Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Endoscopia Ginecológica
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Na avaliação do conteúdo uterino em uma gestante de 36 semanas, utiliza-se o método palpatório, que visa ao reconhecimento do feto, sua apresentação e posição. Para sistematizar a técnica da palpação, são consideradas suas diversas fases ou tempos.
A manobra de Leopold ou Pawlick, que visa à exploração da mobilidade do polo que se apresenta em relação com o estreito superior, se constitui no seguinte tempo:
Uma mulher de 41 anos, gesta 3 para 1 e aborto 1, foi diagnosticada com neoplasia trofoblástica gestacional de alto risco.
Nesse caso, para o tratamento medicamentoso no dia 1 da semana 1, devem ser utilizados os seguintes agentes:
Uma secundigesta de 25 anos encontra-se na fase ativa do trabalho de parto, mas não deseja analgesia. Sua opção é por um método não farmacológico para alívio da dor.
Dentre os métodos disponíveis, aquele que apresenta maior eficácia, pois, além de aumentar a liberação de endorfinas e a diminuição das catecolaminas, diminui a ansiedade da gestante, é:
Uma mulher de 31 anos, gesta 2 para 2, encontra-se com 40 minutos no secundamento, sem sangramento ativo. Ainda não ocorreu a expulsão placentária espontânea. Diante desse quadro, o obstetra coloca-se à direita da puérpera e, com a mão esquerda sob o abdômen, apreende o fundo uterino, guiando e auxiliando a extração da placenta por meio de movimentos cautelosos de expressão.
Tal manobra é conhecida como:
Uma puérpera de 29 anos, gesta 3 para 2 e aborto 1, chega à emergência da maternidade e, durante a anamnese e exame físico, o obstetra de plantão suspeita de morbidade febril puerperal ou febre puerperal.
Sua suspeita foi baseada no fato de estarem presentes no exame os seguintes critérios em relação à temperatura axilar, horas ou dias de duração da febre e dia do puerpério:
Diante disso, para encurtar o período expulsivo, o obstetra de plantão utilizou-se corretamente de fórceps de:
Uma mulher de 44 anos, com história de duas perdas gestacionais anteriores no 2o trimestre, por volta de 1617 semanas de gestação, sempre na ausência de trabalho de parto ou descolamento prematuro de placenta, encontra-se novamente grávida, atualmente na 15ª semana de gestação, de acordo com ultrassom morfológico de primeiro trimestre realizado na 12ª semana. Realizou biópsia de vilo corial com 13 semanas.
No entanto, a equipe médica não realizou a cerclagem cervical preventiva devido ao fato de a gestante apresentar como contraindicação:
Fernando Magalhães vaticinou, em tempos pretéritos, que o parto do futuro seria natural ou cesáreo.
Para uma primigesta de 26 anos, uma cesariana planejada aumenta, em relação ao parto normal, a probabilidade de:
Uma secundigesta de 34 anos, durante o início do pré-natal, apresentou resultado da sorologia para toxoplasmose IgG + e IgM +. O teste de IgG da mesma amostra revelou baixa avidez, o que levou o obstetra a suspeitar, no pré-natal, de possível infecção. Conversando com a gestante, optou-se pela realização do PCR no líquido amniótico, colhido na 19ª semana de gestação. O resultado foi positivo.
Nesse caso, o tratamento a ser instituído é:
Uma puérpera no terceiro dia pós-parto normal apresenta ingurgitamento mamário, como consequência da retenção de leite e distensão alveolar.
recomendação acertada a ser dada nesse caso é:
Uma gestante de 25 anos, gesta 2 para 1, parto normal há 3 anos, a termo, recebeu, na 12ª semana de idade gestacional da gestação atual, o diagnóstico de sífilis recente. Porém, ela é alérgica a penicilina.
Nesse caso, o tratamento a ser instituído é:
Uma puérpera HIV positivo, controlada clinicamente durante toda a gestação, encontra-se na 4ª hora pós-parto normal.
A equipe de obstetrícia contraindicou o aleitamento natural e prescreveu corretamente cabergolina da seguinte forma:
A magnitude da violência entre parceiros íntimos ainda é elevada durante a gestação.
Uma possível repercussão desse fato na saúde do feto, no que se refere a desfechos pré-natais não letais, é:
Uma primigesta de 32 semanas, oriunda da Baixada Fluminense, chega à maternidade com febre há 3 dias, associada a cefaleia, dor retrorbitária e prostração e mialgia, além de apresentar vômitos persistentes, hipotensão postural, letargia e sangramento de mucosa.
Diante desse quadro compatível com dengue, essa gestante deve ser classificada como grupo: