Questões de Concurso Público Prefeitura de Manoel Ribas - PR 2022 para Médico(a)
Foram encontradas 30 questões
( ) Primário (problema na tireoide).
( ) Secundário (problema na hipófise).
( ) Terciário (problema no hipotálamo).
( ) A administração da Levotiroxina é realizada, geralmente, pela manhã, ainda em jejum.
I - Os indivíduos que apresentam o hipertireoidismo podem apresentar diversos sintomas, tais como ansiedade, perda de peso, fadiga, disfunções sexuais, sudorese, taquicardia, irritabilidade, insônia e oftalmopatia de Graves. Tais sintomas ocorrem por causa da hiper estimulação a nível orgânico provocada pelo aumento dos níveis de T3 e T4 no organismo.
II - O tratamento do hipertireoidismo depende muito da causa, porém podem ser utilizados fármacos como: Metimazol ou propiltiouracil (bloqueiam a peroxidase tireoidiana, diminuindo a organificação de iodo, e alteram a reação de acoplamento), betabloqueadores, iodo.
III - A cintilografia serve para avaliar a presença de nódulos e realizar o acompanhamento de pacientes que possuem esse tipo de quadro da doença. Já a biopsia serve para analisar a suspeita de um possível câncer na tireoide.
IV - A forma mais comum do hipertireoidismo primário, é a doença de Graves.
I - Pacientes com baixa/moderada probabilidade clínica para TVP: realizar mensuração do D-dímero. Valores normais descartam TVP. Valores altos requerem exames de imagem diagnóstica.
II - Pacientes com alta probabilidade clínica para TVP: realizar exames de imagem diagnóstica.
III - Ultrassonografia com Doppler: exame não invasivo de escolha para o diagnóstico de TVP. O principal critério ultrassonográfico para diagnóstico de TVP é o teste de compressão. Nesse caso, com o transdutor vascular se localizam as veias femorais comum, superficial e poplítea e realiza-se leve compressão venosa. Se houver compressão completa se exclui TVP, caso não haja compressão o exame é considerado positivo para presença de trombo.
IV - A venografia com contraste é o exame considerado padrão-ouro para o diagnóstico de TVP. Porém, não deve ser realizado como exame inicial para diagnóstico, reservado apenas quando os outros testes são incapazes de definir o diagnóstico.
I - Apesar do forte acometimento articular, a doença é de caráter sistêmico, podendo acometer pulmões, pleura, coração, vasos sanguíneos e outros órgãos do corpo
II - Também existe o agravante de que, devido a seu caráter autoimune, é muito frequente que portadores desenvolvam também outras doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico, tireoidite de Hashimoto, esclerose sistêmica.
III - Dentre outros fatores ambientais, temos o tabagismo e substâncias irritativas para o tecido pulmonar, resultando na alteração da citrulinação de proteínas da mucosa; e a exposição a alguns vírus e patógenos como Epstein-barr, parvovírus B-19, M. tuberculosis, E. coli e P. mirabilis. O contato com esses patógenos pode induzir a formação de complexos imunes, que desencadeiam a produção do fator reumatoide, um anticorpo de alta afinidade com a porção Fc da imunoglobulina.
IV - Existe ainda o componente hormonal, que confere um risco maior de desenvolvimento da Artrite Reumatoide (AR) em mulheres, tendo associação com as pílulas anticoncepcionais.
I - O desequilíbrio metabólico responsável pela gota é a supersaturação do sangue e dos fluidos orgânicos com o íon urato, até o ponto em que a formação de cristais é viável.
II - Em um pH fisiológico e temperatura corporal normal, o urato é considerado supersaturado em concentrações de 6,8 mg/dL ou mais. Assim, de uma perspectiva biológica, a hiperuricemia é caracterizada por nível sérico de urato superior a 6,8 mg/dL nos homens e nas mulheres. Embora a hiperuricemia seja um pré-requisito necessário para o desenvolvimento de gota, apenas 20% de todos os indivíduos hiperuricêmicos desenvolverão gota.
III - O curso natural da gota progride de uma monoartrite intermitente ou oligoartrite nas extremidades inferiores para uma poliartrite crônica, destrutiva e debilitante, envolvendo quase todas as articulações periféricas do corpo. Também considerado na definição de gota está o espectro das condições clínicas resultantes da deposição dos cristais de UMS nos tecidos subcutâneos e rins, manifestando-se como depósitos de tofos, celulite inflamatória, nefropatia do urato e cálculos renais.
IV - A hiperuricemia ocorre quando a produção de urato não é balanceada pela excreção renal. Em 90% de todos os pacientes com gota, a causa desse desequilíbrio é a subexcreção renal. Os 10% restantes dos casos de gota são causados por superprodução de purina ou uma combinação da superprodução e subexcreção. As causas não genéticas de hiperuricemia incluem outras condições médicas, componentes da dieta e medicações.
I - Poluiria.
II - Polidipsia.
III - Polifagia.
IV - Emagrecimento.
V - Enurese noturna e candidíase vaginal podem aparecer em crianças pequenas.
I - Hábitos alimentares: baixa ingestão de água, excesso de sal, dieta rica em proteínas.
II - Doenças renais (anatômicas e funcionais): rins policísticos, rins em ferradura, acidose tubular renal, hiperparatireoidismo primário.
III - Medicamentos: Indinavir, sulfadiaina, triantereno, vitamina D e análogos, vitamina C, salicilatos.
IV - Cirurgias/doenças intestinais: síndrome do intestino curto e doença de Crohn.
V - Doenças sistêmicas: hipertensão arterial e gota.