Questões de Concurso Público TRE-PE 2011 para Analista Judiciário - Análise de Sistemas
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Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, respectivamente:
O que leva um jovem profissional a considerar “normal”
que uma empresa de comunicação se alie a um governo ou aos
interesses de um poderoso grupo de anunciantes e que seu
jornalismo deliberadamente omita, distorça e manipule informa-
ções? Por que as constatações de que “todos fazem do mesmo
jeito”, “se não fizer assim não sobrevive”, “esse é o jogo jogado”
etc. se tornam suficientes para que profissionais se ajustem
inteiramente ao “sistema”? Essas, obviamente, não são ques-
tões novas e, certamente, não se restringem ao campo profis-
sional das Comunicações – uma forte razão, aliás, pela qual
não podem ser ignoradas.
Em seu livro Jornalismo na era virtual: ensaios sobre
o colapso da razão ética, Bernardo Kucinski chama a atenção
para o fato de que jovens jornalistas rejeitam a possibilidade de
uma ética porque “o desemprego estrutural fez da competição
com o próprio companheiro uma necessidade de sobrevivência,
e nesse ambiente as éticas socialmente constituídas cederam
espaço a uma ética de cada indivíduo. Cada um tem o dever de
pensar antes de tudo em si mesmo, em seu projeto de vida.
Uma ética em que o dever é definido como negação do social,
como celebração da individuação ética".
As ponderações de Kucinski nos ajudam a compreender
o que está acontecendo com os jovens profissionais em disputa
no mercado, e vão muito além do próprio campo das Comunica-
ções. Falam dos valores e das práticas que dominam o nosso
tempo de pensamento único e capitalismo globalizado. Que
diferença entre essas práticas e a recomendação do velho jor-
nalista norte-americano Joseph Pulitzer, que no tão remoto ano
de 1904 alertava: “É a ideia de trabalhar para a comunidade,
não para o comércio ou para si próprio que deve nortear as
preocupações de todo jornalista”.
Atravessamos no Brasil um período de profundas trans-
formações que implicará importantes mudanças estruturais re-
gulatórias da natureza e das atividades do sistema de comu-
nicações. Dessas transformações vai surgir um novo perfil (já
em construção, aliás) de profissionais e uma nova correlação de
forças entre os envolvidos no setor. Cuidemos todos para que
não se consagre de vez o prestígio cínico de um vazio ético.
(Adaptado de Venício A. de Lima, Observatório da imprensa)
• 4 pontos para o vencedor de uma partida por diferença de 3 ou mais gols.
• 3 pontos para o vencedor de uma partida por diferença de 1 ou 2 gols.
• 1 ponto para empate em uma partida.
• 0 ponto por derrota em uma partida por diferença de 1 ou 2 gols.
• -1 ponto por derrota em uma partida por diferença de 3 ou mais gols.
Em cada rodada do torneio ocorrem 2 jogos. O torneio será realizado em 6 rodadas, sendo que todos irão jogar contra todos duas vezes, sem repetir de uma rodada para a seguinte jogos entre os mesmos adversários. Após as duas primeiras rodadas, a tabela de classificação dos 4 times que disputam o torneio é:

Considerando-se apenas os dados fornecidos, o menor total possível de gols acumulados nos quatro jogos das duas primeiras rodadas do torneio é
A figura inicial da sequência C é igual à figura inicial das outras duas sequências, e as demais figuras de C são obtidas pela composição dos movimentos de translação e de rotação que acontecem nas outras duas sequências. Por exemplo, a 2a figura da sequência C é uma figura composta pelo movimento de translação efetuado na obtenção da 2a figura da sequência T e pelo movimento de rotação efetuado na obtenção da 2a figura da sequência R, e assim sucessivamente, cada elemento de C compondo os movimentos correspondentes das sequências T e R.
Observando essa lei de formação da sequência C, pode-se concluir que a 5a figura do ciclo da sequência R realizará composições, para formar figuras de C, com
I. À família do servidor que falecer na nova sede são assegurados ajuda de custo e transporte para a localidade de origem, dentro do prazo de um ano, contado do óbito.
II. A ajuda de custo é calculada sobre a remuneração do servidor, conforme se dispuser em regulamento, não podendo exceder a importância correspondente a seis meses.
III. Nos casos em que o deslocamento da sede constituir exigência permanente do cargo, o servidor não fará jus a diárias.
IV. O servidor que receber diárias e não se afastar da sede, por qualquer motivo, fica obrigado a restituí-las integralmente, no prazo de cinco dias.
De acordo com a Lei nº 8.112/90, está correto o que consta APENAS em