Questões de Concurso Público Prefeitura de São Francisco - MG 2026 para Enfermeiro - Atenção Primária
Foram encontradas 30 questões
Observe os diagnósticos de enfermagem apresentados a seguir:
I- Risco de infecção relacionado a procedimentos invasivos (cirurgia programada). II- Dor aguda relacionada a agentes lesivos (cirurgia realizada) caracterizada por expressão facial e relatos de dor e dor intensa aferida por escala validada. III- Ansiedade excessiva relacionada à situação desconhecida (procedimento invasivos: cirúrgicos) evidenciada por nervosismo, tensão e preocupação.
Está(ão) relacionado(s) ao período pré-operatório
Nome: A.P.S.; idade: 45 anos; sexo: feminino; cor: parda; estado civil: casada; profissão: dona do lar. Queixa principal: “estou com muita coceira e corrimento vaginal há duas semanas.”
- História da doença atual: paciente relata início de prurido intenso na região genital há aproximadamente 14 dias, acompanhado de corrimento vaginal abundante, amarelado e com odor desagradável. Refere ardência ao urinar, polaciúria e desconforto durante as relações sexuais e informa que os sintomas têm prejudicado seu sono e suas atividades diárias devido ao desconforto constante. Relata ter tido vergonha de procurar atendimento anteriormente.
- Antecedentes pessoais: nega doenças crônicas, alergias medicamentosas e cirurgias prévias.
- Antecedentes ginecológicos: menarca aos 11 anos, ciclos menstruais regulares, última menstruação há 12 dias, 1 parto.
- Histórico familiar: mãe viva, 75 anos, hipertensa. Pai falecido, vítima de acidente de trânsito. - Histórico social: relata conflito familiar e possui ensino médio completo.
- Histórico econômico: renda familiar de aproximadamente 1 salário-mínimo.
Exame físico: paciente consciente, orientada, comunicativa, apresentando desconforto devido ao prurido genital. PA: 120 x 80 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 18 rpm; temperatura axilar: 36,8 °C.
Exame genital: corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, espumoso, odor fétido, sensibilidade aumentada no colo uterino, hiperemia vulvar moderada.
A etapa de Avaliação de Enfermagem consiste na coleta sistemática de dados subjetivos e objetivos para subsidiar as etapas subsequentes do Processo de Enfermagem. Ao analisar o caso clínico da paciente A.P.S., o enfermeiro identifica diversas informações relevantes para a compreensão do problema de saúde apresentado.
Considerando a classificação dos dados coletados durante a avaliação de enfermagem, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente dados objetivos.
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.
Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”
- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.
- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.
- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.
- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.
- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.
Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.
Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.
Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.
Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:
- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.
- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.
- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.
- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.
- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.
- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.
- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento.
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.
Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”
- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.
- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.
- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.
- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.
- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.
Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.
Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.
Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.
Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:
- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.
- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.
- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.
- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.
- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.
- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.
- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento.
Imediatamente após o término da cirurgia, o paciente foi encaminhado à Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). Na admissão à SRPA, o enfermeiro realizou a seguinte avaliação: movimenta espontaneamente apenas os membros superiores; apresenta respiração superficial; pressão arterial atual: 79 × 48 mmHg; saturação periférica de oxigênio: 93% em uso de cateter nasal a 2 L/min; encontra-se desperto, orientado e responde adequadamente às perguntas.
Esse enfermeiro avaliou o paciente utilizando a Escala de Aldrete e Kroulik, instrumento necessário para acompanhamento da recuperação de anestesia geral, conforme quadro a seguir:
Fonte: MELO, S. M. D. et al. Cirurgia bariátrica: existe necessidade de internação em unidade de terapia intensiva? Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 21, n. 2, p. 162-168, abr. 2009.
Considerando os dados apresentados no caso clínico, assinale a alternativa CORRETA.
A medicação foi reconstituída com a utilização dos diluentes, diluída em solução fisiológica e iniciada a infusão, na criança, em qual gotejamento?
Os achados obtidos pelo enfermeiro, durante o exame físico respiratório, indicam que o/a
Como detectar o uso abusivo de álcool? Existem alguns questionários de fácil uso, por exemplo o Teste de Identificação de Distúrbios por Uso de Álcool (AUDIT), composto por dez perguntas as quais investigam o padrão de uso de álcool nos últimos 12 meses. Cada resposta gera uma pontuação e indica a presença e a intensidade dos problemas relacionados ao álcool. Observe o questionário a seguir:
Caso clínico: Durante uma consulta de enfermagem na Atenção Primária à Saúde, um homem de 42 anos relata consumo frequente de bebidas alcoólicas. O enfermeiro submete o paciente ao AUDIT e obtém as seguintes respostas:
Questão 1: 4 ou mais vezes por semana. Questão 2: 5 a 6 doses por ocasião. Questão 3: semanalmente. Questão 4: mensalmente. Questão 5: menos de uma vez ao mês. Questão 6: nunca. Questão 7: mensalmente. Questão 8: nunca. Questão 9: sim, mas não nos últimos 12 meses. Questão 10: sim, mas não nos últimos 12 meses
Considerando o escore obtido e as recomendações do AUDIT, a conduta mais adequada é:
Considerando as práticas contempladas na publicação original da PNPIC (2006), assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a classificação dos psicofármacos e exemplos das drogas mais empregadas, assinale a alternativa CORRETA.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
I- produtividade. II- tecnologia. III- desempenho IV- resultado. V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente. II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela. III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza. IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis. V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
I- a substituição do natural pelo artificial. II- a visão negativa do descanso. III- o hábito dos “banhos de floresta”. IV- a desconexão com a natureza. V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade. II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”. III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições. IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal. V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.
Texto 01
Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?
Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.
Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.
Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.
O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.
No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]
Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.
A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no