desse pressuposto, o excerto a seguir, no contexto discursivo em que se insere, configura-se como um exemplo de variação

“— Sr. Rui, não é ‘águia de ouro’; é ‘agúia de ouro’!” 
Alternativas
Q3503565 Português
     Contam, numa anedota, que certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade e se assustou com a quantidade de erros existentes nas placas das casas comerciais e que, diante disso, resolveu instituir um prêmio em dinheiro para o comerciante que tivesse o nome de seu estabelecimento grafado corretamente. Dias depois, Rui Barbosa saiu à procura do vencedor. Satisfeito, encontrou a placa vencedora: “Alfaiataria Águia de Ouro”. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que disse:
       — Sr. Rui, não é “águia de ouro”; é “agúia de ouro”!



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A partir das funções das classes gramaticais enumeradas em I e em II, pode-se afirmar que

I “Contam, numa anedota, que¹ certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade [...]”
II “Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que² disse [...]
Alternativas
Q3503566 Português
     Contam, numa anedota, que certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade e se assustou com a quantidade de erros existentes nas placas das casas comerciais e que, diante disso, resolveu instituir um prêmio em dinheiro para o comerciante que tivesse o nome de seu estabelecimento grafado corretamente. Dias depois, Rui Barbosa saiu à procura do vencedor. Satisfeito, encontrou a placa vencedora: “Alfaiataria Águia de Ouro”. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que disse:
       — Sr. Rui, não é “águia de ouro”; é “agúia de ouro”!



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A partir do conceito de sintaxe como sendo o conjunto de regras que determinam as diferentes possibilidades de associação das palavras da língua para a formação de enunciados, aponte a alternativa em se tratando da correta tipificação sintática das palavras ressaltadas na passagem entre aspas:

Satisfeito, encontrou a placa vencedora: ‘Alfaiataria Águia de Ouro’. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado
Alternativas
Q3503567 Português
     Contam, numa anedota, que certo dia Rui Barbosa saiu às ruas da cidade e se assustou com a quantidade de erros existentes nas placas das casas comerciais e que, diante disso, resolveu instituir um prêmio em dinheiro para o comerciante que tivesse o nome de seu estabelecimento grafado corretamente. Dias depois, Rui Barbosa saiu à procura do vencedor. Satisfeito, encontrou a placa vencedora: “Alfaiataria Águia de Ouro”. No momento da entrega do prêmio, ao dizer o nome da alfaiataria, Rui Barbosa foi interrompido pelo alfaiate premiado, que disse:
       — Sr. Rui, não é “águia de ouro”; é “agúia de ouro”!



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A etimologia trata-se do estudo da origem, da formação e da evolução das palavras e da construção de seus significados a partir dos elementos que as compõem. Assim sendo, caso o nome da alfaiataria fosse “Alfaiataria Águia de Bronze”, a correlação etimológica do termo demarcado estaria correta no item
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: C
4: D
5: A
6: C
7: D
8: A
9: B
10: E
11: D
12: E
13: C
14: A
15: B
16: D
17: E
18: C
19: A
20: B