Questões de Concurso Público USP 2024 para Especialista em Cooperação e Extensão Universitária (Especialidade: Internacional/Inglês)- Edital nº 12

Foram encontradas 70 questões

Q3545192 Administração Pública
A USP é uma Universidade de Ensino, Pesquisa e Extensão, organizada em Escolas, Institutos e Faculdades. Além destas divisões organizacionais, Museus, Órgãos de Integração, que incluem Institutos especializados e Núcleos de Apoio, e Órgãos Complementares são previstos no Estatuto da USP para o cumprimento de funções específicas.
Acerca da terminologia Escola, Institutos e Faculdade, pode-se afirmar que existe entre esses entes uma relação de 
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Q3545193 Administração Pública
A USP é uma Universidade de Ensino, Pesquisa e Extensão, organizada em Escolas, Institutos e Faculdades. Além destas divisões organizacionais, Museus, Órgãos de Integração, que incluem Institutos especializados e Núcleos de Apoio, e Órgãos Complementares são previstos no Estatuto da USP para o cumprimento de funções específicas.
Acerca do status dos Museus na Universidade, pode-se afirmar que 
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Q3545194 Administração Pública
A USP é uma Universidade de Ensino, Pesquisa e Extensão, organizada em Escolas, Institutos e Faculdades. Além destas divisões organizacionais, Museus, Órgãos de Integração, que incluem Institutos especializados e Núcleos de Apoio, e Órgãos Complementares são previstos no Estatuto da USP para o cumprimento de funções específicas.
Com relação aos Órgãos de Integração, pode-se afirmar:
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Q3545195 Administração Pública
São comissões permanentes do Conselho Universitário as de: 
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Q3545196 Administração Pública
O Título V do Estatuto cuida das Unidades e menciona, em seus capítulos, diversos órgãos, cargos e funções. Destes, o único que pode não existir, a critério da Unidade, é o(a) 
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Q3545197 Direito Administrativo
  O parágrafo 2 do artigo 75 do Regimento Geral da USP descreve o cancelamento de matrícula na graduação por ato administrativo. Em 2022, esse parágrafo sofreu alteração para incluir um novo motivo de cancelamento, em sintonia com as mudanças na universidade nos últimos anos.

Esse motivo se relaciona
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Q3545198 Ética na Administração Pública
Nos termos do Código de Ética da USP, é dever dos membros da Universidade: 
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Q3545199 Pedagogia
Nos termos do Código de Ética da USP, NÃO constitui dever funcional e acadêmico dos membros da Universidade: 
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Q3545200 Pedagogia
Com relação a suas publicações, os membros da Universidade estão proibidos de
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Q3545201 Pedagogia
Considere as seguintes afirmações:

I. Os membros da USP devem abster-se de declarar qualificação funcional ou acadêmica que não possuam ou utilizar títulos genéricos que possam induzir a erro.
II. Os membros da USP devem abster-se de divulgar informações de maneira sensacionalista, promocional ou inverídica.
III. Os membros da USP devem abster-se de comentar fatos cuja veracidade e procedência não tenham sido confirmadas ou identificadas.
IV. Os membros da USP devem abster-se de fazer uso de mandato representativo de categoria para auferir benefícios próprios ou para exercer atos que prejudiquem os interesses da Universidade.

Estão corretas as afirmações contidas em 
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Q3545202 Gestão de Pessoas
    O relatório “The Future of Jobs 2020”, do Fórum Econômico Mundial, sinaliza que 50% das habilidades profissionais devem mudar nos próximos cinco anos e destaca duas delas: a criatividade e a flexibilidade. As habilidades que integram o perfil profissional não são somente técnicas. Há alguns anos, programar era o “novo inglês” — todo profissional deveria saber, não importava o cargo. Agora, soft skills, como inteligência emocional e inovação, parecem premissa básica de qualquer profissão. Diante desse cenário, as competências são perecíveis e não valerão para o restante da vida. 

    Foi percebendo essa volatilidade no mercado de trabalho que Leandro Herrera, fundador e CEO da Edtech Tera, começou a capacitar profissionais nas habilidades digitais mais importantes para os negócios.

    Para Herrera, é preciso desapegar da ideia de investir muito tempo e dinheiro no aprendizado de uma competência que valerá para sempre. Segundo ele, o mundo da transformação digital exige um profissional híbrido, que será menos especialista e precisará ter conhecimentos sobre vários campos e áreas. “Os problemas que as empresas estão se propondo resolver e as novas soluções que a sociedade está pedindo são muito novos. Por isso, vemos hoje uma demanda do mercado por colaboradores que tenham conhecimentos sobre vários campos”, explica Herrera.

    Segundo levantamento da Tera, as habilidades mais demandadas no mercado de trabalho são: resolução de problemas complexos, criatividade e inovação, negociação, inteligência emocional, capacidade para tomada de decisão, trabalho em equipe, pensamento crítico, lógica de programação. De acordo com estimativa do Fórum Econômico Mundial no relatório “O Futuro dos Empregos”, quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais.


https://inforchannel.com.br/2021/08/02/relatorio-the-future-of-jobs-2020- mostra-quais-sao-as-habilidades-do-profissional-do-futuro/Acesso em 22.02.2024. Adaptado. 
Segundo o texto, o relatório do Fórum Econômico Mundial, quanto às aptidões profissionais exigidas pelo mercado, aponta que 
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Q3545203 Português
    O relatório “The Future of Jobs 2020”, do Fórum Econômico Mundial, sinaliza que 50% das habilidades profissionais devem mudar nos próximos cinco anos e destaca duas delas: a criatividade e a flexibilidade. As habilidades que integram o perfil profissional não são somente técnicas. Há alguns anos, programar era o “novo inglês” — todo profissional deveria saber, não importava o cargo. Agora, soft skills, como inteligência emocional e inovação, parecem premissa básica de qualquer profissão. Diante desse cenário, as competências são perecíveis e não valerão para o restante da vida. 

    Foi percebendo essa volatilidade no mercado de trabalho que Leandro Herrera, fundador e CEO da Edtech Tera, começou a capacitar profissionais nas habilidades digitais mais importantes para os negócios.

    Para Herrera, é preciso desapegar da ideia de investir muito tempo e dinheiro no aprendizado de uma competência que valerá para sempre. Segundo ele, o mundo da transformação digital exige um profissional híbrido, que será menos especialista e precisará ter conhecimentos sobre vários campos e áreas. “Os problemas que as empresas estão se propondo resolver e as novas soluções que a sociedade está pedindo são muito novos. Por isso, vemos hoje uma demanda do mercado por colaboradores que tenham conhecimentos sobre vários campos”, explica Herrera.

    Segundo levantamento da Tera, as habilidades mais demandadas no mercado de trabalho são: resolução de problemas complexos, criatividade e inovação, negociação, inteligência emocional, capacidade para tomada de decisão, trabalho em equipe, pensamento crítico, lógica de programação. De acordo com estimativa do Fórum Econômico Mundial no relatório “O Futuro dos Empregos”, quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais.


https://inforchannel.com.br/2021/08/02/relatorio-the-future-of-jobs-2020- mostra-quais-sao-as-habilidades-do-profissional-do-futuro/Acesso em 22.02.2024. Adaptado. 
No trecho “...quase 50% dos trabalhadores que permanecerem em suas funções nos próximos cinco anos precisarão de requalificação em suas habilidades essenciais. ”, a correlação expressa pelos verbos “permanecerem” e ”precisarão” indica 
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Q3545204 Português
    Semana passada, Paris mais uma vez reuniu a nata do mundo da moda e mais uma multidão de ricos e famosos, influencers, fotógrafos, entusiastas e curiosos para mais uma semana de moda. 

    No meio do burburinho, tem sempre alguma coisa que faz tanto barulho que fura a bolha da moda e chega até gente como eu, que não está prestando tanta atenção.

    Neste ano, o assunto mais comentado da Paris Fashion Week não foi um desfile, nem uma festa de arromba. O que fez a internet parar foi uma bolsa feita de ar (e 1% de vidro). Trata-se de uma releitura da Swipe Bag, modelo clássico da marca Coperni, famosa pela maneira inovadora de pensar e apresentar moda.

    Avaliada em R$ 14 mil, a Air Swipe Bag pesa 33 gramas e é feita de 99% de ar e 1% de vidro. Apesar de inédito no mundo da moda, o aerogel de sílica, material utilizado na fabricação da bolsa e considerado o sólido mais leve da Terra, já é amplamente utilizado pela Nasa para capturar poeira estelar, uma vez que pode suportar calor extremo e uma pressão de 4.000 vezes o seu peso. 

    Como apreciadora da moda como expressão criativa e artística, admiro a Coperni por seu espírito inovador e pela maneira como é capaz de unir tecnologia e moda. Mas o que mais me atrai na marca é a habilidade com que, intencionalmente ou não, faz de suas criações um reflexo do nosso tempo. 

    A bolsa de ar me parece a metáfora perfeita para a maneira como consumimos moda hoje. Com a proliferação de redes sociais e a moda sendo catapultada a geradora de assunto e ferramenta de ampliação de visibilidade, vemos mais e mais gente interessada em pagar caríssimo por produtos —muitas vezes esdrúxulos, de qualidade duvidosa, pouco práticos e que provavelmente serão vistos como obsoletos em alguns meses— apenas para sinalizar acesso e pertencimento. Mais do que nunca, compramos, portanto, não a roupa, a bolsa, o sapato, mas o intangível que eles representam. O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível.


Joanna Moura Adaptado.https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joannamoura/2024/03/voce-compraria-uma-bolsa-feita-de-ar.shtml. Acesso em 6/03/2024
Ao comentar sobre o evento Paris Fashion Week, a autora do texto faz referência à “bolha da moda”, expressão que sugere
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Q3545205 Marketing
    Semana passada, Paris mais uma vez reuniu a nata do mundo da moda e mais uma multidão de ricos e famosos, influencers, fotógrafos, entusiastas e curiosos para mais uma semana de moda. 

    No meio do burburinho, tem sempre alguma coisa que faz tanto barulho que fura a bolha da moda e chega até gente como eu, que não está prestando tanta atenção.

    Neste ano, o assunto mais comentado da Paris Fashion Week não foi um desfile, nem uma festa de arromba. O que fez a internet parar foi uma bolsa feita de ar (e 1% de vidro). Trata-se de uma releitura da Swipe Bag, modelo clássico da marca Coperni, famosa pela maneira inovadora de pensar e apresentar moda.

    Avaliada em R$ 14 mil, a Air Swipe Bag pesa 33 gramas e é feita de 99% de ar e 1% de vidro. Apesar de inédito no mundo da moda, o aerogel de sílica, material utilizado na fabricação da bolsa e considerado o sólido mais leve da Terra, já é amplamente utilizado pela Nasa para capturar poeira estelar, uma vez que pode suportar calor extremo e uma pressão de 4.000 vezes o seu peso. 

    Como apreciadora da moda como expressão criativa e artística, admiro a Coperni por seu espírito inovador e pela maneira como é capaz de unir tecnologia e moda. Mas o que mais me atrai na marca é a habilidade com que, intencionalmente ou não, faz de suas criações um reflexo do nosso tempo. 

    A bolsa de ar me parece a metáfora perfeita para a maneira como consumimos moda hoje. Com a proliferação de redes sociais e a moda sendo catapultada a geradora de assunto e ferramenta de ampliação de visibilidade, vemos mais e mais gente interessada em pagar caríssimo por produtos —muitas vezes esdrúxulos, de qualidade duvidosa, pouco práticos e que provavelmente serão vistos como obsoletos em alguns meses— apenas para sinalizar acesso e pertencimento. Mais do que nunca, compramos, portanto, não a roupa, a bolsa, o sapato, mas o intangível que eles representam. O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível.


Joanna Moura Adaptado.https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joannamoura/2024/03/voce-compraria-uma-bolsa-feita-de-ar.shtml. Acesso em 6/03/2024
Considerado o contexto, o trecho “O rei nunca esteve tão nu e nunca se pagou tanto por sua capa invisível. ” (6º parágrafo) remete
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Q3545206 Português
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades. 

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos. 

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural. 

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado.
No texto, a cultura é descrita como dinâmica, pois
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Q3545207 Português
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades. 

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos. 

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural. 

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado.
Conforme o texto, a concepção antropológica de cultura reside 
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Q3545208 Sociologia
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades. 

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos. 

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural. 

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado.
No texto, as expressões “unidade na diversidade”, “harmonia na heterogeneidade” e “equilíbrio nas diferenças”, em relação à arte e à cultura, 
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Q3545209 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.” 

    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.

    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.

    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
Na opinião do narrador do texto, o sinal de ponto e vírgula 
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Q3545210 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.” 

    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.

    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.

    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
No texto, a expressão “deceptively playful-looking” (2º parágrafo) indica que o livro de Cecelia Watson 
Alternativas
Q3545211 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.” 

    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.

    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.

    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
O texto afirma que, com o passar do tempo, o ponto e vírgula, entre outros aspectos, 
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: A
24: E
25: E
26: D
27: D
28: B
29: B
30: E
31: A
32: E
33: C
34: B
35: E
36: D
37: E
38: B
39: C
40: B