Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Área de Atuação - Transplante de Medula Óssea
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O serviço repetiu o exame de Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) que está mostrado a seguir.
O resultado da HPLC permite afirmar que a paciente é portadora de
• Hemoglobina: 10,1 g/dL; VCM: 81,5 fL
• Leucócitos totais: 52.000/µL; eosinófilos: 1.806/µL; mielócitos: 1.056/µL; metamielócitos: 1.586/µL; bastões: 5.750/µL; segmentados: 36.379/µL; linfócitos: 3.167/µL; monócitos: 2.639/µL.
• Plaquetas: 357.000/µL
Diante da leucocitose acentuada, o hospital solicita a transferência da paciente para um serviço de Hematologia. O hematologista consultado, entretanto, considera improvável que se trate de uma doença hematológica primária.
O exame que pode resolver a controvérsia e definir o diagnóstico é
O pediatra solicita um teste de Coombs direto, cujo resultado é mostrado na imagem abaixo (em que a sigla ctl significa “controle”):
O laboratório testa também o soro da criança contra hemácias comerciais do grupo O, provenientes de adultos, e contra hemácias do grupo O obtidas de sangue de cordão umbilical. O soro da criança aglutina apenas as hemácias provenientes dos adultos.
Esse conjunto de sinais e sintomas, associados ao resultados dos exames de laboratório, levam à conclusão de que a anemia hemolítica autoimune foi causada por:
Ao exame físico: hipocorado (++/4+), afebril, anictérico. Presença de equimoses e petéquias em membros inferiores. Sem linfonodomegalias ou visceromegalias. Seu hemograma mostra uma hemoglobina de 7,8 g/dL, reticulócitos: 14.000/uL, leucócitos totais: $1.800/uL, los segmentados: 380/uL, linfócitos: 1.320/uL, monócitos: 100/uL, plaquetas: 16.000/uL. O esfregaço de sangue periférico indica ausência de blastos, displasias ou dacriócitos. As sorologias virais (HIV, HBV, HCV, EBV, CMV, Parvovírus B19) são não reagentes.
A biópsia de medula óssea mostra hipocelularidade acentuada para a idade (celularidade global de cerca de 10%) , com predomínio de tecido adiposo, ausência de fibrose reticulínica, sem alterações displásicas e sem infiltração por células neoplásicas. Cariótipo de medula óssea: 46, XY, 20 metáfases normais. O paciente tem um irmão de 21 anos, consanguíneo, hígido e com compatibilidade HLA 10/10 confirmada.
Considerando a estratificação de gravidade e as diretrizes terapêuticas atuais, assinale a conduta mais adequada para esse caso.
A conduta inicial deve ser
Assinale a afirmativa correta a respeito da melhor opção para o tratamento dessa criança.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e como deve ser tratado.
Assinale a afirmativa correta a respeito da complicação esperada e de sua prevenção.
A respeito da definição e da utilidade clínica do quimerismo no pós-TMO, assinale a afirmativa correta.
O residente deve registrar e comunicar os dados do estudo do seguinte modo:
Dentre as condutas listadas abaixo, assinale a que corresponde a um procedimento ético e metodologicamente adequado.
A melhor conduta para o caso é
De acordo com as evidências até agora disponíveis, o médico deve indicar, em seu relatório, que o luspatercepte
Seu hemograma, feito 3 semanas antes da consulta agendada com o hematologista-assistente, mostrava uma dosagem de hemoglobina de 8,5 g/dL, leucometria total de 18.500/µL, desvio à esquerda (mielócitos e metamielócitos circulantes) e contagem de plaquetas de 105.000/µL. O esfregaço do sangue periférico mostrava eritroblastos, anisopoiquilocitose e numerosos dacriócitos. Ao exame físico, a esplenomegalia havia aumentado consideravelmente.
O médico colheu um novo hemograma durante a consulta e o resultado foi idêntico ao anterior.
A hipótese mais provável para explicar a mudança súbita no hemograma é