Questões de Concurso Público USP 2025 para Especialista em Pesquisa / Apoio de Museu (Especialidade: Museografia)
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Nesse cenário, como ficam os países que não têm plataformas nacionais de alcance global, como é o caso do Brasil? E mais: o que acontecerá com a História e a memória desses países diante de uma população cada vez mais conectada a LLMs estrangeiras globais que acredita mais no que encontra nos apps e sites de busca do que nos livros de História? ”
Luciana Garbin, IAs estão apagando e reescrevendo pedaços da História. E o Brasil com isso?, O Estado de S. Paulo (on-line), 29/01/2025 (Adaptado)
O texto apresentado traz uma crítica
Observe a charge a seguir:

Assinale a alternativa que melhor descreve as situações às quais a charge se refere.
Nesse livro, como no trecho de O Estado de S. Paulo citado na questão 23, pode-se afirmar que a versão de um fato será tanto mais disseminada quanto
Artigo 2º – São fins da USP:
I – promover e desenvolver todas as formas de conhecimento, por meio do ensino e da pesquisa;
II – ministrar o ensino superior visando à formação de pessoas capacitadas ao exercício da investigação e do magistério em todas as áreas do conhecimento, bem como à qualificação para as atividades profissionais;
III – estender à sociedade serviços indissociáveis das atividades de ensino e de pesquisa.
As alternativas a seguir indicam as cinco Pró-Reitorias existentes na USP. Assinale aquela cujas atividades NÃO se relacionam diretamente com os fins da Universidade.
“mais conhecida como Museu do Ipiranga, abriga cerca de 450 mil unidades, entre objetos, iconografia e documentação textual que vão do século 17 ao 20. Itens significativos para a compreensão da sociedade brasileira, especialmente no que se refere à história paulista. A fundação remete ao ano de 1822 quando o Brasil declarou independência, separando-se politicamente de Portugal. Naquele ano, o então príncipe regente D. Pedro I declarou a soberania do território nas margens do rio Ipiranga, em São Paulo. Entre 1824 e 1825 os governos locais encaminharam medidas para a demarcação do local onde ocorreu a declaração e construção de um monumento que lembrasse a data histórica.”
SANTANA, Crisley. Linha do tempo resume trajetória do Museu Paulista da USP. Jornal USP, São Paulo, 2022, CICLO22: Universidade de São Paulo, 2 set. 2022. Adaptado.
A partir desse breve histórico, conhecemos um pouco do histórico o Museu Paulista, enquanto órgão da Universidade de São Paulo desde 1963. Na atualidade, a instituição museal universitária desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Plano diretor, publicado em 1990, existem três linhas de pesquisas no museu. São elas:
Texto para s questão
"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "
ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.
I. Planejamento;
II. Documentação;
III. Conservação;
IV. Exposição.
Fazem parte desse conjunto de ações práticas os itens:
Texto para s questão
"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "
ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.
CURY, Marília Xavier. Exposição: concepção, montagem e avaliação. São Paulo: Annablume, 2005. p. 28.
Nesse sentido, essas experimentações museográficas
Texto para s questão
"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "
ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.
Texto para s questão
"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "
ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.
Nesse sentido, é correto afirmar:
Texto para s questão
"O termo expografia foi inicialmente utilizado na França, a partir da década de 1990, tendo na figura de André Desvallées um grande defensor e difusor. A expografia ocupa-se, assim, da estruturação de uma linguagem complexa, plurissensorial, de grande intensidade de comunicação e grande capacidade de rearticulação de conhecimentos prévios, que opera com os objetos tomados como vocábulos e por meio de uma sintaxe abrangente que inclui o confronto, a taxionomia, a cronologia e a contextualização em suas mais diversas articulações. A expressão eficaz para a tradução do programa científico de uma exposição. "
ARAÚJO, Marcelo. “Comunicação Museológica: desafios e perspectivas”. Anais Seminários de Capacitação Museológica. Belo Horizonte: Instituto Cultural Flávio Gutierrez, 2004. p.310.
“No front mais vanguardista, foi se configurando o capítulo heterogêneo do museu que quer deixar de sê-lo, dissolvendo-se na realidade, negando qualquer solução convencional e representativa. No decorrer do século XX, o museu dirigiu-se continuamente para seus limites, tentando rompê-los e ultrapassá-los, revitalizando as críticas das vanguardas artísticas ao museu, reconhecendo especialmente o caráter problemático de qualquer lugar dedicado à arte contemporânea. Durante o período da cultura pós-moderna, consolidou-se a ideia genérica do antimuseu”
MONTANER, 2003, p. 110.
Os museus foram e são importantes instituições que contribuem para o desenvolvimento social, colaborando em conceitos como arte, cultura e nação. A partir de tal perspectiva, é correto afirmar que, durante o período da cultura pós-moderna, consolidou-se a ideia genérica do antimuseu como
Museums and Galleries Commission. Planejamento de Exposições / Museums and Galleries Commission; tradução de Maria Luiza Pacheco Fernandes. – São Paulo: EDUSP; São Paulo; Vitae, 2001. p.19. Adaptado.
As exposições podem apresentar dinâmica diferentes. Dentre as alternativas, não são consideradas exposições digitais:
SARRAF, Viviane Panelli. A comunicação dos sentidos nos espaços culturais brasileiros: estratégias de mediações e acessibilidade para as pessoas com suas diferenças. 2013. P.45. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) PUC-SP, São Paulo, 2013.
Em 1992, no campo dos museus, em um Encontro Regional do ICOM da América Latina, no âmbito do Seminário "A Missão dos Museus na América Latina Hoje: Novos Desafios", a comunicação foi considerada um elemento chave para o desenvolvimento de estratégias de acessibilidade para os diferentes públicos dos museus e espaços culturais, buscando mudança no discurso da museologia tradicional, com o objetivo de promover maior participação. O referido encontro gerou a seguinte declaração: