Questões de Concurso Público UFT 2026 para Técnico em Assuntos Educacionais

Foram encontradas 50 questões

Q4099434 Não definido
Eu acreditei na geração Z


   A geração Z me enganou. No momento que a gente achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da própria vida.
    A geração Z me atropelou com palavras como “gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de terno e sapato alto tomando um café na rua correndo pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior sucesso da minha carreira falava justamente da glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu achava lindo, identificação total.
   Eu sou a favor de priorizar a saúde mental, reconheço a importância do ócio, da terapia, da qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que momento um prazo mudado virou opressão e qualquer frustração ganhou nome de um transtorno novo no TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
    Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira geração a ter que entender de engajamento, likes e postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem de casa hoje em dia.
     Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo casamento é careta, nem todo mundo que trabalha muito é infeliz.
     Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo. Bem-vindo à vida adulta.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna /2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm _source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria. Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
A partir da leitura do texto, pode se afirmar que a geração Z 
Alternativas
Q4099435 Não definido
Eu acreditei na geração Z


   A geração Z me enganou. No momento que a gente achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da própria vida.
    A geração Z me atropelou com palavras como “gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de terno e sapato alto tomando um café na rua correndo pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior sucesso da minha carreira falava justamente da glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu achava lindo, identificação total.
   Eu sou a favor de priorizar a saúde mental, reconheço a importância do ócio, da terapia, da qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que momento um prazo mudado virou opressão e qualquer frustração ganhou nome de um transtorno novo no TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
    Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira geração a ter que entender de engajamento, likes e postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem de casa hoje em dia.
     Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo casamento é careta, nem todo mundo que trabalha muito é infeliz.
     Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo. Bem-vindo à vida adulta.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna /2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm _source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria. Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
O uso de palavras estrangeiras no texto, tais como: “red flags”, “burnout”, “workaholic” e “TikTok” (2º e 3º parágrafos), adaptadas ou não à estrutura da língua portuguesa, pode caracterizar 
Alternativas
Q4099436 Não definido
Eu acreditei na geração Z


   A geração Z me enganou. No momento que a gente achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da própria vida.
    A geração Z me atropelou com palavras como “gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de terno e sapato alto tomando um café na rua correndo pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior sucesso da minha carreira falava justamente da glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu achava lindo, identificação total.
   Eu sou a favor de priorizar a saúde mental, reconheço a importância do ócio, da terapia, da qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que momento um prazo mudado virou opressão e qualquer frustração ganhou nome de um transtorno novo no TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
    Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira geração a ter que entender de engajamento, likes e postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem de casa hoje em dia.
     Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo casamento é careta, nem todo mundo que trabalha muito é infeliz.
     Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo. Bem-vindo à vida adulta.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna /2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm _source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria. Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
A palavra “glamorização” (2º parágrafo) vem da palavra estrangeira glamour, mas que já se encontra adaptada à estrutura da língua portuguesa. No que se refere à classe gramatical, ela é classificada como 
Alternativas
Q4099437 Não definido
Eu acreditei na geração Z


   A geração Z me enganou. No momento que a gente achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da própria vida.
    A geração Z me atropelou com palavras como “gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de terno e sapato alto tomando um café na rua correndo pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior sucesso da minha carreira falava justamente da glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu achava lindo, identificação total.
   Eu sou a favor de priorizar a saúde mental, reconheço a importância do ócio, da terapia, da qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que momento um prazo mudado virou opressão e qualquer frustração ganhou nome de um transtorno novo no TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
    Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira geração a ter que entender de engajamento, likes e postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem de casa hoje em dia.
     Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo casamento é careta, nem todo mundo que trabalha muito é infeliz.
     Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo. Bem-vindo à vida adulta.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna /2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm _source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria. Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
O uso do conectivo de coesão, mas, em: “A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido”, introduz 
Alternativas
Q4099438 Não definido
Eu acreditei na geração Z


   A geração Z me enganou. No momento que a gente achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da própria vida.
    A geração Z me atropelou com palavras como “gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de terno e sapato alto tomando um café na rua correndo pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior sucesso da minha carreira falava justamente da glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu achava lindo, identificação total.
   Eu sou a favor de priorizar a saúde mental, reconheço a importância do ócio, da terapia, da qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que momento um prazo mudado virou opressão e qualquer frustração ganhou nome de um transtorno novo no TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
    Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira geração a ter que entender de engajamento, likes e postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem de casa hoje em dia.
     Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo casamento é careta, nem todo mundo que trabalha muito é infeliz.
     Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito, mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo. Bem-vindo à vida adulta.



Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna /2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm _source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria. Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
Analise as afirmativas.

I. Em: “Mas eu queria entender:” (3º parágrafo), o uso dos dois pontos denota o encerramento de um argumento.
II. Em: “Eu olhava pra eles e pensava:” (2º parágrafo), a opção da autora pelo uso da palavra “pra” indica o uso de uma linguagem informal mais próxima ao leitor.
III. Em: “finalmente uma geração que entendeu que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho adoece a gente.” (2º parágrafo), a palavra “finalmente” é classificada como advérbio de lugar.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4099439 Não definido
Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés


Disponível em: https://www.letras.mus.br/cartola/44901/. Acesso em: 27 mai.
2026. (Adaptado).

A expressão “o mundo é um moinho” sugere que 
Alternativas
Q4099440 Não definido
Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés


Disponível em: https://www.letras.mus.br/cartola/44901/. Acesso em: 27 mai.
2026. (Adaptado).

A expressão “Presta atenção”, destacada no texto, é um exemplo de coesão recorrencial que tem por função 
Alternativas
Q4099441 Não definido
Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés


Disponível em: https://www.letras.mus.br/cartola/44901/. Acesso em: 27 mai.
2026. (Adaptado).

A palavra “triturar”, no verso: “Vai triturar teus sonhos [...]”, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por 
Alternativas
Q4099442 Não definido
Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó

Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés


Disponível em: https://www.letras.mus.br/cartola/44901/. Acesso em: 27 mai.
2026. (Adaptado).

Nos versos: “Ainda é cedo, amor”, “Preste atenção, querida”, as palavras “amor” e “querida” são vocativos que têm por função 
Alternativas
Q4099443 Não definido
Mousse de cupuaçu com castanha-do-pará
Ingredientes 1 lata de leite condensado 1 lata de creme de leite (use a mesma medida do leite condensado) 1 lata de leite integral 200 gramas de polpa de cupuaçu 5 g de gelatina sem sabor diluída 5 castanhas-do-pará
Modo de preparo 1. Bata no liquidificador todos os ingredientes. 2. Coloque em um refratário e leve à geladeira por mais ou menos 40 minutos.
Disponível em: https://www.tudogostoso.com.br/receita/164054-mousse-decupuacu-com-castanha-do-para.html. Acesso em: 28 mai. 2026. (Adaptado).



A tipologia textual da receita de bolo é a injuntiva. No que se refere ao modo de preparo, a instrução utiliza, geralmente, os verbos no 
Alternativas
Q4099444 Não definido
Nesta terceira década do século XXI, o racismo tem se expressado em diversos eventos culturais, políticos e esportivos. Em escolas brasileiras, as intolerâncias contra religiões de matriz africana resultam do racismo epistêmico.
Esse tipo de racismo é assim conceituado em razão
Alternativas
Q4099445 Não definido
Em um artigo de opinião, os autores André Demarchi, Héber Rogério Grácio e Thiago Allan Ribeiro de Oliveira, afirmam:
A produção em série dessas gerigonças futuristas destrói o cerrado em plena época de discussão mundial em torno da emergência climática. As máquinas de guerra contra a vida do cerrado são também máquinas administrativas, burocráticas e jurídicas.
Disponível em: (https://tocantins.jornalopcao.com.br/artigo-de-opiniao/ agrotins-evolucaodo-agro-ou-destruicao-do-cerrado-558776/). Acesso em: 16 mai. 2026. (Adaptado).

Seu conteúdo apresenta crítica à(a)
Alternativas
Q4099446 Não definido
Distribuição geográfica de reservas de terras raras, 2026.


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Nota: Os valores são estimados em termos de equivalentes de óxidos de terras raras e incluem todos os elementos de terras raras. As participações são baseadas no volume das reservas que poderiam ser extraídas economicamente no momento da determinação. Mianmar foi excluído do gráfico devido à falta de dados confiáveis sobre as reservas, mas o país é um dos maiores produtores de terras raras médias e pesadas.
Disponível em: https://observatoriodamineracao.com.br/discussao-sobresoberania-esbarra-no-fato-de-que-as-terras-raras-brasileiras-ja-tem-donosestados-unidos-australia-e-canada/ Acesso em: 20 mai. 2026. (Adaptado)

Sobre as terras raras é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q4099447 Não definido
China inaugura primeira fábrica do mundo de robôs que fabricam robôs. Unidade produzirá 10 mil humanoides/ano e foi projetada para atender à demanda de setores como manufatura e serviços. 


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Unidades de robôs humanoides da AgiBot alinhadas em fábrica chinesa, parte de uma rede que inclui produção em grande escala em Foshan, treinamento em cenários reais no centro de Shijingshan, em Pequim, e aplicações industriais em linhas de produção de baterias em Xangai.
Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2026/03/31/china-inauguraprimeira-fabrica-do-mundo-de-robos-que-fabricam-robos/ Acesso em: 20 mai. 2026. (Adaptado).

A integração da Inteligência Artificial (IA) à robótica evidencia uma evolução tecnológica histórica.
Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4099448 Não definido

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O professor Carlos Nobre, climatologista e pesquisador da USP, considera esta 30ª edição a mais importante dentre todas já realizadas desde o Acordo de Paris. Primeiro a empregar o termo "ponto de não retorno", o cientista nos explica o que isso significa e os resultados devastadores, especificamente para a Floresta Amazônica, se não for possível manter a temperatura nos limites máximos recomendados pelos cientistas do IPCC, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU. Carlos Nobre afirma que o Brasil tem condições de rapidamente zerar as emissões de gases até 2040, ampliar a conectividade entre emissões, preservação e recuperação ambiental, marcando definitivamente a história da conferência.
Disponível em: https://www12.senado.leg.br/radio/1/conexao-senado /2025/11/10/cop-30-em-belem-marca-ponto-decisivo-na-luta-contra-oaquecimento-global-avalia-carlos-nobre. Acesso em: 20 mai. 2026. (Adaptado).

A Conferência das Partes (COP), criada pela ConvençãoQuadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC ou UNFCCC, em inglês), tem como intuito definir e executar ações necessárias frente às mudanças do clima. Para tanto, promove uma Agenda de Ações.
Como parte fundamental para a implementação desta agenda está o Celeiro de Soluções, que significa: 
Alternativas
Q4099449 Não definido
Para a elaboração de um relatório, utilizando o Microsoft Word, o servidor João precisa aplicar formatações padronizadas aos títulos, subtítulos e corpo de texto, além de facilitar a geração automática de sumário.
Para realizar essa tarefa de forma adequada no Microsoft Word, ele deve utilizar o seguinte recurso:
Alternativas
Q4099450 Não definido
No Microsoft Excel 2010, qual das seguintes funções deve ser utilizada para realizar a contagem do número de células não numéricas e não vazias em um intervalo de dados:
Alternativas
Q4099451 Não definido
Analise as informações a seguir em relação a uma planilha criada no Microsoft Excel 2010:

I. Coluna A possui uma lista de salas de aula do Bloco J da UFT (células de A2 a A9)
II. Coluna B possui a área em metros quadrados, no formato numérico, de cada uma das salas de aula (células de B2 a B9).
III. Coluna C possui a informação de disponibilidade de cada sala de aula, podendo conter a informação de disponibilidade ou indisponibilidade.
IV. Considera-se disponível a sala de aula com área maior que 40m².


Assinale a alternativa que representa a fórmula a ser utilizada para verificar a disponibilidade de uma das salas de aula na célula C5:
Alternativas
Q4099452 Não definido
Analise as afirmativas a seguir em relação aos recursos presentes na família de sistemas operacionais Microsoft Windows:

I. O Microsoft Defender é a ferramenta de segurança integrada ao Windows, responsável pela proteção do computador contra ameaças digitais.

II. O Windows Powershell permite ao usuário realizar logon no sistema utilizando a face ou impressão digital em vez de uma senha.

III. O sistema de arquivos do Windows permite que arquivos com o mesmo nome, mas com extensões diferentes, possam ser armazenados na mesma pasta.

IV. Por padrão, o período máximo que um arquivo fica aguardando uma ação do usuário na lixeira é de 90 dias, após esse prazo o arquivo é excluído permanentemente.


Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4099453 Não definido
A servidora Maria salvou um documento importante apenas no disco rígido do computador do seu setor. Dias depois, o equipamento apresentou defeito e os dados foram perdidos. A prática recomendada para reduzir esse tipo de risco é denominada:
Alternativas
Respostas
1: E
2: C
3: E
4: C
5: B
6: A
7: C
8: E
9: E
10: D
11: A
12: D
13: C
14: B
15: E
16: B
17: C
18: D
19: B
20: E