Após três meses de vigência de um novo protocolo de segurança e rotina em uma
unidade prisional, um analista constata o fracasso da medida implementada. Embora ela tenha sido
bem elaborada do ponto de vista técnico e jurídico, os detentos continuaram operando sob antigas
lógicas de negociação e códigos de conduta não escritos, inviabilizando a padronização almejada. Para
elaborar seu diagnóstico sobre o fracasso dessa iniciativa, o analista recorre ao referencial das teorias
neoinstitucionalistas de análise de políticas públicas. A partir disso, o relatório do analista deve
constatar que: