Questões de Concurso Público Prefeitura de Terra Roxa - PR 2021 para Técnico em Enfermagem

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Q4372324 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q4372325 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa cuja letra em destaque represente o mesmo fonema representado pelo dígrafo na palavra chuva: 
Alternativas
Q4372326 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente palavras acentuadas pelas mesmas regras de ministério e países respectivamente:
Alternativas
Q4372327 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente um termo adequado para substituir a expressão em destaque no período, mantendo o sentido original: “De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras”.
Alternativas
Q4372328 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo advérbio em destaque no período: “Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados”.
Alternativas
Q4372329 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: “De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar”.
Alternativas
Q4372330 Português
Ministério publica normas de qualidade para frutas e verduras 

        O ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou normas de qualidade visual para 17 produtos hortícolas, entre eles, as frutas mais comuns na dieta brasileira: maçã, banana, manga, uva e morangos. De acordo com nota divulgada pelo ministério, a medida visa “orientar o consumidor na identificação de produtos próprios para consumo”. Os padrões estão de acordo com uma portaria publicada pelo ministério em 2018 e que apenas agora serão aplicados. O texto exige que os produtos estejam inteiros, limpos, firmes, sem pragas visíveis a olho nu, fisiologicamente desenvolvidos ou com maturidade comercial. Produtos que apresentarem odores estranhos, sinais de deterioração ou danos profundos não poderão ser comercializados e, em caso de fiscalização, deverão ser destruídos ou descartados pelo comerciante, no ato.

        De acordo com a comerciante Maria de Lurdes Pereira, que vende frutas e hortaliças há 20 anos, a medida é subjetiva e impossível de aplicar. “O olho do consumidor é que determina o que ele precisa. A banana da terra, por exemplo, só serve madura. Se comprar verde, não presta. Aí você me diz que o governo vai colocar uma norma em cima disso. Como vai fiscalizar? Eu não posso vender tomate maduro, que serve para fazer molho, para os meus clientes?”, questiona. Já para Cleiton Augusto dos Santos, funcionário de um posto de distribuição de hortaliças, a medida deve encarecer o custo da feira para os consumidores. “O agricultor pequeno não tem como controlar essas coisas. Como vão controlar a qualidade num nível assim? Vão vender menos, perder muitos produtos e colocar o peso nas costas do consumidor, que vai pagar mais caro”, disse.

        De acordo com o ministério, as novas normas já vigoram na comercialização internacional dos produtos e o governo está apenas replicando procedimentos que já são exigidos na entrada e na saída das alfândegas brasileiras. O Brasil segue normas de exportação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e aderiu ao padrão do Programa de Frutas e Hortaliças em 2017. Segundo o coordenador-geral de Qualidade Vegetal do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), Hugo Caruso, os países importadores são bastante exigentes. “Eles têm pessoal treinado para não deixar ingressar produtos que não atendam aos requisitos mínimos de qualidade estabelecidos pelos padrões visuais”.

        Os padrões já estão em vigor e valem, também, para produtos vendidos na época do Natal, em especial os importados. Auditores fiscais agropecuários poderão abrir caixas e inspecionar produtos disponíveis em pontos que trabalhem com produtos de origem estrangeira.

Fonte:https://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministerio-publica-normas-de-qualidade.htmlhttps://www.portalzerohora.com.br/2019/11/ministeriopublica-normas-dequalidade.html Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período “Se comprar verde, não presta”:
Alternativas
Q4372331 Matemática
Uma determinada cidade possui 50.000 habitantes e apresenta um crescimento populacional de 2% ao ano. Considerando este crescimento, após dois anos esta cidade deve ter um total de:
Alternativas
Q4372332 Matemática
Se o conjunto A é formado por todas as frações próprias positivas de denominador 5, ele está representado na alternativa:
Alternativas
Q4372333 Matemática
Em uma sala temos ao todo 6 sofás, estes têm três ou dois lugares e comportam 14 pessoas devidamente sentadas, cada pessoa ocupando um único lugar. Com base nestas informações é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4372334 Matemática
Um fabricante de lâmpadas de led garante que seu produto dura em média 5800 horas e propõe que se a duração da lâmpada não atingir pelo menos 95% da duração média ele troca sem custo algum a lâmpada por outra nova. Com base nestas informações qual é o tempo limite de duração da lâmpada para que o fabricante não precise realizar a troca? 
Alternativas
Q4372335 Matemática
O responsável pelo setor de compras de uma lavanderia precisa comprar 480 grampos novos para o setor de secagem. Ele tem a opção de comprar os grampos em embalagens de 6, 12 ou 24 grampos, o valor é proporcional a quantidade de grampos de cada embalagem. Das seguintes opções somente uma NÃO atende a quantidade especificada pelo setor que solicitou a compra e está representada pela letra:
Alternativas
Q4372336 Matemática
Paulo, Mauricio e Pedro compraram um terreno de 600 metros quadrados no valor de R$ 120.000,00. Paulo entrou com R$ 40.000, Mauricio com R$ 60.000,00 e Pedro com o restante. Qual foi o preço pago pelos amigos no metro quadrado deste terreno?
Alternativas
Q4372337 Matemática
Em um evento beneficente uma caneca é vendida por R$ 5,00, sabendo que o custo da caneca é de R$ 2,30 e que foram vendidas 2500 canecas no evento, o valor arrecadado de lucro é igual a:
Alternativas
Q4372338 Geografia
Qual das cidades abaixo foi a principal sede dos Jogos Olímpicos de 2016 no Brasil? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4372339 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual o principal bioma presente no Parque Nacional do Iguaçu? Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4372340 Geografia
Todos os problemas abaixo são consequências ambientais no desenvolvimento urbano brasileiro, EXCETO:
Alternativas
Q4372341 História e Geografia de Estados e Municípios
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. Durante a conquista dos ____________________ no século XIX, no terceiro planalto paranaense, estabeleceu-se o ______________________ como ponto militar para a expedição comandada por Diogo Pinto Azevedo Portugal:
Alternativas
Q4372342 Geografia
Qual é a montanha mais alta do Brasil? Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4372343 História e Geografia de Estados e Municípios
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. O município de Terra Roxa foi desmembrado do município de _______________ e instalado oficialmente no ano de ________________:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: D
4: A
5: C
6: B
7: E
8: C
9: A
10: C
11: B
12: E
13: C
14: E
15: A
16: D
17: E
18: B
19: C
20: A