Questões de Concurso Público Prefeitura de Timbó - SC 2025 para Professor de Anos Iniciais
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A saudade como motor criativo da literatura
Luciana de Gnone
A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.
São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.
No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.
Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.
Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.
Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.
A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.
Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.
No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.
(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
Ao longo do texto, a autora lança mão do travessão como recurso de pontuação. Analise os usos destacados a seguir:
Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. (3º parágrafo)
Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor. (5º parágrafo)
A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. (7º parágrafo)
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para esses usos do travessão feitos pela autora:
A saudade como motor criativo da literatura
Luciana de Gnone
A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.
São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.
No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.
Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.
Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.
Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.
A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.
Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.
No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.
(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto:
"Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente". A conjunção "nem" tem valor negativo, conectando palavras e orações negativas.
Considerando o uso da conjunção "nem" no excerto, assinale a alternativa que indica corretamente a relação que ela estabelece nesse contexto:
A saudade como motor criativo da literatura
Luciana de Gnone
A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.
São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.
No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.
Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.
Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.
Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.
A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.
Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.
No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.
(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
Para a análise das sentenças, considere o seguinte excerto, sem desconsiderar o contexto em que ele está inserido no texto base:
"Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país."
I. O pronome indefinido "todos" tem como referente "algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes" e estabelece uma relação coesiva referencial.
II. "Dentre eles" está ambíguo, pois pode se referir tanto a "alguns de primeira" quanto a "outros de segunda geração nascida na América".
III. "Embora" é uma conjunção concessiva e tem papel importante no excerto para estabelecer uma relação clara e coesa entre as ideias, dando sequência à reflexão da autora.
É correto o que se afirma em:
A saudade como motor criativo da literatura
Luciana de Gnone
A saudade é mais do que um sentimento de falta, ela é também um dos grandes impulsionadores da literatura. Para os leitores, os livros muitas vezes saciam a nostalgia de vivências passadas. Para os escritores, a saudade é uma grande aliada da criação: molda lembranças, revive experiências e são fios condutores de grandes narrativas. Na literatura, a saudade é matéria-prima. Ela é capaz de transformar a ausência em presença e memória em palavras.
São inúmeras as razões que levam os autores a transformar a saudade em narrativa. Há motivações políticas, como as dos exilados e refugiados. Existem os gatilhos emocionais, como a migração em busca de novas terras, ou mesmo o luto em suas inúmeras facetas. Em todos esses casos, a escrita se oferece como território aconchegante para reconstruir o que foi perdido.
No início da década de 1990, morei por um ano nos EUA. Estava no final do ensino médio e fui fazer um intercâmbio cultural. Em uma cidade do interior de Michigan, estudantes estrangeiros eram facilmente reconhecidos pela comunidade local. Éramos cinco intercambistas, digamos, "oficiais" — aqueles que estavam de passagem por um período determinado, geralmente de um ano. Mas havia também algumas dezenas de outros estrangeiros, residentes permanentes.
Eram todos filhos de imigrantes: alguns de primeira, outros de segunda geração nascida na América. Dentre eles, havia um menino que se destacava por ser um exilado de guerra. Embora tivesse entrado nos EUA como intercambista, assim como eu, havia chegado dois anos antes e permanecido indefinidamente. Foi acolhido pela família americana quando a guerra na Bósnia teve início, em 1992, sem jamais conseguir retornar ao seu país.
Ele não fazia ideia de como sua família estava. Não tinha notícias dos pais, dos irmãos, nem de qualquer outro parente. As informações simplesmente não chegavam. Canalizou toda a saudade — e também o medo — na escrita. Suas redações logo ficaram conhecidas na escola. Não me lembro do nome dele, infelizmente, o que é uma pena — é bem possível que tenha se tornado autor.
Escrever sobre o que ficou para trás é uma forma de habitar novamente o que já não está ao alcance. Ainda que em escala muito diferente da vivida pelo colega bósnio, posso dizer que algo semelhante aconteceu comigo, ao viver por quase treze anos fora do Brasil.
A distância física e emocional foi o estopim para que eu começasse a escrever — primeiro de forma despretensiosa; depois, o meu primeiro romance. A escrita tornou-se uma ferramenta de reconexão com minhas origens. Ao criar personagens e, principalmente, cenários, eu buscava reconstruir minhas próprias vivências, tentando suprir a saudade que sentia da minha terra.
Muitas vezes a saudade pode vir com uma enorme carga de desconforto, mas é preciso reconhecer a potência desse sentimento. É divino poder usar a saudade para revisitar o passado, questionar o presente e escrever o futuro. É um recurso para preencher lacunas e curar-se da ausência. Por essa razão, tantas obras nascem desse vazio. É nesse espaço que o escritor encontra liberdade criativa.
No gênero policial, muitos protagonistas são apresentados como pessoas disfuncionais — marcados pela saudade de uma família perdida, de um amor desfeito ou de um luto mal resolvido. Quebrar essa casca e revelar a vulnerabilidade do personagem é o que provoca conexão com o mundo real. A saudade é esse fragmento entre o que se viveu e o que continua a pulsar dentro de nós.
(Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2025/08/27/a-saudade-comomotor-criativo-da-literatura. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir a partir da leitura do texto:
I. Para Luciana de Gnone, a saudade exerce dois papéis distintos no contexto da literatura: um de tocar em memórias daqueles que leem uma obra e outro de ser substância principal no processo de escrita.
II. A literatura impulsionada pela saudade está ancorada em dois temas: política e emoções, pois é nesses campos que se encontra acolhida para reconstruir o que se perdeu ao longo da vida.
III. O que impulsionou a autora do texto a começar a escrever foi ter conhecido a história do intercambista bósnio que, exilado, usou a escrita para canalizar a saudade que sentia da família, assim como a falta de notícias.
É correto o que se afirma em:
Analise as sentenças a seguir a respeito da concordância dos verbos em destaque no excerto e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A concordância do verbo "atingir" está inadequada, uma vez que os elementos de seu sujeito são unidos por "ou".
(__) O verbo "mudar" está no plural porque concorda com o sujeito "alimentos".
(__) No excerto há duas ocorrências do verbo "ter" e ambos deveriam estar no plural porque se referem ao sujeito "todas as pessoas".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Analise as sentenças a seguir quanto à regência nominal e verbal:
I.A regência nominal está correta em "restrito à agricultura" porque o adjetivo "restrito" é regido pela preposição "a" que se funde ao artigo definido que acompanha o substantivo "agricultura". Essa fusão é marcada pelo acento grave.
II.No trecho "têm acesso físico, social e econômico a alimentos suficientes", a preposição "a" estabelece corretamente a regência nominal do substantivo "acesso" nesse contexto.
III.O verbo "atender" é um verbo com regência mais flexível, podendo ser transitivo direto ou indireto, ou intransitivo. Assim, o uso ou não da preposição regendo o verbo dependerá do contexto, do sentido pretendido e, às vezes, da decisão do autor. É o que acontece em "atendam às necessidades e preferências", em que o verbo "atender" tem o sentido de "levar em conta", "ter em vista". Nesse contexto, está correta a regência da preposição "a", considerando-o transitivo indireto, mas também poderia ser transitivo direto (atendam as necessidades e preferências).
É correto o que se a
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.
O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
Analise as sentenças a seguir:
I. A palavra "latino-americano" é composta por justaposição e o hífen está adequadamente empregado porque o primeiro termo está representado por um substantivo.
II. São formadas por derivação parassintética, ou seja, há o acréscimo simultâneo de um prefixo e um sufixo ao radical da forma primitiva, as palavras "antivacinismo", "envenenamento" e "infertilidade".
III. As palavras "epicentro", "antivacina" e "altamente" são formadas pelo mesmo processo, o de derivação prefixal.
É correto o que se afirma em:
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.
O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
A respeito do último parágrafo, uma citação direta da fala do coordenador da pesquisa, e tendo todo o texto como referência, analise as sentenças:
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública".
Nesse raciocínio construído pelo pesquisador e coordenador da pesquisa, observa-se que:
I. Tem início com a problematização do que é antivacinismo, definindo-o a partir disso, ou seja, é algo mais complexo do que apenas um discurso; é mercadológico, podendo-se inferir que tem como objetivo o lucro. Essa inferência é possível também pela escolha vocabular: mercado, produto.
II. Na sequência, o pesquisador apresenta um caminho possível para enfrentar o discurso mercadológico antivacina, um trabalho conjunto de diversas esferas, o que possibilita ao leitor compreender que o problema é complexo e não se resolverá com movimentos isolados.
III. Finalmente, concluindo seu raciocínio, o pesquisador associa o "antivacinismo" à desinformação, ou seja, o leitor é instigado a compreender que o "antivacinismo" é um entrave à soberania da informação e à saúde pública.
É correto o que se afirma em:
Brasil lidera a desinformação antivacina na América Latina, aponta estudo
Desinformações sobre vacinas cresceram mais de 600 vezes durante a pandemia, segundo o levantamento.
O Brasil concentra 40% de todo o conteúdo antivacina do continente latino-americano . É o que aponta o estudo "Anti-vaccine Disinformation in Latin America and the Caribbean" (Desinformação antivacina na América Latina e no Caribe), que mapeou, pela primeira vez, 81 milhões de mensagens publicadas em 1.785 comunidades de teorias da conspiração no Telegram, distribuídas por 18 países, entre 2016 e 2025. O levantamento é coordenado por pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos. Segundo alerta dos pesquisadores, a desinformação se consolidou como mercado lucrativo e ameaça à saúde pública.
"A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás. O que o estudo mostra é que o antivacinismo virou um sistema de medo e lucro que mina a confiança social e fragiliza políticas públicas de saúde", explica Ergon Cugler, pesquisador do DesinfoPop/FGV e coordenador do estudo. [...]
"O Brasil virou o epicentro latino-americano da desinformação antivacina. Isso não acontece por acaso: temos um ambiente digital que ainda engatinha no debate da regulação, plataformas que lucram com o engajamento do medo e desafios estruturais que permitem que o discurso conspiratório floresça", diz Ergon Cugler.
[...]
A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação. As alegações falsas mais comuns vão de morte súbita e alteração do DNA a envenenamento e câncer, seguidas por boatos sobre coágulos, infertilidade e problemas cardíacos.
[...] O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas. Os mais difundidos são o aterramento − ficar descalço no solo − (2,2%), que afirma "limpar energias do corpo"; o dióxido de cloro (1,5%), vendido como "solução milagrosa mineral" mas altamente tóxico; e produtos como alho, ivermectina e zeólita. [...]
"O antivacinismo é mais do que um discurso: é um mercado que transforma pânico em produto. Enfrentar isso exige ação coordenada entre governo, imprensa, plataformas e sociedade. Combater a desinformação é uma questão de soberania informacional e de saúde pública", conclui Ergon Cugler.
(Disponível em: https://iclnoticias.com.br/brasil-lidera-a-desinformacao-antivacina/. Acesso em: 20 out. 2025. Adaptado.)
As sentenças a seguir indicam trechos destacados do texto. Analise-as tendo o texto como referência e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) No trecho O estudo identificou 175 supostos danos atribuídos às vacinas e 80 falsos "antídotos" vendidos como "detox" para neutralizar seus efeitos (2º parágrafo), os numerais 175 e 80 têm a função de possibilitar a progressão do texto, uma vez que têm como referência os dados do estudo indicados no parágrafo anterior, retomando esses dados ao especificar dois aspectos da pesquisa: (175) supostos danos atribuídos às vacinas e (80) falsos "antídotos".
(__) No trecho A desinformação não é acaso, é um projeto daqueles que lucram com isso. Ela se organiza, se financia e se adapta porque há interesses por trás (3º parágrafo), tanto o pronome demonstrativo "isso" quanto o pronome pessoal "ela" retomam "a desinformação", evitando repetições desnecessárias e estabelecendo a coesão referencial.
(__) Nos trechos A pesquisa mapeou os 175 principais supostos danos causados pelas vacinas, divulgados nos grupos de desinformação (5º parágrafo) e O estudo também identificou 80 falsos antídotos para supostamente "desfazer" vacinas (6º parágrafo), há dois períodos que exercem duas importantes funções no texto: retomar uma ideia apresentada no início do texto, possibilitando ao leitor localizá-la, ou seja, há uma progressão referencial; e introduzir ideias novas, possibilitando o desenvolvimento do que foi apresentado no 2º parágrafo. Nesse caso, os verbos "mapeou" e "identificou" indicam essas ideias novas e são desenvolvidos na sequência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia o excerto a seguir, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
"A ética, para ser plenamente humana, precisa incorporar a compaixão. Há muito sofrimento na história, sangue demasiado em nossos caminhos e interminável solidão de milhões e milhões de pessoas, carregando sozinhas, em seu coração, a cruz da injustiça, da incompreensão e da amargura. O ethos que se compadece quer incluir a todos esses no 'ethos' planetário, vale dizer, na Casa Comum na qual há acolhida e as lágrimas podem ser choradas sem vergonha ou enxugadas carinhosamente."
Leonardo Boff
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/colunista/leonardo-boff/2025/07/29/a-re levancia-da-compaixao-na-situacao-atual/. Acesso em: 18 out. 2025. Adaptado.)
(__) A partir da leitura do excerto, é possível afirmar que uma ética plenamente humana não ignora o sofrimento, as dificuldades e as exclusões de outras pessoas; antes, acolhe e integra essas pessoas.
(__) Considerando que "na Casa Comum" é uma explicação do termo "ethos planetário", a expressão "vale dizer", pode ser substituída por "isto é", mantendo a coesão e o sentido pretendidos pelo autor.
(__) O trecho "para ser plenamente humana" é uma oração subordinada adverbial, exercendo a função de adjunto adverbial e modificando a oração principal. Nesse contexto, ela expressa a ideia de finalidade, de propósito. Ela está entre vírgulas porque está deslocada da ordem direta da oração.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
A gestão pública municipal eficiente integra planejamento estratégico, desenvolvimento econômico sustentável e promoção da qualidade de vida da população. Sobre as características que evidenciam a gestão de Timbó e seu modelo de desenvolvimento, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Timbó foi reconhecido como Município Turístico pela Embratur e desenvolveu programas estruturantes para o setor, incluindo a criação de associações de artesãos, ampliação da rede hoteleira e diversificação de serviços turísticos.
PORQUE
II. A cidade, privilegiada pela natureza com cenários ímpares, aliada à preservação da arquitetura, ao resgate histórico através da cultura e ao povo hospitaleiro, criou condições favoráveis para o desenvolvimento turístico sustentável integrado aos demais setores econômicos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A formação territorial e o desenvolvimento econômico de Timbó estão intrinsecamente relacionados aos recursos naturais e à localização estratégica do município. Sobre os aspectos geográficos e históricos que contribuíram para a colonização e desenvolvimento local, analise as afirmativas apresentadas a seguir:
I. O município de Timbó é cortado pelos rios Benedito e dos Cedros, que se encontram no centro da cidade, sendo que o Rio Benedito nasce em Doutor Pedrinho e recebe esse nome em alusão à sua grande biodiversidade.
II. Os primeiros imigrantes iniciaram a colonização por volta de 1867 na localidade conhecida como Mulde e posteriormente se espalharam para outras regiões formando o Bairro São Roque e a localidade de Cedrinho.
III. O principal marco do desenvolvimento industrial foi a instalação da atafona da família Benz, cujo empreendimento incluía uma represa em arcos que atualmente integra o Complexo Turístico Jardim do Imigrante.
IV. O primeiro prefeito de Timbó foi eleito democraticamente pela população logo após a emancipação política do município.
É correto o que se afirma em:
Santa Catarina consolidou sua posição estratégica no agronegócio brasileiro em 2024, combinando eficiência produtiva e competitividade internacional. Sobre o desempenho do estado no cenário agroindustrial e suas exportações, considere as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. As exportações do setor agropecuário catarinense somaram US$ 7,6 bilhões em 2024, representando 65% do total exportado pelo estado naquele ano.
PORQUE
II. A forte integração agroindustrial nas cadeias de carnes, leite e frutas, aliada à estrutura cooperativista e ao rigor sanitário, configuram diferenciais estratégicos que ampliam a competitividade catarinense no mercado internacional.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital constitui desafio contemporâneo que demanda atualização constante das políticas públicas e ações educativas nas escolas. A Classificação Indicativa, recentemente atualizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, representa instrumento importante para assegurar ambientes midiáticos seguros para o público infantojuvenil. No contexto escolar, o conhecimento sobre essas políticas auxilia educadores, gestores e famílias na orientação de estudantes quanto ao uso responsável e seguro de tecnologias digitais. Sobre as inovações trazidas pela atualização da política de Classificação Indicativa e suas implicações para a proteção de crianças e adolescentes, analise as afirmativas a seguir:
I. A política de Classificação Indicativa foi atualizada para incluir a avaliação de riscos relacionados à interatividade digital, abrangendo jogos eletrônicos, aplicativos e redes sociais.
II. A medida visa criar mecanismos que contribuam para a construção de um ambiente midiático e digital mais seguro, educativo e respeitoso para as crianças brasileiras.
III. A atualização contempla riscos específicos do ambiente digital, como contato com adultos desconhecidos, compras não autorizadas e interações potencialmente perigosas com agentes de inteligência artificial.
IV. As escolas podem utilizar os parâmetros da Classificação Indicativa como referência pedagógica em projetos de educação digital e letramento midiático com estudantes e famílias.
É correto o que se afirma em:
A democratização do acesso à justiça pressupõe a ampliação do conhecimento sobre direitos fundamentais e a capacitação de diferentes atores sociais, incluindo profissionais da educação que atuam na formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens. No ambiente escolar, a educação em direitos humanos constitui dimensão essencial do currículo, articulando-se a políticas públicas que visam fortalecer a consciência crítica e a participação social dos estudantes. A Escola Nacional de Acesso à Justiça (Enaju), lançada em outubro de 2025, surge como instrumento de empoderamento jurídico comunitário e de qualificação de operadores do sistema de justiça, cujos conteúdos e metodologias podem subsidiar práticas pedagógicas voltadas à educação em direitos e à cidadania nas redes de ensino. Sobre os objetivos e mecanismos da Enaju no contexto das políticas públicas de acesso à justiça e suas interfaces com a educação básica, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A Escola Nacional de Acesso à Justiça visa democratizar o conhecimento sobre o sistema de justiça, fortalecer a cidadania e ampliar os instrumentos de acesso à justiça para populações historicamente vulnerabilizadas, promovendo intercâmbio entre operadores da justiça e comunidades, o que pode contribuir para o desenvolvimento de projetos educativos sobre direitos nas escolas.
PORQUE
II. A iniciativa representa mecanismo de empoderamento jurídico comunitário que permite às pessoas em situação de vulnerabilidade reconhecerem seus direitos e saberem onde buscar proteção, ao mesmo tempo em que capacita profissionais das instituições de justiça para melhor compreenderem as demandas comunitárias, conhecimento que pode ser compartilhado com educadores em processos formativos interdisciplinares.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A concepção formativa da avaliação reposiciona o papel do erro no processo de ensino-aprendizagem. Sobre a função diagnóstica do erro na perspectiva da avaliação formativa, analise as afirmativas a seguir:
I. O erro constitui elemento diagnóstico que orienta o professor no replanejamento das práticas pedagógicas, ampliando as possibilidades de aprendizagem significativa.
II. O erro representa indicador de deficiência na aprendizagem que deve ser corrigido mediante estratégias de reforço e recuperação paralela.
III. A análise qualitativa dos erros dos estudantes fornece informações relevantes sobre seus processos cognitivos e lacunas conceituais, subsidiando intervenções pedagógicas diferenciadas.
IV. O erro deve ser minimizado mediante avaliações mais frequentes e objetivas, assegurando feedback imediato e padronização de respostas corretas.
É correto o que se afirma em
O desenvolvimento de competências socioemocionais tem sido crescentemente reconhecido como dimensão essencial da formação integral dos estudantes. Sobre as competências socioemocionais no contexto educacional, analise as afirmativas a seguir:
I. As competências socioemocionais articulam aspectos cognitivos, afetivos e sociais, promovendo empatia, autorregulação emocional e tomada de decisão ética.
II. O desenvolvimento de competências socioemocionais corresponde à aquisição de habilidades técnicas específicas previstas nos componentes curriculares tradicionais.
III. A educação socioemocional contribui para a formação de sujeitos capazes de reconhecer e gerir emoções, estabelecer relações interpessoais construtivas e tomar decisões responsáveis.
IV. As competências socioemocionais substituem progressivamente os conteúdos cognitivos tradicionais, representando novo paradigma educacional centrado na dimensão afetiva.
É correto o que se afirma em:
A comunicação assertiva constitui competência socioemocional fundamental para a prática pedagógica efetiva. Sobre os fundamentos e características da comunicação assertiva no contexto educacional, considere as afirmativas apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) A comunicação assertiva pressupõe escuta ativa, empatia e clareza na expressão, permitindo o diálogo pedagógico sem agressividade ou passividade.
(__) A assertividade implica neutralidade emocional e distanciamento afetivo, assegurando objetividade nas interações professor-aluno.
(__) A comunicação assertiva articula-se ao domínio de técnicas oratórias e estratégias retóricas de persuasão, fundamentais para a gestão de sala de aula.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) têm assumido papel relevante na mediação pedagógica contemporânea. Sobre a integração das TICs às práticas educativas, considere as afirmativas apresentadas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) O uso pedagógico das TICs deve integrar criticamente os recursos digitais ao currículo, favorecendo práticas colaborativas, autoria discente e desenvolvimento de competências digitais.
(__) As TICs constituem ferramentas autossuficientes de ensino que podem substituir progressivamente o planejamento docente e a mediação pedagógica presencial.
(__) A mediação pedagógica com TICs requer intencionalidade didática, seleção criteriosa de recursos e estratégias que promovam protagonismo estudantil e construção colaborativa de conhecimentos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: