Maria, servidora de uma Secretaria do Poder Executivo do Estado
do Rio de Janeiro, constatou que outro servidor não estaria
exercendo com estrita moderação as prerrogativas funcionais, o
que, em tese, configuraria afronta ao Código de Ética Profissional
do Servidor Público Civil do Poder Executivo do Estado do Rio de
Janeiro. Por essa razão, desejava encaminhar peças para a
estrutura orgânica responsável pela apuração da referida
conduta.
Após consultar o decreto de regência, Maria concluiu
corretamente que a apuração deve ser realizada