Questões de Concurso Público SEBRAE-NACIONAL 2026 para Perfil de Assistente PCD

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Q4150285 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG1A1, o número reduzido de mulheres nas áreas de STEM
Alternativas
Q4150286 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

Internet: (com adaptações).
De acordo com o texto CG1A1, uma situação preponderante para a dificuldade de inclusão feminina nas áreas de STEM é
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Q4150287 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Do oitavo e do nono parágrafos do texto CG1A1 depreende-se que
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Q4150288 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Cada uma das próximas opções apresenta uma proposta de reescrita do primeiro parágrafo do texto CG1A1. Assinale a opção em que a proposta apresentada preserva a coerência das ideias originais e a correção gramatical do texto.

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Q4150289 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Sem prejuízo dos sentidos do texto CG1A1 e de sua correção gramatical, o vocábulo “resultante” (segundo parágrafo) poderia ser substituído por
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Q4150290 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Assinale a opção que indica a classe gramatical a que pertence o vocábulo “mesmo”, empregado no quarto parágrafo do texto CG1A1.
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Q4150291 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Com relação à regência verbal e nominal e ao emprego do sinal indicativo de crase, assinale a opção que apresenta proposta de reescrita gramaticalmente correta para o trecho do texto CG1A1 reproduzido.
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Q4150292 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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No segundo período do sétimo parágrafo do texto CG1A1, a expressão “leva em consideração” tem o mesmo sentido de
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Q4150293 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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Com relação à pontuação, a correção gramatical do primeiro período do último parágrafo do texto CG1A1 seria mantida caso
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Q4150294 Português
        A trajetória das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, do inglês science, technology, engineering and math) é marcada por inúmeros desafios que começam na educação básica e se estendem até o ambiente profissional.

        Apesar dos avanços significativos na inclusão feminina em diversas áreas, as disciplinas de STEM continuam a apresentar uma notável disparidade de gênero, resultante de uma combinação complexa de fatores socioculturais e institucionais.

        Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres nas áreas de STEM são os persistentes estereótipos de gênero. As noções preconcebidas sobre o que são consideradas profissões “masculinas” ou “femininas” são cultivadas desde cedo na sociedade e reforçadas por influências familiares, educacionais e midiáticas. 

        Esses estereótipos podem desencorajar meninas e jovens mulheres a perseguir interesses em campos dominados por homens, subestimando suas próprias capacidades em matemática e ciências, mesmo quando demonstram aptidão equivalente ou superior à dos seus colegas masculinos.

        Além disso, a falta de modelos femininos em posições de liderança e visibilidade em STEM é outro fator a ser considerado. Sem suficientes representações de sucesso feminino nessas áreas, as aspirantes a cientistas, engenheiras e tecnólogas muitas vezes têm dificuldades para visualizar suas próprias carreiras e seu sucesso.

        Modelos de papel não apenas inspiram, mas também oferecem uma rede de apoio e mentorias cruciais para a navegação em ambientes frequentemente hostis ou isoladores.

        A predominância masculina nos campos de STEM também pode levar a uma cultura de trabalho que desencoraja a participação feminina. Isso pode incluir tudo, desde viés inconsciente em contratações e promoções até um ambiente de trabalho que não leva em consideração as necessidades específicas das mulheres, como equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e políticas de maternidade.

        Além disso, mulheres nas áreas de STEM frequentemente enfrentam maior escrutínio sobre suas habilidades e seus resultados do que seus colegas homens, o que pode afetar negativamente sua confiança e suas aspirações profissionais.

        Estudos de caso e estatísticas ilustram claramente essas disparidades. Por exemplo, um relatório da UNESCO de 2021 apontou que, embora as mulheres representem cerca de 33% dos pesquisadores globais, em áreas como engenharia e tecnologia, esse número cai drasticamente. Em muitos países, as mulheres são apenas uma pequena fração dos graduados em programas de engenharia e tecnologia da informação (TI).

        Para enfrentar essas barreiras, é essencial que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão, desde programas de incentivo e bolsas de estudo para mulheres até treinamentos contra vieses inconscientes e a promoção de uma cultura de trabalho mais inclusiva. Essas medidas são cruciais para criar um ambiente em que mulheres que atuam em STEM possam prosperar igualmente.

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No primeiro período do último parágrafo do texto CG1A1, a oração “que tanto instituições educacionais quanto empregadores nos campos de STEM implementem políticas proativas de inclusão” exerce sintaticamente a função de
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Q4150295 Administração Geral
Considerando o escopo de atuação do SEBRAE, assinale a opção em que todas as ações citadas são de competência do SEBRAE.
Alternativas
Q4150296 Administração Geral
O público-alvo do SEBRAE compõe-se de
Alternativas
Q4150297 Administração Geral
Supondo que um empreendedor deseje abrir um restaurante e busque o SEBRAE para ser orientado sobre como minimizar riscos no negócio, assinale a opção que corresponde à ferramenta de planejamento indicada para estruturar o negócio e verificar sua viabilidade antes do início de seu funcionamento.
Alternativas
Q4150298 Gestão de Pessoas
Assinale a opção que apresenta corretamente uma prática organizacional relacionada ao pilar social do ESG.
Alternativas
Q4150299 Direito Administrativo
Conforme o Regulamento de Licitação e Contratos do Sistema SEBRAE, o sistema de registro de preços pode ser usado quando
Alternativas
Q4150300 Direito Administrativo
Com base no Regulamento de Licitação e Contratos do Sistema SEBRAE, assinale a opção que corresponde à modalidade de licitação para a venda de bens, precedida de avaliação, a quem oferecer maior lance.
Alternativas
Q4150301 Direito Administrativo
Segundo o Regulamento de Licitação e Contratos do Sistema SEBRAE, a matriz de riscos é cláusula contratual obrigatória no caso de 
Alternativas
Q4150302 Direito Administrativo
Conforme o Regulamento de Licitação e Contratos do Sistema SEBRAE, a licitação pode ser dispensada na hipótese de
Alternativas
Q4150303 Atendimento ao Público
Suponha que, no atendimento aos usuários de serviço público, o atendente demonstre capacidade de antecipar as necessidades ou problemas dos usuários do serviço, agindo de forma preventiva antes mesmo que lhe seja solicitado algo. Nesse tipo de atendimento, a qualidade preponderante é a
Alternativas
Q4150304 Administração Geral
Garantir que sistemas tecnológicos internos sejam acessíveis a servidores com deficiência e evitar o uso de termos técnicos excessivos entre departamentos para agilizar a compreensão são boas práticas organizacionais relacionadas, respectivamente, a
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: A
4: B
5: B
6: A
7: D
8: D
9: C
10: B
11: D
12: D
13: C
14: C
15: A
16: B
17: B
18: A
19: D
20: A