Questões de Concurso Público EBSERH 2024 para Área de Atuação - Endoscopia Ginecológica
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Uma gestante comparece à consulta de pré-natal com laudo de ultrassonografia evidenciando gestação tópica de 12 semanas com dois fetos e a presença do sinal do “lambda”.
Diante desse sinal, é correto afirmar que é uma gestação gemelar:
Uma paciente com 15 semanas de gestação realiza exames laboratoriais que evidenciam glicemia de jejum de 96 mg/dl. O médico do pré-natal solicita uma nova dosagem, cujo resultado é 95 mg/dl.
Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:
Uma gestante realiza ultrassonografia com 29 semanas e é verificado que o peso fetal se encontra no percentil 2. O volume de líquido amniótico é normal e o doppler das artérias umbilical e cerebral média está dentro dos parâmetros normais para a idade gestacional.
Seguindo o protocolo baseado em estágios para restrição de crescimento, a melhor conduta nesse caso é:
Uma gestante com 35 semanas chega à emergência com cefaleia e pressão arterial de 180 x 120 mmHg. É prontamente internada e hidralazina é administrada por via venosa. Após 30 minutos, a paciente continua com a pressão aumentada. São solicitados exames laboratoriais cujos resultados evidenciam: • plaquetas: 60.000/mm3 • creatinina: 1,5 mg/dl
• TGO: 120U/L e TGP: 110U/L
• relação proteína/creatinina: 0,2
Nesse quadro, o diagnóstico mais provável e uma das condutas iniciais são, respectivamente:
Paciente com 37 semanas de gestação procura atendimento após ter percebido perda de líquido por via vaginal. É confirmado o diagnóstico de rotura prematura de membranas.
Essa confirmação se deu pelo seguinte achado:
Uma mulher está em trabalho de parto e refere não ter alívio da dor entre as contrações. Ao ser examinada, é encontrado o sinal de Bandl associado com bradicardia fetal.
Esse achado está associado com o seguinte quadro:
Paciente com gestação gemelar monocoriônica realiza ultrassonografia com 22 semanas e identifica o primeiro feto com polidramnia e o feto dois com oligodramnia. Ambas as bexigas são visualizadas e o doppler das artérias umbilicais e cerebrais médias, além do ducto venoso, estão normais. O colo uterino mede 3,5 cm.
Diante desses achados, a melhor conduta é:
Após um parto vaginal complicado, o recém-nascido tem o diagnóstico de paralisia de Erb-Duchenne.
Esse quadro tem como uma de suas manifestações clínicas:
Nesse caso, é correto afirmar que:
Uma gestante, gesta 3 para 2, com 33 semanas e diagnóstico de diabetes gestacional e polidrâmnio, procura atendimento devido a perda de líquido amniótico. Ao exame, é encontrado útero com tônus normal, sem contrações uterinas nem sangramentos. O feto encontra-se em apresentação pélvica e percebe-se bradicardia.
Diante desse quadro, deve-se pensar no diagnóstico de:
Uma gestante realiza ultrassonografia com 18 semanas e é evidenciada adramnia. O feto está vivo, com bexiga muito distendida.
A causa mais provável da adramnia nesse caso é:
Uma gestante que não realizou pré-natal procura atendimento médico devido a um episódio de sangramento vaginal de grande volume sem associação com quadro álgico. Ao exame clínico, são observados fundo uterino de 31 cm, batimentos cardíacos fetais ritmados ao sonar e ausência de atividade contrátil uterina.
Nessa situação, uma das condutas iniciais mais adequadas é: