Questões de Concurso Público EBSERH 2025 para Área de Atuação - Oncologia Pediátrica
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Um paciente de 18 anos de idade, portador de talassemia beta major, apresentou, ao final de uma transfusão de concentrado de hemácias, reação alérgica moderada caracterizada por tosse, broncoespasmo e prurido, apesar de ter sido pré-medicado com anti-histamínico oral.
Na transfusão anterior, feita 3 semanas antes, também havia apresentado reação alérgica leve, com rash cutâneo e prurido.
Na transfusão subsequente será necessário
Um paciente de 14 anos de idade, portador da doença de von Willebrand do tipo 3, apresenta epistaxes frequentes e volumosas.
O tratamento de primeira linha dessas hemorragias consiste em
Um paciente de 58 anos de idade é trazida pela mãe para consulta com hematologista que lhe foi indicada após o resultado de um hemograma. O hemograma mostrou anemia microcítica e hipocrômica (VCM: 75 fL, CHCM: 26, dosagem de hemoglobina: 9,5 g/dL). A contagem relativa de reticulócito era de 0,8%.
O exame de urina era normal e a criança não tinha história de diarreia. Sua alimentação era saudável e ela apresentava peso normal. Recentemente, havia feito três exames parasitológicos de fezes, todos negativos para a presença de helmintos e protozoários. A dosagem de ferro era de 35 µg/dL e a de ferritina, de 10 ng/mL.
O exame a ser solicitado para tentar identificar a etiologia dessa anemia ferropriva é
O dianóstico dessa criança é
Um paciente de 24 anos de idade, portador de doença falciforme com alta necessidade transfusional, apresenta dois anticorpos antieritrocitários (anti-Fyª e anti-S). Logo após a transfusão, seu hematócrito, que era de 17%, passou para 22%. A dosagem de hemoglobina S era de 80% antes da transfusão e passou a ser de 63% pós-transfusão. Cinco dias depois, o paciente apresentou sinais de acentuação da hemólise, com queda do hematócrito para 20% e aumento da hemoglobina S para 73%, sem sinais de infecção e sem crise álgica.
O diagnóstico mais provável para este caso é:
Um recém-nascido apresenta petéquias e equimoses, observadas poucas horas após o parto. Seu hemograma não mostra anemia nem alteração nos leucócitos, mas a contagem de plaquetas é de 9.000/µL, e há suspeita de hematoma intracraniano.
O coagulograma é normal. A mãe relata que, na gravidez anterior (a gestação atual era a sua segunda), o recém-nascido não apresentou problema semelhante ao nascer, mas ela tinha lembrança de que a contagem de plaquetas do bebê era de 50.000/µL.
Todos os hemogramas maternos feitos no pré-natal, e logo após o parto, mostraram uma contagem de plaquetas normal. O diagnóstico presuntivo dessa criança foi de trombocitopenia neonatal aloimune.
Nesse caso, o tratamento recomendado é a
Uma criança de 1 ano de idade, moradora da zona rural de um pequeno município distante da capital, e que não era acompanhada por pediatra, é trazida para uma emergência com febre, dor torácica intensa, icterícia e palidez.
Seus exames de laboratório mostravam:
- hemoglobina: 7,5 g/dL.
- leucócitos: 12.500/µL, com neutrofilia e desvio à esquerda.
- plaquetas: 250.000/µL.
- contagem de reticulócitos: 6%.
- LDH: 700 UI/µL.
- bilirrubinas totais: 4,5 mg/dL.
- bilirrubina indireta: 4 mg/dL.
Foi feito um esfregaço do sangue periférico, cujo resultado pode se ver a seguir.

O diagnóstico de base mais provável para esse caso é
Uma criança de 5 anos de idade, do sexo feminino, é trazida para a emergência com quadro de infecção respiratória, caracterizada por febre, tosse e mal-estar geral, além de dispneia aos médios esforços.
A tomografia computadorizada de tórax mostrou infiltrados pulmonares bilaterais, reticulares. Foi solicitado o teste da crioaglutinina, que foi positivo. O hemograma da internação mostrou anemia intensa (hemoglobina de 6 g/dL, com macrocitose) e a paciente começou a ser tratada com tetraciclina.
Para a investigação da anemia, o exame que precisa ser feito imediatamente é o(a)
Um recém-nascido prematuro, pesando 1 kg, está internado em uma UTI neonatal e necessita de transfusão de hemácias para corrigir anemia acentuada (dosagem de hemoglobina de 9 g/dL). Essa será a segunda transfusão que esse bebê receberá, sendo que ele não apresentou nenhuma reação adversa à primeira transfusão.
Considerando as especificidades do paciente, essas hemácias precisam obrigatoriamente ser
Uma adolescente de 17 anos de idade, portadora de doença falciforme (SS), é trazida por sua mãe para uma unidade de emergência de um hospital universitário com crise vaso-oclusiva e dor intensa na região lombar.
A mãe e a paciente dizem que a dor só passa com morfina injetável, e instam o pediatra de plantão a aplicar essa medicação imediatamente. O médico recusa e diz que a criança pode estar dependente de morfina, e que ele é quem vai decidir a medicação a ser adotada.
Em relação a esse diálogo, é correto afirmar que
Na avaliação pós-internação, o plantonista constata que o paciente apresenta sangramento nos locais de punção, hematomas no braço e sangramento gengival espontâneo. Seu hemograma da internação mostra uma hemoglobina de 8 g/dL, leucometria total de 21.000/µL e plaquetas de 40.000/µL.
A hipótese que explica esse sangramento é
Uma criança de 7 anos de idade é encaminhada para consulta com hematopediatra devido ao aparecimento frequente de equimoses nos membros inferiores. A avaliação da coagulação solicitada pelo médico mostra que se trata de um caso de doença de Von Willebrand do tipo 1.
Uma vez confirmado esse diagnóstico, o passo seguinte no seguimento da criança consiste em
Um paciente de 12 anos de idade, portador da síndrome de Rendu-Osler-Weber (teleangiectasia hereditária hemorrágica) apresenta epistaxe de vulto, que já durava 12 horas, e é levado pela família ao hospital, durante a noite. Lá, o médico plantonista constata que o paciente está hipovolêmico, com instabilidade hemodinâmica, e prescreve transfusão emergencial de 3 bolsas de concentrados de hemácias. Ele pede ao serviço de hemoterapia que a primeira bolsa seja enviada antes mesmo da realização de prova cruzada, e informa que a criança tem uma carteirinha em que está registrado que o seu grupo sanguíneo é A+. O serviço envia então uma bolsa A+, enquanto realiza as provas de compatibilidade pré-transfusionais.
A respeito da conduta do serviço de hemoterapia, nesse caso, é correto afirmar que
Homem de 24 anos de idade procura a emergência com quadro de febre, fadiga e sangramento gengival. Apresenta palidez cutâneo-mucosa, petéquias e adenomegalias cervicais bilaterais. Seu hemograma mostra uma dosagem de hemoglobina de 6,8 g/dL, 52.000 leucócitos/µL (70% blastos), com 48.000 células mononucleares/µL, e plaquetas de 22.000/µL.
Diante desse quadro, a principal hipótese diagnóstica é
Uma gestante O Negativo, 15 anos de idade, dá à luz uma criança que nasce com sinais de sofrimento fetal. O grupo sanguíneo da criança é A Negativo, e ela apresenta anemia intensa e hiperbilirrubinemia indireta de 18 mg/dL (no sangue do cordão umbilical). O teste de Coombs indireto da criança, feito também no sangue do cordão umbilical, foi levemente positivo (+/4+). A pesquisa de anticorpos irregulares na mãe foi negativa. Decidiu-se pela realização de uma exsanguineotransfusão.
O sangue a ser utilizado deve ser sangue total
Uma mulher de 32 anos, com queixas de mialgia, epistaxe, petéquias e equimoses, procura um hematologista, que solicita um hemograma e um coagulograma. Os resultados desses exames mostram: hemoglobina 8,4 g/dL; leucócitos 9.500/µL, com 25% de blastos; contagem de plaquetas de 28.000/µL; TP de 19 segundos (controle 13s), com RNI de 2; PTTa de 44 s (controle 32); fibrinogênio 90 mg/dL; PDF elevados. O esfregaço do sangue periférico mostra bastonetes de Auer.
Diante desse quadro, a conduta inicial recomendada é