Questões de Concurso Público Prefeitura de São Francisco - MG 2026 para Enfermeiro - Atenção Primária

Foram encontradas 30 questões

Q4263403 Enfermagem
A Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória constitui uma metodologia científica que organiza o cuidado de enfermagem nas fases pré-operatória, transoperatória e pós-operatória, possibilitando a identificação das necessidades do paciente, o planejamento de intervenções individualizadas, a implementação de cuidados baseados em evidências e a avaliação contínua dos resultados. A sua aplicação contribui para a padronização da assistência, melhoria da comunicação entre a equipe multiprofissional, redução de riscos e prevenção de eventos adversos, fortalecendo a segurança do paciente cirúrgico e a qualidade do cuidado prestado.
Observe os diagnósticos de enfermagem apresentados a seguir:
I- Risco de infecção relacionado a procedimentos invasivos (cirurgia programada). II- Dor aguda relacionada a agentes lesivos (cirurgia realizada) caracterizada por expressão facial e relatos de dor e dor intensa aferida por escala validada. III- Ansiedade excessiva relacionada à situação desconhecida (procedimento invasivos: cirúrgicos) evidenciada por nervosismo, tensão e preocupação.
Está(ão) relacionado(s) ao período pré-operatório 
Alternativas
Q4263404 Enfermagem
Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão:
Nome: A.P.S.; idade: 45 anos; sexo: feminino; cor: parda; estado civil: casada; profissão: dona do lar. Queixa principal: “estou com muita coceira e corrimento vaginal há duas semanas.”
- História da doença atual: paciente relata início de prurido intenso na região genital há aproximadamente 14 dias, acompanhado de corrimento vaginal abundante, amarelado e com odor desagradável. Refere ardência ao urinar, polaciúria e desconforto durante as relações sexuais e informa que os sintomas têm prejudicado seu sono e suas atividades diárias devido ao desconforto constante. Relata ter tido vergonha de procurar atendimento anteriormente.
- Antecedentes pessoais: nega doenças crônicas, alergias medicamentosas e cirurgias prévias.
- Antecedentes ginecológicos: menarca aos 11 anos, ciclos menstruais regulares, última menstruação há 12 dias, 1 parto.
- Histórico familiar: mãe viva, 75 anos, hipertensa. Pai falecido, vítima de acidente de trânsito. - Histórico social: relata conflito familiar e possui ensino médio completo.
- Histórico econômico: renda familiar de aproximadamente 1 salário-mínimo.
Exame físico: paciente consciente, orientada, comunicativa, apresentando desconforto devido ao prurido genital. PA: 120 x 80 mmHg; FC: 84 bpm; FR: 18 rpm; temperatura axilar: 36,8 °C.
Exame genital: corrimento vaginal abundante, amarelo-esverdeado, espumoso, odor fétido, sensibilidade aumentada no colo uterino, hiperemia vulvar moderada.
A etapa de Avaliação de Enfermagem consiste na coleta sistemática de dados subjetivos e objetivos para subsidiar as etapas subsequentes do Processo de Enfermagem. Ao analisar o caso clínico da paciente A.P.S., o enfermeiro identifica diversas informações relevantes para a compreensão do problema de saúde apresentado.
Considerando a classificação dos dados coletados durante a avaliação de enfermagem, assinale a alternativa que apresenta exclusivamente dados objetivos.
Alternativas
Q4263405 Enfermagem

Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.

Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”


- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.


- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.


- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.


- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.


- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.


Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.

Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.

Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.

Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:


- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.

- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.

- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.

- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.

- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.

- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.

- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento. 

Na primeira etapa do Processo de Enfermagem, o enfermeiro deve coletar, validar e organizar dados provenientes de diferentes fontes para obter informações fidedignas sobre a condição de saúde do paciente. Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa que apresenta apenas dados subjetivos obtidos durante a Avaliação de Enfermagem.
Alternativas
Q4263406 Enfermagem

Analise o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente L.C.; idade: 20 anos; sexo: feminino; estado civil: união estável.

Queixa principal: “perda gestacional recente acompanhada de sangramento vaginal.”


- História atual: paciente comparece à Unidade Básica de Saúde após perda gestacional recente. Relata que o quadro iniciou com sangramento vaginal de intensidade moderada, acompanhado de cólicas em baixo ventre, evoluindo para interrupção da gestação. Em consulta ao prontuário, observa-se histórico de outra perda gestacional ocorrida há aproximadamente três meses. Durante o atendimento, mantém-se tranquila, colaborativa e orientada. Quando questionada sobre as perdas gestacionais, demonstra sensibilidade ao tema, porém fornece poucas informações e não manifesta interesse em discutir possíveis causas ou aprofundar o assunto. Nega queixas físicas no momento da consulta.


- Antecedentes de saúde: G2P0A2 (duas gestações e duas perdas gestacionais). Nega doenças crônicas conhecidas, alergias e uso contínuo de medicamentos.


- Antecedentes familiares: mãe com hipertensão arterial sistêmica. Pai sem comorbidades relevantes. Nega histórico familiar conhecido de doenças hereditárias.


- Histórico social: relata ter boa convivência familiar e apoio do parceiro, e residir com o companheiro em casa de alvenaria com saneamento básico e energia elétrica.


- Histórico econômico: renda familiar proveniente do trabalho da paciente e do companheiro, suficiente para suprir as necessidades básicas.


Hábitos e fatores de risco: nega tabagismo, etilismo e uso de substâncias ilícitas. Não pratica atividade física regularmente. Sintomatologia: refere episódio recente de sangramento vaginal e cólicas durante a perda gestacional. No momento da consulta, encontra-se sem queixas físicas, afebril e em bom estado geral.

Impressões do avaliador: paciente apresenta histórico de perdas gestacionais recorrentes, em curto intervalo de tempo. Mostra-se emocionalmente sensível ao abordar o tema, porém pouco comunicativa sobre os eventos ocorridos. Necessita acompanhamento contínuo para monitoramento do estado físico e emocional. Indicadores de saúde.

Necessidades psico-biológicas: estado geral preservado, consciente e orientada. Sem queixas físicas atuais. Histórico recente de sangramento vaginal associado à perda gestacional. Necessidades psico-sociais: paciente em união estável, possui apoio familiar e do companheiro. Apresenta comportamento tranquilo durante a consulta, porém demonstra desconforto emocional ao falar sobre as perdas gestacionais, evitando aprofundar o assunto. Paciente consciente, orientada em tempo e espaço, comunicativa e cooperativa.

Exame físico: PA: 110 × 70 mmHg; FC: 78 bpm; FR: 18 irpm; temperatura axilar: 36,5 °C; saturação periférica de O₂: 98%. Segmentos corporais:


- Cabeça e pescoço: sem alterações aparentes; mucosas coradas e hidratadas.

- Sistema neurológico: consciente, orientada e com fala coerente.

- Sistema cardiovascular: bulhas cardíacas normofonéticas em dois tempos; ritmo regular.

- Sistema respiratório: murmúrios vesiculares fisiológicos presentes bilateralmente; sem ruídos adventícios.

- Sistema gastrintestinal: abdome plano, flácido e indolor à palpação; ruídos hidroaéreos presentes.

- Sistema geniturinário: sem queixas urinárias; ausência de sangramento vaginal no momento da consulta.

- Aspecto emocional: mantém comportamento tranquilo; demonstra sensibilidade ao falar das perdas gestacionais; pouca expressão verbal dos sentimentos relacionados ao evento. 

Considerando o NANDA 2024-2026 e o caso clínico da paciente L.C., assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico de enfermagem corretamente descrito e aplicado ao caso.
Alternativas
Q4263407 Enfermagem
Analise o caso clínico a seguir para responder a esta questão: O Sr. José da Silva, 58 anos, foi admitido na unidade de internação cirúrgica para a realização de colecistectomia videolaparoscópica eletiva, sob anestesia geral, devido ao diagnóstico de colelitíase sintomática. Refere episódios recorrentes de dor em hipocôndrio direito (sinal de Murphy positivo) associada a náuseas e desconforto abdominal há aproximadamente oito meses, principalmente após refeições ricas em gordura. Nas últimas semanas, relata aumento da frequência e da intensidade da dor. Na admissão, encontra-se consciente, orientado, comunicativo e colaborativo, porém demonstra preocupação constante com o procedimento, verbalizando medo da anestesia, receio de não acordar após a cirurgia e ansiedade em relação ao período de recuperação. Apresenta histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg (100mg por dia) e diabetes mellitus tipo 2 controlado com metformina 850 mg (1.700mg por dia). Nega alergias medicamentosas. É ex-tabagista há cinco anos, após histórico de 20 anos de tabagismo. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, pele íntegra, normocorada e hidratada. Acesso venoso periférico em membro superior esquerdo instalado para hidratação venosa e administração de medicamentos. Encontrava-se em jejum. Dados pré-operatórios: pressão arterial (PA): 100 × 50 mmHg; frequência cardíaca (FC): 76 bpm; frequência respiratória (FR): 18 irpm; saturação periférica de oxigênio (SpO₂): 98% em ar ambiente; estado de consciência: alerta e orientado; mobilidade: movimenta os quatro membros normalmente.

Imediatamente após o término da cirurgia, o paciente foi encaminhado à Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). Na admissão à SRPA, o enfermeiro realizou a seguinte avaliação: movimenta espontaneamente apenas os membros superiores; apresenta respiração superficial; pressão arterial atual: 79 × 48 mmHg; saturação periférica de oxigênio: 93% em uso de cateter nasal a 2 L/min; encontra-se desperto, orientado e responde adequadamente às perguntas.
Esse enfermeiro avaliou o paciente utilizando a Escala de Aldrete e Kroulik, instrumento necessário para acompanhamento da recuperação de anestesia geral, conforme quadro a seguir: Imagem associada para resolução da questão
Fonte: MELO, S. M. D. et al. Cirurgia bariátrica: existe necessidade de internação em unidade de terapia intensiva? Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 21, n. 2, p. 162-168, abr. 2009.
Considerando os dados apresentados no caso clínico, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4263408 Enfermagem
Uma criança de 6 anos de idade, sexo masculino, com peso de 18 kg, foi levada ao pronto atendimento pela mãe com história de febre há três dias, de início súbito, com picos de até 39,2 °C, associada a tosse inicialmente seca, que evoluiu para produtiva, além de piora progressiva do estado geral. A mãe relata que a criança apresenta cansaço aos mínimos esforços, recusa alimentar importante e episódios de irritabilidade alternados com sonolência. Nas últimas 24 horas, observou respiração mais rápida e esforço para respirar, com “afundamento da barriga durante a respiração”. Ao exame físico, o paciente encontra-se em regular estado geral, febril (38,7 °C), prostrado e irritado durante a avaliação. Apresenta taquipneia, com aumento do esforço respiratório, evidenciado por tiragem intercostal e subcostal leve, além de batimento discreto de asas nasais. A ausculta pulmonar revela presença de roncos em base pulmonar direita, com redução do murmúrio vesicular na mesma região. A tosse é frequente e produtiva. A saturação periférica de oxigênio em ar ambiente encontra-se em 93%. A família nega comorbidades prévias relevantes. O quadro clínico é compatível com infecção respiratória, sugestiva de pneumonia bacteriana adquirida na comunidade, e foi indicada antibioticoterapia intravenosa. Foi prescrita ceftriaxona 75 mg/kg/dia, em dose única diária, por via intravenosa. Observação: até 1g, a medicação pode ser infundida sem diluição prévia, para infusão contínua em 40 mL de solução (fisiológica ou glicosada), em 30 minutos. A farmácia disponibiliza frascos de ceftriaxona de 1g, ampolas de 10 mL de diluentes e frascos de 100 mL de soro fisiológico 0,9%.

A medicação foi reconstituída com a utilização dos diluentes, diluída em solução fisiológica e iniciada a infusão, na criança, em qual gotejamento? 
Alternativas
Q4263409 Medicina
Durante a avaliação de enfermagem de um paciente internado por quadro de dispneia e tosse produtiva há sete dias, o enfermeiro realizou o exame físico respiratório. Na inspeção, observou discreta assimetria dos movimentos respiratórios, com menor expansibilidade do hemitórax direito. À palpação, identificou aumento do frêmito toracovocal na região infraclavicular direita. À percussão, observou som submaciço na mesma região. Na ausculta pulmonar, verificou redução dos murmúrios vesiculares associada à presença de ruídos adventícios inspiratórios descontínuos localizados. Os sinais vitais mostravam frequência respiratória de 26 irpm e saturação periférica de oxigênio de 92% em ar ambiente.
Os achados obtidos pelo enfermeiro, durante o exame físico respiratório, indicam que o/a
Alternativas
Q4263410 Enfermagem
Nos casos de atendimentos referentes à saúde mental, o abuso de álcool é a situação mais comum na Atenção Básica. A abordagem ao alcoolismo objetiva detectar precocemente problemas relacionados, além de tratar outras condições agravadas pelo álcool, como, por exemplo, a hipertensão. Os profissionais de saúde também devem considerar o abuso ou a dependência de álcool como uma possível causa de sintomas de ansiedade ou depressão.
Como detectar o uso abusivo de álcool? Existem alguns questionários de fácil uso, por exemplo o Teste de Identificação de Distúrbios por Uso de Álcool (AUDIT), composto por dez perguntas as quais investigam o padrão de uso de álcool nos últimos 12 meses. Cada resposta gera uma pontuação e indica a presença e a intensidade dos problemas relacionados ao álcool. Observe o questionário a seguir:  Imagem associada para resolução da questão
Imagem associada para resolução da questão
Caso clínico: Durante uma consulta de enfermagem na Atenção Primária à Saúde, um homem de 42 anos relata consumo frequente de bebidas alcoólicas. O enfermeiro submete o paciente ao AUDIT e obtém as seguintes respostas:
Questão 1: 4 ou mais vezes por semana. Questão 2: 5 a 6 doses por ocasião. Questão 3: semanalmente. Questão 4: mensalmente. Questão 5: menos de uma vez ao mês. Questão 6: nunca. Questão 7: mensalmente. Questão 8: nunca. Questão 9: sim, mas não nos últimos 12 meses. Questão 10: sim, mas não nos últimos 12 meses


Considerando o escore obtido e as recomendações do AUDIT, a conduta mais adequada é:
Alternativas
Q4263411 Saúde Pública
As Práticas Integrativas e Complementares envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras. Essas práticas compartilham um entendimento diferenciado sobre o processo saúde-doença, ampliando a visão desse processo e as possibilidades terapêuticas, contribuindo para a promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado. O Ministério da Saúde, com o objetivo de ampliar o acesso da população a esses serviços, aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS), que traz diretrizes para inserção de ações, serviços e produtos.
Considerando as práticas contempladas na publicação original da PNPIC (2006), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4263412 Psiquiatria
Os psicofármacos constituem um dos recursos terapêuticos utilizados no cuidado em saúde mental e devem ser empregados de forma integrada às demais estratégias assistenciais, como o acolhimento, a escuta qualificada, o estabelecimento de vínculo terapêutico e o acompanhamento multiprofissional. O tratamento medicamentoso não deve ser compreendido como uma intervenção isolada, mas como parte de um plano terapêutico singular, construído de acordo com as necessidades, o contexto de vida e a participação ativa do usuário. A adesão ao tratamento depende, entre outros fatores, da compreensão do usuário acerca da finalidade da medicação, de seus benefícios, possíveis efeitos adversos e da corresponsabilização no cuidado. Nesse contexto, o uso racional de psicofármacos pressupõe avaliação clínica criteriosa, monitoramento contínuo e reavaliação periódica da resposta terapêutica, considerando a relação entre riscos e benefícios de cada intervenção. Os psicofármacos promovem alterações na atividade do sistema nervoso central, produzindo efeitos terapêuticos e adversos que variam conforme a indicação clínica, as características individuais do paciente e o perfil farmacológico de cada substância. Assim, a sua utilização deve estar fundamentada em evidências científicas e integrada a outras modalidades de cuidado em saúde mental, evitando a compreensão reducionista de que o sofrimento psíquico decorre exclusivamente de alterações neuroquímicas ou que o tratamento medicamentoso representa, por si só, a solução para os problemas apresentados.
Considerando a classificação dos psicofármacos e exemplos das drogas mais empregadas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4263413 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

De acordo com o texto, abraçar uma árvore causa estranheza porque “[...] rompe uma lógica dominante [...]” na atualidade, a qual está relacionada à
I- produtividade. II- tecnologia. III- desempenho IV- resultado. V- excentricidade.
Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q4263414 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Considere a passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.” De acordo com o texto, a ecopsicologia é uma área que
I- estabelece relação entre o ser humano e o meio ambiente. II- postula que basta estar na natureza para se integrar a ela. III- relaciona a saúde emocional à integração com a natureza. IV- defende que o ser humano e o ambiente são inseparáveis. V- gera a interdisciplinaridade, pois une ecologia e psicologia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q4263415 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial. II- a visão negativa do descanso. III- o hábito dos “banhos de floresta”. IV- a desconexão com a natureza. V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4263416 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Considere a passagem “Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos.”
É CORRETO afirmar que em “(des)organiza” o prefixo foi colocado entre parênteses com a intenção de criar sentido
Alternativas
Q4263417 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais [...]”, o verbo “vêm” encontra-se acentuado, de acordo com a norma, porque se trata
Alternativas
Q4263418 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “Não se trata apenas de ‘estar na natureza’, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente.”, em relação ao uso do pronome “se”, é CORRETO afirmar que, de acordo com a norma,
Alternativas
Q4263419 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”, a vírgula foi usada, de acordo com a norma, para intercalar
Alternativas
Q4263420 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.



Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02



Alternativas
Q4263421 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade. II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”. III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições. IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal. V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q4263422 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questão.

Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela.

Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele.

Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo.

O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar.

No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...]


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026. 



A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no

Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: D
4: A
5: B
6: E
7: A
8: E
9: D
10: C
11: A
12: B
13: B
14: E
15: D
16: C
17: E
18: C
19: A
20: D