Questões de Concurso Público Prefeitura de Ilhota - SC 2023 para Vigia

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Q3624907 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Redes sociais podem ser viciantes?":
O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas , além de proteger os jovens de crimes na internet.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a figura de linguagem presente no trecho:
Alternativas
Q3624908 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
A respeito das relações coesivas em "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No terceiro parágrafo, a palavra "isso" retoma o fato de que "mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo".

(__)No quinto parágrafo, a palavra "ele" está se referindo a "uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente".

(__)No sétimo parágrafo, a palavra "isso" retoma a ideia de que as pessoas ficam presas às máquinas por causa da expectativa pela recompensa.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3624909 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
A partir da leitura de "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir:

I.As redes sociais funcionam como as drogas no sentido de que podem ser viciantes ao darem recompensas aos usuários.
II.Os jovens e as crianças são mais vulneráveis às redes sociais, porque têm mais tempo livre para acessá-las.
III.As recompensas oferecidas pelas redes sociais são customizadas, pois são geradas a partir das preferências dos usuários.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3624910 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada no sentido conotativo:
Alternativas
Q3624911 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise a seguinte sentença, retirada de "Redes sociais podem ser viciantes?":
De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente.
Agora, assinale a alternativa correta a respeito da sintaxe do período:
Alternativas
Q3624912 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante no texto "Redes sociais podem ser viciantes?":
Alternativas
Q3624913 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Sobre as características textuais de "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I.O texto apresenta uma temática relevante para nossos dias, pois a tecnologia está bastante presente no cotidiano e pode refletir em nossa saúde. Trata-se de um texto para público leigo.
PORQUE
II.O texto faz uso de linguagem acessível, não especializada. São empregados termos e conceitos não técnicos, o que colabora com a compreensão do conteúdo.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3624914 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego do acento grave (crase):
Alternativas
Q3624915 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, a correta relação de sentido criada em cada uma das sentenças a seguir:
Alternativas
Q3624916 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Redes sociais podem ser viciantes?":
Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta palavras que poderiam substituir as destacadas no trecho, sem prejuízo de valor:
Alternativas
Q3624917 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Ilhota, em seu art. 62, esclarece acerca das indenizações. Sendo assim, constituem indenizações ao servidor público, além do transporte e auxílio escolar:
Alternativas
Q3624918 Legislação Federal
De acordo com dados do Censo da Educação Superior, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 1,1 milhão de estudantes ingressaram no ensino superior público por meio da Lei de Cotas entre 2012 e 2022. Ao encontro disso, entrou em vigor a Lei 14.723/23, que atualiza a Lei de Cotas no ensino federal (superior e técnico) e prevê a reserva de vagas para estudantes egressos de escolas públicas e outros. Entre as alterações que a nova legislação prevê, estão a mudança do mecanismo de ingresso dos cotistas no ensino superior federal, ________________ da renda familiar para reservas de vagas e a inclusão de estudantes ________________ como beneficiários das cotas (Fonte: Agência Câmara de Notícias, 2023).


Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
Alternativas
Q3624919 Geografia
Ilhota, a cidade em que você almeja ingressar como servidor público e Blumenau, cidade da banca organizadora deste concurso, ficam correta e respectivamente localizadas nas seguintes mesorregiões do mapa:


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3624920 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Ilhota, em seu art. 22:
Alternativas
Q3624921 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Conforme a Lei Orgânica do Município de Ilhota, em seu art. 125, a ordem social do Município tem como base o primado do trabalho e como objeto o bem-estar e a: 
Alternativas
Q3624922 Matemática
Luana guardou R$ 120,00 para comprar uma jaqueta. Chegando à loja para comprá-la, verificou que houve um aumento no valor de jaqueta. Se ela tivesse R$ 50,00 a mais, ela poderia comprar a jaqueta e ainda sobrariam R$ 38,00. Pode-se afirmar que o novo preço da jaqueta, quando Luana foi comprá-la, era, em reais, de:
Alternativas
Q3624923 Matemática
Dona Maria comprou uma televisão pagando metade de entrada e o restante em 5 prestações iguais de R$ 240,00. Pode-se afirmar que o valor total pago pela televisão foi, em reais, de:
Alternativas
Q3624924 Matemática
Para produzir 120 peças de um determinado produto, uma máquina leva uma hora e meia. Pode-se afirmar que, para a produção de 500 peças nessa máquina, será necessário um tempo de:
Alternativas
Q3624925 Matemática
João recebe R$ 1.500,00 por mês e gasta metade com aluguel; R$ 500,00 com alimentação e o restante com as suas demais despesas. Pode-se afirmar que a quantidade que ele gasta com as suas demais despesas é, em reais, de:
Alternativas
Q3624926 Matemática
Bianca comprou um celular que estava custando R$ 1.280,00. Ela recebeu 20% de desconto nesse valor. Pode-se afirmar que o valor final que Bianca pagou pelo celular foi, em reais, de:
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: D
4: E
5: D
6: D
7: D
8: C
9: B
10: B
11: D
12: B
13: E
14: X
15: D
16: A
17: A
18: C
19: B
20: C