Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Área de Atuação - Oncologia Pediátrica
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Paciente de 37 anos com lesão pigmentada em planta do pé, de bordas irregulares, é diagnosticada com melanoma acrallentiginoso após biópsia.
A seguinte característica é típica desse subtipo de melanoma:
Paciente de 62 anos com melanoma metastático está em uso de imunoterapia com anti-PD-1. Após três ciclos, desenvolve diarreia intensa, dor abdominal e febre. Avaliação clínica e exames indicam colite imune.
A conduta mais adequada neste cenário é
Homem de 74 anos com carcinoma basocelular múltiplo, recorrente e inoperável. Estudo genético revela ativação da via Hedgehog.
O tratamento mais adequado neste cenário é
Um paciente de 63 anos teve diagnóstico confirmado de câncer de próstata por biópsia no serviço público. Ele foi encaminhado ao centro de oncologia para início do tratamento, mas relata que ainda aguarda vaga após 3 meses.
De acordo com a legislação brasileira vigente, o prazo máximo permitido para o início do tratamento oncológico no SUS, a partir da confirmação histopatológica do câncer, é de
Uma mulher de 54 anos, com nódulo palpável em mama esquerda, realizou mamografia com achado BI-RADS 5, altamente suspeito para malignidade.
De acordo com a legislação brasileira, o prazo máximo para realização do exame diagnóstico definitivo no SUS, após a solicitação médica diante de suspeita de câncer, é de
Uma mulher de 48 anos foi diagnosticada com carcinoma invasivo de mama. A imuno-histoquímica revelou receptor hormonal positivo, HER2-negativo, e Ki-67 de 10%.
Com base no subtipo molecular e na classificação atual, esse tumor deve ser classificado como
Uma paciente de 52 anos foi diagnosticada com carcinoma invasivo de mama. A imuno-histoquímica demonstrou receptor hormonal positivo, HER2-negativo e índice de Ki-67 de 35%.
Com base nas características moleculares, esse tumor deve ser classificado como
Homem de 60 anos apresenta sangramento retal e perda ponderal. A colonoscopia mostra lesão vegetante no cólon sigmoide. A biópsia confirma adenocarcinoma moderadamente diferenciado. O estadiamento revela metástase isolada no fígado (2 lesões, com menos de 3 cm).
A melhor conduta terapêutica é
Homem de 65 anos, sem comorbidades, foi diagnosticado com adenocarcinoma de próstata com escore de Gleason 8 (4+4), PSA de 25 ng/mL e toque retal sugestivo de neoplasia extracapsular.
A melhor conduta terapêutica inicial para esse caso é
Homem de 69 anos, com história de colelitíase crônica, apresenta dor em hipocôndrio direito, icterícia progressiva e emagrecimento. A tomografia evidencia espessamento da parede da vesícula biliar com invasão hepática segmentar. Biópsia confirma adenocarcinoma.
O tratamento de escolha para esse paciente é
Homem de 58 anos, com cirrose hepática por hepatite C (child Pugh A), apresenta dor abdominal e perda de peso. A dosagem de alfafetoproteína (AFP) está em 600 ng/mL. A imagem mostra nódulo hepático de 4 cm, hipervascular na fase arterial e washout na fase portal.
A principal conduta terapêutica indicada neste caso é
Recém-nascida do sexo feminino, nascida a termo, parto vaginal, peso ao nascimento de 3.350 g, sem intercorrências durante a gestação ou parto. Apgar 8/9. No exame físico de rotina realizado nas primeiras 24 horas de vida, o pediatra observa assimetria de pregas cutâneas nos membros inferiores, encurtamento aparente de membro inferior esquerdo e limitação à abdução da coxa esquerda. Realiza a manobra de Ortolani e sente um ‘clunk’ positivo no quadril esquerdo. O quadril direito não apresenta alterações ao exame físico.
A conduta mais indicada nesse caso é
Menino de 6 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento com lesões cutâneas pruriginosas no abdome, coxas e membros superiores há 5 dias. As lesões iniciaram como pápulas eritematosas que evoluíram para vesículas agrupadas com base eritematosa, com posterior formação de crostas melicéricas. Não há febre ou outros sintomas sistêmicos. A mãe relata que a criança frequenta escola e recentemente teve contato com um primo que apresentou lesões semelhantes.
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são
Lactente do sexo masculino, 6 meses de idade, sem história de internações prévias, é trazido à consulta por apresentar diarreia crônica com fezes volumosas, amareladas, fétidas e oleosas desde os 3 meses de vida. A mãe relata que o bebê tem dificuldade para ganhar peso, apesar de se alimentar bem. Exame físico: paciente ativo, com peso e estatura abaixo do percentil 3 para a idade, presença de baqueteamento digital e leve distensão abdominal. Não há alterações respiratórias evidentes no momento da consulta. Foi realizado teste do pezinho ampliado, com suspeita de alteração metabólica, ainda sem confirmação diagnóstica.
O próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica é
Lactente do sexo masculino, 7 meses de idade, previamente hígido, é trazido à emergência com história de início súbito de episódios de choro intenso, acompanhado de flexão das pernas contra o abdome, intercalados com períodos de aparente bem‑estar. Nas últimas 6 horas evoluiu com vômitos biliosos e eliminação de fezes com muco-sanguinolentas. Ao exame físico: irritado, pálido, frequência cardíaca 168 bpm, pressão arterial 90/55 mmHg, temperatura 37,4 °C. Abdome discretamente distendido; à palpação, nota‑se massa alongada e firme no hipocôndrio direito. Sem sinais de peritonite. De imediato, você solicita dois acessos venosos para iniciar a reposição volêmica.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o seguinte exame deve ser solicitado como próximo passo para confirmar o diagnóstico:
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver‑se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é