Questões de Concurso Público Prefeitura de Manoel Ribas - PR 2022 para Médico(a)
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Quantidade de casos confirmados de covid-19 por regiões do Brasil, até o dia 15/07/20.

Com base nesta tabela é correto afirmar que:
I - A asma varia muito de pessoa para pessoa e num mesmo indivíduo. Tem épocas que pode ser muito leve e os sintomas desaparecerem e tem momentos em que pode piorar muito, necessitando atendimentos de emergência e até mesmo internação. As crises de asma também podem variar, umas sendo mais fortes do que as outras.
II - Exposição a fezes de baratas pode provocar sintomas de asma. Piora por aumento da inflamação dos brônquios.
III - A fumaça do cigarro é prejudicial aos asmáticos, mesmo se o doente não fumar. Asmáticos filhos de pais fumantes estão sujeitos a piora dos sintomas e da própria gravidade da asma. A fumaça do cigarro, além de aumentar os sintomas também pode aumentar a inflamação dos brônquios.
IV - Ar muito frio e seco pode desencadear sintomas de asma por irritar os brônquios do asmático. Contudo, esse ar tem que ser muito frio, como o que ocorre nos invernos.
V - A exposição à poluição do ambiente em geral e poluição do ambiente de trabalho também pode piorar a asma.
I - Gastrites agudas são de aparecimento súbito e geralmente associadas a um agente causador como medicamentos (antiinflamatórios e corticoide) infecções e estresse físico ou psíquico podem levar a uma gastrite aguda.
II - Gastrite crônica: Sabe-se que a bactéria H. pylori pode determinar uma gastrite crônica (quadro prolongado de gastrite). Esta bactéria não sobrevive em ambientes ácidos, como é o estômago. No entanto, o Helicobacter pylori leva à destruição da barreira protetora que reveste a mucosa do estômago, permitindo que o suco gástrico agrida esta mucosa, o que leva à inflamação da mesma, caracterizando a gastrite. Como a infecção pela bactéria é crônica, a inflamação também segue este padrão.
III - A gastrite atrófica prejudica a absorção de vitamina B12 e pode levar ao quadro conhecido como anemia perniciosa; Ocorre quando os anticorpos atacam o revestimento do estômago, provocando a diminuição ou extinção das enzimas gástricas.
I - Analgésicos; Abdômen inchado, principalmente após as refeições.
II - Alcoolismo; Queimação no estômago e gases.
III - Doenças autoimunes; dor de estômago ou desconforto abdominal, logo após a refeição ou quando fica muito tempo sem comer nada.
IV - Estresse emocional; Náusea e vômitos.
( ) A diarreia pode ser manejada através de antidiarreicos, agonistas opióides, sequestradores de ácidos biliares, probióticos para regulação da flora intestinal e antagonistas do receptor 5-HT3. O tratamento da SII medicamentoso é extremamente individual tendo em vista que precisa do envolvimento psicossocial interligado com a aderência farmacológica para ser obtido o sucesso.
( ) Tratamento farmacológico para a dor abdominal, é considerado o uso de relaxantes musculares e antiespasmódicos, antidepressivos tricíclicos ou inibidores seletivos da receptação de serotonina. Em relação à constipação, alguns laxantes, fibras e agentes de volume são indicados. O agonista de canal de cloro (lubiprostona) foi aprovado recentemente, assim como o uso de psyllium é citado no Roma IV.
( ) A dieta baixa em FODMAP (fermentable oligosaccharides, disaccharides, monosaccharides, and polyols) restringe o consumo de vários alimentos, dentre eles: lactose (leite e derivados), frutose (mel, uva, vinho, kiwi, suco de laranja, ameixa seca), frutanos (trigo, centeio, alho, cebola e beterraba), galactanos (feijão, lentilha, grão de bico, bebidas de soja, repolho, brócolis, pimentão, arroz, amendoim) e polióis (xilitol, sorbitol e manitol).
( ) Modificações do estilo de vida Extremamente importante a inclusão de atividade física através da orientação de um educador físico, práticas da higiene do sono, redução do estresse e de sobrecargas emocionais com ajuda da psicologia e/ou psiquiatria. Assim como a reeducação alimentar ou dietas devidamente estruturadas e orientadas pelo nutricionista.
I - A hipoglicemia indica que a glicose consumida pelos tecidos está sendo superior às concentrações plasmáticas. Esse desbalanço pode ser resultado de um consumo excessivo de glicose (exercício físico ou a um aumento das perdas externas), ou pode resultar de um aporte inadequado de glicose (produção endógena insuficiente ou estados de jejum prolongado).
II - A classificação mais utilizada é a que divide as hipoglicemias em duas categorias: a de jejum e a pós-prandial. A de jejum pode resultar da administração de fármacos hipoglicemiantes ou outras drogas, insuficiência hepática ou renal, sepse, entre outras causas. A pós-prandial pode ser causada por síndrome de hipoglicemia pancreatogênica não insulinoma (NIPHS), hipoglicemia pós-bypass gástrico e hipoglicemia autoimune à insulina.
III - Os sintomas autonômicos incluem tremores, palpitações e ansiedade/excitação, sudorese, fome e parestesias. Os sintomas neuroglicopênicos incluem fraqueza generalizada, sonolência ou alteração do nível de consciência e tontura.
IV - A hipoglicemia pós-prandial normalmente não requer um tratamento urgente, pois são quadro autolimitados e medidas preventivas como refeições ligeiras e frequentes ao longo do dia ajudam a não terem recorrência do quadro.