O orientador educacional de uma escola pública passa a
acompanhar o caso de um estudante de 11 anos que
apresenta faltas frequentes, queda abrupta no rendimento
escolar e sinais persistentes de negligência familiar. Em
atendimento individual, o estudante relata episódios
recorrentes de exposição a situações de violência doméstica e
ausência de acompanhamento por responsáveis legais. A
equipe escolar, diante do receio de extrapolar suas
atribuições, limita-se a registrar as ocorrências em ata interna,
sem acionar a rede de proteção.
Ponderando os princípios, direitos e garantias previstos no
Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), bem
como o papel do orientador educacional na proteção integral
e na articulação intersetorial, qual deve ser a conduta técnicopedagógica e legalmente adequada a ser adotada pela escola,
por meio do orientador educacional?