Questões de Concurso Público SEBRAE-NACIONAL 2025 para Analista Técnico I

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Q3468480 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

Internet:<unasus.unifesp.br>  (com adaptações). 
De acordo com o texto 1A1, a Escola de Palo Alto 
Alternativas
Q3468481 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Os aspectos conteudísticos e relacionais da comunicação, segundo o texto 1A1, 
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Q3468482 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Depreende-se dos dois últimos parágrafos do texto 1A1 que  
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Q3468483 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto 1A1: “toda comunicação tem” (primeiro período do segundo parágrafo). Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e a coerência textual.  
Alternativas
Q3468484 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical e o sentido do texto 1A1 seriam mantidos caso os dois-pontos empregados no primeiro período do terceiro parágrafo fossem substituídos por vírgula e a esta se seguisse  
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Q3468485 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No último período do terceiro parágrafo do texto 1A1, a locução “podem denotar” poderia ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e a coerência textual, por 
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Q3468486 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No quarto parágrafo do texto 1A1, a forma pronominal “os”, em “pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens” (terceiro período), retoma 
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Q3468487 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical do quarto parágrafo do texto 1A1, no que concerne à concordância verbal e nominal, seria mantida caso se substituísse  
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Q3468488 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No primeiro período do último parágrafo do texto 1A1, o vocábulo “conspícuo” tem o mesmo sentido de 
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Q3468489 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

        Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical e as ideias do texto 1A1 seriam preservadas caso a forma verbal “Prescindindo” (último período do texto) fosse substituída por  
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Q3468490 Direito Administrativo
No Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), está prevista a modalidade de licitação do tipo  
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Q3468491 Direito Administrativo
Conforme o Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), a modalidade pregão 
Alternativas
Q3468492 Direito Administrativo
Com relação às distinções entre a contratação direta por dispensa e por inexigibilidade de licitação, assinale a opção correta, nos termos do Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024). 
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Q3468493 Direito Administrativo
Em relação ao modo de disputa das licitações, assinale a opção correta, considerando o Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024).  
Alternativas
Q3468494 Legislação Federal
Com base no Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3468495 Direito Administrativo
        Durante a etapa preparatória da contratação de serviços terceirizados de limpeza e segurança pelo SEBRAE, um analista realizou a coleta de informações técnicas do mercado, objetivando consolidar a versão final do edital e dos documentos anexos da licitação. Para tanto, foi possibilitado, aos interessados, o encaminhamento prévio e por escrito de contribuições e questionamentos.
Considerando a situação hipotética precedente, e à luz do Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), é correto afirmar que o procedimento de interação com o mercado utilizado pelo analista foi o(a)
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Q3468496 Legislação Federal
        Determinada unidade do SEBRAE realizou o pedido de contratação direta, por inexigibilidade de licitação, de serviços em plataformas de redes sociais para a execução de ações de impulsionamento de conteúdo da entidade. Um analista técnico do SEBRAE lotado na referida unidade foi designado para adotar todas as providências relativas à pesquisa de preço e ao mapa de preço.
Na situação hipotética apresentada, e considerando a Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024, é correto afirmar que o analista  
Alternativas
Q3468497 Legislação Federal
Considere que o sistema SEBRAE celebrou os contratos listados a seguir.
I Contrato de aquisição de equipamentos de informática, no valor de R$ 90 mil, o qual foi formalizado por contratação direta, sem licitação.
II Contrato de reforma em imóvel, no valor de R$ 350 mil, decorrente de contratação direta, sem licitação.
III Contrato de aluguel de geradores de energia elétrica, no valor de R$ 55 mil, formalizado por meio de licitação.

Em relação às exigências e aos procedimentos da regularidade fiscal desses contratos, assinale a opção correta, considerando a Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024.  
Alternativas
Q3468498 Direito Administrativo
A Unidade de Aquisições e Contratos (UAC) e a Unidade de Assessoria Jurídica (UASJUR) são essenciais para conferir, entre outras propriedades, a segurança e a eficácia nas contratações realizadas pelo SEBRAE. Acerca dessas duas unidades, assinale a opção correta, considerando a Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024. 
Alternativas
Q3468499 Direito Administrativo
Nos termos da Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024, o parecer jurídico  
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: B
4: D
5: A
6: D
7: C
8: A
9: C
10: A
11: B
12: D
13: C
14: C
15: C
16: C
17: B
18: C
19: D
20: B