Questões de Concurso Público UFCA 2019 para Pedagogo
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Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
Com base unicamente no teor do texto em análise, assinale a afirmação que corresponde ao conteúdo do parágrafo nela mencionado.
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
O conto Para que ninguém a quisesse enquadra-se na tipologia textual de base narrativa; desse modo, qual é a opção que NÃO se coaduna com as características desse gênero textual?
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
O pronome demonstrativo neste trecho “Apesar disso, sua beleza chamava a atenção” (l. 02) representa uma anáfora, ou seja, a retomada de algo que já foi mencionado em um texto. Marque a alternativa que traz esse conteúdo anafórico, retomado pelo pronome.
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
A conjunção “porém” (l. 10) estabelece a relação semântica de oposição; aponte, então, as ideias do texto que se opõem sintaticamente por meio dessa conjunção coordenativa.
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
Em “Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela” (l. 08), qual é a relação de subordinação expressa entre essas duas orações mediante a locução conjuntiva?
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
Com relação às formas verbais “tivera” (l. 11) e “tinha desaprendido” (l. 14), é correto afirmar que:
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
No tocante às regras atinentes à acentuação gráfica, que afirmação NÃO é correta?
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
No trecho “À noite tirou do bolso uma rosa de cetim” (l. 12), emprega-se o sinal indicativo de crase:
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
Quanto à colocação dos pronomes átonos, qual é a assertiva correta?
Para que ninguém a quisesse
01 Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e
02 parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os
03 decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as
04 joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-
05 -lhe os longos cabelos.
06 Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela.
07 Esquiva como um gato, não mais atravessa praças. E evitava sair.
08 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos
09 cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.
10 Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do
11 desejo inflamado que tivera por ela.
12 Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim
13 para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.
14 Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido
15 numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava
16 sobre a cômoda.
COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgado. Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 111-112.
No segundo parágrafo, observa-se um erro de pontuação, porque:
Considere as atribuições asseguradas às universidades no exercício da autonomia universitária (Art. 53 da Lei Nº 9.394/1996). Assinale (V) Verdadeiro ou (F) Falso para os itens abaixo e marque a alternativa que indica a sequência, de cima para baixo, correta.
(__) Criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino.
(__) Fixar os currículos dos seus cursos e programas, mediante supervisão do Ministério da Educação.
(__) Estabelecer planos, programas e projetos de pesquisa científica, produção artística e atividades de extensão.
(__) Elaborar e reformar os seus estatutos e regimentos em consonância com as políticas de governo vigentes.
(__) Conferir graus, diplomas e outros títulos.
(__) Solicitar à União a confirmação de contratos, acordos e convênios.
(__) Aprovar e executar planos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, serviços e aquisições, em geral, bem como administrar rendimentos conforme dispositivos institucionais.
(__) Receber subvenções, doações, heranças, legados e cooperação financeira resultante de convênios com entidades públicas e privadas.
A educação superior abrange os seguintes cursos e programas:
De acordo com o Art. 48 da Lei Nº 9.394/1996, “Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular”. Em se tratando de diplomas expedidos por universidades estrangeiras, a lei prevê que:
O Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), prevê a implementação de ações de assistência estudantil de “forma articulada com as atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando o atendimento de estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação presencial das instituições federais de ensino superior” (Art. 3º, Decreto Nº 7.234/2010) Tais ações deverão ser desenvolvidas nas seguintes áreas:
Os estudantes atendidos prioritariamente no âmbito do PNAES serão aqueles oriundos:
Considere a citação:
“Atualmente, as economias mais avançadas se fundamentam na maior disponibilidade de conhecimento. A vantagem comparativa é determinada cada vez mais pelo uso competitivo do conhecimento e das inovações tecnológicas. Esta centralidade faz do conhecimento um pilar da riqueza e do poder das nações, mas, ao mesmo tempo, encoraja a tendência a tratá-lo meramente como mercadoria sujeita às leis do mercado e aberta à apropriação privada” (Bernheim e Chauí, UNESCO, 2008).
Agora, assinale a alternativa que analisa criticamente a situação das universidades frente à sociedade do conhecimento.
A Lei Nº 13.005/2014 estabelece que a execução do Plano Nacional de Educação (PNE) e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizados, dentre outras instâncias, pelo Fórum Nacional de Educação. Dentre as alternativas abaixo, NÃO CONSTITUEM atribuições do Fórum Nacional de Educação:
A Meta 7 do PNE (Lei Nº 13.005/2014) pretende “fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem” de modo a atingir metas em médias nacionais para o Ideb dos biênios 2015, 2017, 2019 e 2021. Considere o resultado dos índices divulgados até 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e marque a alternativa verdadeira relativa a esses resultados.
Fonte: Saeb e Censo Escolar. Divulgação: INEP (http://ideb.inep.gov.br/resultado/ )
As diretrizes do PNE serão cumpridas no prazo de vigência da Lei Nº 13.005/2014, em dez anos, de acordo com as metas e estratégias específicas que terão como referência:
Considere a citação:
Historicamente, na rede de Ensino Superior no Brasil – dada sua cobertura ainda limitada, a concorrência acirrada de ingresso e os custos exigidos pela rede privada – há uma sobrerrepresentação dos estratos superiores e médios da população. Os últimos anos, no entanto, trouxeram outros elementos para essa dinâmica, com novo ciclo de expansão da rede de Ensino Superior, além de iniciativas e políticas públicas visando a redução das desigualdades de acesso (Neves et al., 2007 citado por Salata, 2018).
Segundo Salata (2018), grande parte dos estudos sobre esse tema busca verificar se a expansão do sistema de ensino, típica das sociedades modernas, por si só tem sido capaz de reduzir aquela relação entre a origem social e o nível de escolaridade alcançado pelos indivíduos. Nesse sentido, marque o item correto.