Questões de Concurso Público HCFMUSP 2026 para Especialidades Cirúrgicas: Coloproctologia
Foram encontradas 113 questões
Texto para a questão
Homem, 50 anos de idade, branco, natural e procedente da Bahia. Refere disfagia baixa para alimentos sólidos e pastosos há 4 anos, acompanhado de regurgitação frequente, com perda ponderal de 9 kg (peso mais baixo 58 kg). Procurou atendimento médico na cidade natal, sendo encaminhado para dilatações endoscópicas (10/2024 e 12/2024). Paciente comparece à consulta após as duas dilatações com manutenção da disfagia, referindo ter apresentando melhora discreta por um curto período de tempo. Escore de Eckardt = 8 (Disfagia = 3, Regurgitação = 2, Dor torácica = 1, Perda ponderal = 2). Realizou os seguintes exames:

Laudo: esôfago com calibre no limite superior da normalidade e contornos lobulados. Incoordenação do peristaltismo com ondas terciárias e esvaziamento lentificado, com afilamento regular da transição esofagogástrica.

Laudo: disfunção de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago (acalasia). Aperistalse de corpo esofágico, com contrações espásticas; acalasia tipo III, na classificação de Chicago v.4.0.
Texto para a questão
Homem, 50 anos de idade, branco, natural e procedente da Bahia. Refere disfagia baixa para alimentos sólidos e pastosos há 4 anos, acompanhado de regurgitação frequente, com perda ponderal de 9 kg (peso mais baixo 58 kg). Procurou atendimento médico na cidade natal, sendo encaminhado para dilatações endoscópicas (10/2024 e 12/2024). Paciente comparece à consulta após as duas dilatações com manutenção da disfagia, referindo ter apresentando melhora discreta por um curto período de tempo. Escore de Eckardt = 8 (Disfagia = 3, Regurgitação = 2, Dor torácica = 1, Perda ponderal = 2). Realizou os seguintes exames:

Laudo: esôfago com calibre no limite superior da normalidade e contornos lobulados. Incoordenação do peristaltismo com ondas terciárias e esvaziamento lentificado, com afilamento regular da transição esofagogástrica.

Laudo: disfunção de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago (acalasia). Aperistalse de corpo esofágico, com contrações espásticas; acalasia tipo III, na classificação de Chicago v.4.0.
Texto para a questão
Homem, 59 anos de idade, hipertenso controlado, apresenta há 6 meses epigastralgia e perda ponderal de 13 kg no período (peso prévio 75 kg). Pontuação pela escala de desempenho do Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG) 1. Realizou investigação, sendo encontrada, na endoscopia digestiva alta, lesão úlcero-infiltrativa, iniciando 4 cm abaixo da transição esofagogástrica e comprometendo até o antro proximal, lesão friável e com redução da distensibilidade gástrica. Piloro e duodeno livres de neoplasia. A biópsia revelou adenocarcinoma gástrico tipo difuso de Lauren, com células em anel de sinete. A tomografia computadorizada de abdome pode ser visualizada nas imagens a seguir:

Texto para a questão
Homem, 59 anos de idade, hipertenso controlado, apresenta há 6 meses epigastralgia e perda ponderal de 13 kg no período (peso prévio 75 kg). Pontuação pela escala de desempenho do Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG) 1. Realizou investigação, sendo encontrada, na endoscopia digestiva alta, lesão úlcero-infiltrativa, iniciando 4 cm abaixo da transição esofagogástrica e comprometendo até o antro proximal, lesão friável e com redução da distensibilidade gástrica. Piloro e duodeno livres de neoplasia. A biópsia revelou adenocarcinoma gástrico tipo difuso de Lauren, com células em anel de sinete. A tomografia computadorizada de abdome pode ser visualizada nas imagens a seguir:

• A.P.: sem comorbidades.
• A.F.: nega antecedente familiar de neoplasias.
Ao exame físico, apresenta BEG, corada, hidratada, afebril. Abdome flácido, indolor, RHA normal. Exame proctológico com fissura anal crônica de 1,0 cm em linha média posterior com mínimo sangramento vivo. Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Texto para a questão
Mulher, 36 anos de idade, submetida a bypass gástrico em Y de Roux sem intercorrências, recebendo alta hospitalar no 3º dia pós - operatório. Porém, no 7º dia, iniciou quadro de forte dor abdominal, retornando ao pronto-socorro. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, afebril, FC de 120 bpm, FR de 20 irpm, PA de 70×50 mmHg, dor abdominal difusa à palpação profunda, DB +. Foi realizada tomografia de abdome total com contraste endovenoso e oral, cujos achados são mostrados a seguir:

Texto para a questão
Mulher, 36 anos de idade, submetida a bypass gástrico em Y de Roux sem intercorrências, recebendo alta hospitalar no 3º dia pós - operatório. Porém, no 7º dia, iniciou quadro de forte dor abdominal, retornando ao pronto-socorro. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, afebril, FC de 120 bpm, FR de 20 irpm, PA de 70×50 mmHg, dor abdominal difusa à palpação profunda, DB +. Foi realizada tomografia de abdome total com contraste endovenoso e oral, cujos achados são mostrados a seguir:

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Homem, 45 anos de idade, advogado, queixa-se de sangramento nas fezes há 2 meses. Refere aumento da frequência de evacuações há cerca de 1 ano (passou para duas vezes ao dia com sangue e muco), associado à sensação de evacuação incompleta, além de perda de peso (de 75 para 70 kg).
• A.P.: nega comorbidades clínicas. Nega alergias. Nega relações sexuais há 15 anos.
• A.F.: mãe falecida por neoplasia de intestino aos 50 anos.
Ao exame físico, apresentou-se em BEG, corado, hidratado, afebril. Abdome flácido, indolor, RHA normal. Exame proctológico com inspeção estática e dinâmica sem alterações. Toque retal: lesão tocável a cerca de 6,0 cm da borda anal, endurecida e circunferencial, não transponível, há sangue vivo em dedo de luva. Realizada colonoscopia incompleta, com lesão ulcerada e friável em reto médio, conforme imagem a seguir:

Biópsia: adenocarcinoma pouco diferenciado, proficiente das enzimas de reparo. Realizada ressonância magnética de pelve que evidenciou neoplasia localmente avançada de reto médio a 7 cm borda anal, com linfonodos mesorretais positivos, invasão da parede retal maior que 10 mm e fáscia mesorretal comprometida pela doença. Outros exames não mostravam doença metastática.
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Homem, 45 anos de idade, advogado, queixa-se de sangramento nas fezes há 2 meses. Refere aumento da frequência de evacuações há cerca de 1 ano (passou para duas vezes ao dia com sangue e muco), associado à sensação de evacuação incompleta, além de perda de peso (de 75 para 70 kg).
• A.P.: nega comorbidades clínicas. Nega alergias. Nega relações sexuais há 15 anos.
• A.F.: mãe falecida por neoplasia de intestino aos 50 anos.
Ao exame físico, apresentou-se em BEG, corado, hidratado, afebril. Abdome flácido, indolor, RHA normal. Exame proctológico com inspeção estática e dinâmica sem alterações. Toque retal: lesão tocável a cerca de 6,0 cm da borda anal, endurecida e circunferencial, não transponível, há sangue vivo em dedo de luva. Realizada colonoscopia incompleta, com lesão ulcerada e friável em reto médio, conforme imagem a seguir:

Biópsia: adenocarcinoma pouco diferenciado, proficiente das enzimas de reparo. Realizada ressonância magnética de pelve que evidenciou neoplasia localmente avançada de reto médio a 7 cm borda anal, com linfonodos mesorretais positivos, invasão da parede retal maior que 10 mm e fáscia mesorretal comprometida pela doença. Outros exames não mostravam doença metastática.
Texto para a questão
Mulher, 24 anos de idade, sem comorbidades, procurou atendimento após achado incidental de massa na cauda do pâncreas, identificada em ultrassonografia de rotina. Foi realizada tomografia de abdome para complementação diagnóstica, apresentada a seguir:

Laudo: lesão expansiva localizada na cauda do pâncreas, medindo cerca de 9 cm com contornos bem definidos e cápsula aparente. A lesão apresenta áreas sólidas e císticas em seu interior, além de calcificações periféricas. Observa-se realce discreto a moderado das porções sólidas nas fases arterial e portal, após a administração do contraste iodado


Texto para a questão
Mulher, 35 anos de idade, assintomática, realizou ultrassonografia de rotina que evidenciou nódulo hepático em lobo direito. Nega comorbidades, refere uso de anticoncepcional oral há 7 anos. Exame físico sem alterações, IMC de 27,2 kg/m2. Realizou ressonância magnética de abdome superior com contraste hepatoespecífico, que evidenciou nódulo hipervascular no setor posterior direito, medindo 7,0 cm. As imagens da ressonância são apresentadas seguir:

Texto para a questão
Mulher, 35 anos de idade, assintomática, realizou ultrassonografia de rotina que evidenciou nódulo hepático em lobo direito. Nega comorbidades, refere uso de anticoncepcional oral há 7 anos. Exame físico sem alterações, IMC de 27,2 kg/m2. Realizou ressonância magnética de abdome superior com contraste hepatoespecífico, que evidenciou nódulo hipervascular no setor posterior direito, medindo 7,0 cm. As imagens da ressonância são apresentadas seguir:
