Questões de Concurso Público Câmara de Candeias - MG 2025 para Controlador Interno
Foram encontradas 40 questões
Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:
Dentre
Marcos Bagno
Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.
Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.
A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:
(a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma
➜ Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita
(b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma
➜ As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma
Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.
Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)
Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu.
(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.)
Em todos os trechos sublinhados a seguir, verificamos esse recurso, EXCETO em:
Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:
Dentre
Marcos Bagno
Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.
Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.
A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:
(a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma
➜ Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita
(b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma
➜ As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma
Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.
Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)
Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu.
(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.)
I) Em função da acepção mais antiga sobre o uso de “dentre” e “entre”, estatisticamente a última forma seria a mais recorrente, pois não teria a preposição que ocorre na primeira forma.
II) A nova acepção de “dentre” é empregada quando se indica uma grande quantidade de opções, configurando-se, portanto, uma mudança linguística.
III) Os defensores do uso original de “dentre” e “entre” lograrão êxito se as escolas usarem com mais recorrência os sentidos originais de tais palavras.
IV) Quando se tem uma variação linguística, oscilando entre duas ou mais formas, até chegar ao ponto de haver a mudança, é de difícil reversibilidade.
Estão CORRETAS:
Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:
Dentre
Marcos Bagno
Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.
Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.
A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:
(a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma
➜ Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita
(b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma
➜ As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma
Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.
Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)
Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu.
(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.)
A esse respeito, analise as assertivas seguintes:
I) A utilização de diversos exemplos atuais e antigos.
II) O recurso a questões retóricas e a estatísticas.
III) A utilização de termos eruditos, para garantir a legitimidade ao texto.
IV) A construção de um texto com entrelaçamento de ideias divergentes e convergentes.
Estão CORRETAS somente as assertivas:
Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:
Dentre
Marcos Bagno
Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.
Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.
A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:
(a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma
➜ Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita
(b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma
➜ As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma
Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.
Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)
Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu.
(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.)
I) As formas verbais “sucediam”, “aconteciam”, “diziam”, “faziam”, “eram”, “procuravam” criam uma ideia de situações que se arrastam no tempo e constroem um cenário no qual as ações principais se dão.
II) As formas verbais “fugira” e “haviam condenado” são ações que ocorreram antes de qualquer outra ação do pretérito.
III) As formas verbais aspectuais “morando” e “quebrando” dão ideia de certa duratividade.
IV) O verbo “anunciou” inicia uma nova fase, a da estreia da ação principal.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS as assertivas em:
Leia o texto a seguir:

Assinale a alternativa CORRETA para a seguinte pergunta: O que garante, linguisticamente, a construção do humor nesta tirinha?
Em uma página das redes sociais, encontramos o seguinte texto:
ORAÇÂO DOS CONCURSEIROS
“Vaga nossa que está no serviço público,
Azarado seja nosso concorrente,
Seja correta nossa resposta, assim na certeza como no chute.
O cursinho nossa de cada dia que pagamos até hoje,
Justificai nossas despesas,
Assim como justificamos as respostas dissertativas.
E não nos deixe cair em pegadinhas,
Mas livrai-nos da reprovação.
Amém!”
Rodrigo e Roger participam de uma brincadeira de adivinhar o número que um pensou.
Sendo assim, Rodrigo pensou em um número com 3 algarismos. E Roger perguntou a Rodrigo:
- Da esquerda para direita: multiplique o primeiro dígito do número por 4, e some com 6. Depois, multiplique o resultado por 5 e some o segundo dígito e, finalmente, o resultado por 10 e some o terceiro digito.
Rodrigo efetuou os cálculos corretamente e afirmou que o resultado foi de 1563.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o número pensado por Rodrigo foi
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o próximo termo dessa sequência é
Seja N o número de triângulos que existem na figura (d).
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o número N é igual a
Sabe-se que
• a soma das idades dos cinco irmãos é 189 anos,
• a soma das idades das idades de Camilo, Diogo e Eduardo é 124 anos.
• André é o mais velho cuja idade é um múltiplo de 3.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que André possui
I – Existem pessoas inteligentes e que gostam de Matemática.
II – Pessoas que gostam de Matemática e que são chatas não são inteligentes.
Sabe-se que ambas as afirmações são verdadeiras.
Com base nessas informações, é CORRETO concluir que existem pessoas que
Sabe-se que, sozinho, João levaria o triplo do tempo que José levaria para pintar a mesma parede. Além disso, Paulo levaria o dobro do tempo que João e José levariam juntos para pintar a mesma parede.
Seja T o tempo que João levaria para pintar sozinho essa mesma parede.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que T é
Fernando: "Eu tenho o triplo da idade que Gabriel tinha quando eu tinha a idade que Henrique tem hoje."
Gabriel diz: "Quando Henrique tiver a idade que Fernando tem hoje, a soma das nossas 3 idades será 66 anos."
Atualmente, Henrique tem 10 anos.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que, atualmente, a soma das idades dos 3 irmãos é
I. A reunião extraordinária, com duração de 3 (três) horas, terá Expediente de apenas 60 (sessenta) minutos, sendo nele autorizado o uso da palavra por orador inscrito.
II. A reunião ordinária terá duração de 3 (três) horas, prorrogáveis mediante autorização plenária, e obedecerá à seguinte ordem: Ordem do Dia, Expediente e Chamada Final.
III. A Ordem do Dia terá a duração de 1h55min e compreenderá a apreciação das proposições, na ordem de preferência regimental.
IV. O presidente poderá, de ofício ou a requerimento, destinar o Expediente para homenagem especial ou interrompê-lo para receber personalidade de relevo ou profissional de notório saber para exposição de assunto específico a tratar com a Câmara.
Estão CORRETAS as afirmativas:
No que se refere às normas estabelecidas no Regimento Interno da Câmara Municipal de Candeias/MG para o uso da Tribuna Popular, julgue as assertivas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) O orador admitido na Tribuna Popular poderá apresentar reivindicação, sugestão, questionamento e denúncias. As defesas de interesses individuais ou coletivos não poderão ser reivindicadas nesta oportunidade, devendo ser manejada ação própria para este fim.
( ) Durante as sessões ordinárias da Câmara Municipal será permitida aos oradores diversas manifestações por sessão, utilizando a Tribuna situada no Plenário Prefeito Ananias Afonso Lamounier.
( ) O direito ao contraditório será respeitado, mediante controle da Mesa da Câmara que poderá conceder a palavra imediatamente ao requerente, pelo prazo de 20 minutos, ou sugerir que o interessado se inscreva na próxima sessão ordinária.
( ) O orador deverá estar trajado adequadamente, ser devidamente identificado e prestar compromisso de dizer a verdade, sob pena do cometimento de crime.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: