Questões de Concurso Público Prefeitura de Triunfo - PE 2026 para Professor da Educação Básica II - História

Foram encontradas 6 questões

Q4295969 Pedagogia
De acordo com o Art. 24. Da LDB, a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser feita:

I. Por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola.
II. Por transferência, para candidatos procedentes de outras escolas;.
III. Independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4295970 Pedagogia
Art. 26, § 3º da LDB, A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno:

Com base no que está especificado do referido Artigo, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q4295971 Pedagogia
Com base nos Arts 26-A e 26-B da LDB, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q4295972 Pedagogia
Sobre a Lei Federal nº 9.795/1999, que trata da Educação Ambiental, analise as alternativas e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4302774 Pedagogia

Leia o texto abaixo e responda à questão


TEXTO I


Banhos de mar


    Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.


    Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?


    De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)


    Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.


    O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.


    Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.


    O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.


    Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.


    Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.


    A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?


    Nunca mais. Nunca.


Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.

pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984

“Assim, caberá à disciplina de história, não apenas “ensinar coisas”, mas sobretudo, gerenciar as ideias postas em relação, contribuindo com o desenvolvimento da “capacidade de pensar historicamente”. (REIS, 2020, p. 79).
Fonte: REIS, Aoran Sena Cerqueira. A teoria de Rüsen e o Ensino de História: possibilidades de pesquisa da consciência histórica. In: Bueno, André; Campos, Carlos Eduardo; Porto, Nilza (org.) Ensino de História: Teorias e Metodologias. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UFMS, 2020. ISBN: 978-65-00-02128-8 497pp.
Considerando o texto acima, que narra sobre os aspectos metodológicos do ensino de história, analise as proposições a seguir:
I. A aprendizagem histórica consiste na ampliação qualitativa das formas pelas quais os sujeitos produzem sentido para a experiência temporal.
II. A competência histórica manifesta-se na capacidade de relacionar criticamente experiências do passado com problemas do presente e expectativas de futuro.
III. A consciência histórica, por sua natureza epistemológica, deve permanecer desvinculada de valores e orientações práticas, preservando a objetividade do conhecimento histórico.
IV. A narrativa histórica constitui uma operação cognitiva por meio da qual a experiência temporal é organizada e convertida em orientação para a ação humana.
Estão CORRETOS. 
Alternativas
Q4302788 Pedagogia
No ensino de História, determinada estratégia pedagógica caracteriza-se pela construção de narrativas capazes de apresentar acontecimentos de forma envolvente, organizada e significativa, despertando emoções, curiosidade, senso crítico e identificação por parte dos estudantes. Para além da simples exposição de personagens, conflitos, datas e eventos, essa estratégia estrutura a narrativa por meio da contextualização histórica, do desenvolvimento dos acontecimentos e de seus desdobramentos, favorecendo a compreensão, a reflexão e a atribuição de significado aos conteúdos estudados.
A partir das características apresentadas no texto, assinale a alternativa que corresponde à metodologia ativa descrita.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: B
4: B
5: A
6: C