Questões de Concurso Público EBSERH 2018 para Médico - Ecocardiografia
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Paciente com 74 anos de idade apresentou quadro de dor torácica atípica e ICC iniciado havia dois meses. O raio X de tórax mostrou índice cardiotorácico normal com aumento das câmaras atriais, além de congestão pulmonar, linhas B de Kerley e retração fibrótica no ápice esquerdo. O ecocardiograma mostrou cavidades ventriculares com dimensões e função sistólica normais. O septo interventricular, ao modo M, apresentava-se com padrão de raiz quadrada, aumento das câmaras atriais, pericárdio espessado (10 mm) e derrame discreto, com sinais de aderência dos folhetos. A função diastólica mostrou relação E/A > 2. O estudo com Doppler tecidual revelou onda E’ = 10 cm/s e notou-se o fenômeno de annulus reversus. A veia cava inferior não pôde ser visibilizada e a velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido foi de 95 cm/seg. Durante a inspiração, a velocidade da onda E’ do fluxo mitral reduziu-se de 80 cm/s para 50 cm/s.
A partir desse caso clínico, julgue os itens seguintes, com relação à função, à anatomia e às doenças do pericárdio.
Paciente com 74 anos de idade apresentou quadro de dor torácica atípica e ICC iniciado havia dois meses. O raio X de tórax mostrou índice cardiotorácico normal com aumento das câmaras atriais, além de congestão pulmonar, linhas B de Kerley e retração fibrótica no ápice esquerdo. O ecocardiograma mostrou cavidades ventriculares com dimensões e função sistólica normais. O septo interventricular, ao modo M, apresentava-se com padrão de raiz quadrada, aumento das câmaras atriais, pericárdio espessado (10 mm) e derrame discreto, com sinais de aderência dos folhetos. A função diastólica mostrou relação E/A > 2. O estudo com Doppler tecidual revelou onda E’ = 10 cm/s e notou-se o fenômeno de annulus reversus. A veia cava inferior não pôde ser visibilizada e a velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido foi de 95 cm/seg. Durante a inspiração, a velocidade da onda E’ do fluxo mitral reduziu-se de 80 cm/s para 50 cm/s.
A partir desse caso clínico, julgue os itens seguintes, com relação à função, à anatomia e às doenças do pericárdio.
Paciente com 74 anos de idade apresentou quadro de dor torácica atípica e ICC iniciado havia dois meses. O raio X de tórax mostrou índice cardiotorácico normal com aumento das câmaras atriais, além de congestão pulmonar, linhas B de Kerley e retração fibrótica no ápice esquerdo. O ecocardiograma mostrou cavidades ventriculares com dimensões e função sistólica normais. O septo interventricular, ao modo M, apresentava-se com padrão de raiz quadrada, aumento das câmaras atriais, pericárdio espessado (10 mm) e derrame discreto, com sinais de aderência dos folhetos. A função diastólica mostrou relação E/A > 2. O estudo com Doppler tecidual revelou onda E’ = 10 cm/s e notou-se o fenômeno de annulus reversus. A veia cava inferior não pôde ser visibilizada e a velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido foi de 95 cm/seg. Durante a inspiração, a velocidade da onda E’ do fluxo mitral reduziu-se de 80 cm/s para 50 cm/s.
A partir desse caso clínico, julgue os itens seguintes, com relação à função, à anatomia e às doenças do pericárdio.
Paciente com 74 anos de idade apresentou quadro de dor torácica atípica e ICC iniciado havia dois meses. O raio X de tórax mostrou índice cardiotorácico normal com aumento das câmaras atriais, além de congestão pulmonar, linhas B de Kerley e retração fibrótica no ápice esquerdo. O ecocardiograma mostrou cavidades ventriculares com dimensões e função sistólica normais. O septo interventricular, ao modo M, apresentava-se com padrão de raiz quadrada, aumento das câmaras atriais, pericárdio espessado (10 mm) e derrame discreto, com sinais de aderência dos folhetos. A função diastólica mostrou relação E/A > 2. O estudo com Doppler tecidual revelou onda E’ = 10 cm/s e notou-se o fenômeno de annulus reversus. A veia cava inferior não pôde ser visibilizada e a velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido foi de 95 cm/seg. Durante a inspiração, a velocidade da onda E’ do fluxo mitral reduziu-se de 80 cm/s para 50 cm/s.
A partir desse caso clínico, julgue os itens seguintes, com relação à função, à anatomia e às doenças do pericárdio.
Paciente com 74 anos de idade apresentou quadro de dor torácica atípica e ICC iniciado havia dois meses. O raio X de tórax mostrou índice cardiotorácico normal com aumento das câmaras atriais, além de congestão pulmonar, linhas B de Kerley e retração fibrótica no ápice esquerdo. O ecocardiograma mostrou cavidades ventriculares com dimensões e função sistólica normais. O septo interventricular, ao modo M, apresentava-se com padrão de raiz quadrada, aumento das câmaras atriais, pericárdio espessado (10 mm) e derrame discreto, com sinais de aderência dos folhetos. A função diastólica mostrou relação E/A > 2. O estudo com Doppler tecidual revelou onda E’ = 10 cm/s e notou-se o fenômeno de annulus reversus. A veia cava inferior não pôde ser visibilizada e a velocidade de propagação do fluxo mitral ao modo M colorido foi de 95 cm/seg. Durante a inspiração, a velocidade da onda E’ do fluxo mitral reduziu-se de 80 cm/s para 50 cm/s.
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Paciente do sexo masculino, 45 anos de idade, foi admitido com IAM com supra ST anterior extenso. Por limitações do local de atendimento, foi realizada trombólise sem sinais de reperfusão. Apenas 5 dias após o evento agudo, foi realizada a cineangiocoronariografia que mostrou DA com 80% e fluxo lento. Ecocardiograma mostrou hipocinesia anterosseptal e lateral com algum sinal de fibrose. A decisão sobre a angioplastia da artéria descendente anterior ficou para depois do estudo de viabilidade miocárdica. Optou-se por realizar a ecocardiografia de estresse.
A partir desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Paciente do sexo masculino, 45 anos de idade, foi admitido com IAM com supra ST anterior extenso. Por limitações do local de atendimento, foi realizada trombólise sem sinais de reperfusão. Apenas 5 dias após o evento agudo, foi realizada a cineangiocoronariografia que mostrou DA com 80% e fluxo lento. Ecocardiograma mostrou hipocinesia anterosseptal e lateral com algum sinal de fibrose. A decisão sobre a angioplastia da artéria descendente anterior ficou para depois do estudo de viabilidade miocárdica. Optou-se por realizar a ecocardiografia de estresse.
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Paciente do sexo masculino, 45 anos de idade, foi admitido com IAM com supra ST anterior extenso. Por limitações do local de atendimento, foi realizada trombólise sem sinais de reperfusão. Apenas 5 dias após o evento agudo, foi realizada a cineangiocoronariografia que mostrou DA com 80% e fluxo lento. Ecocardiograma mostrou hipocinesia anterosseptal e lateral com algum sinal de fibrose. A decisão sobre a angioplastia da artéria descendente anterior ficou para depois do estudo de viabilidade miocárdica. Optou-se por realizar a ecocardiografia de estresse.
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Na avaliação pré-operatória de paciente portador de cardiopatia chagásica com ICC refratária, o cateterismo direito mostrava aumento da resistência vascular pulmonar com 3,3 unidades Wood, reversível com uso de nitroprussiato. Foi submetido ao transplante por técnica Cava-cava. No pós-operatório imediato, precisou de drogas vasoativas. O ecocardiograma mostrou função sistólica nos limites da normalidade e função diastólica com padrão restritivo. Houve derrame pericárdico. Depois de 5 anos, com boa evolução clínica, o paciente apresentou quadro de dispneia aos esforços. A aplicação da ecocardiografia na avaliação cardíaca no cenário do transplante apresentou várias particularidades.
A partir desse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Na avaliação pré-operatória de paciente portador de cardiopatia chagásica com ICC refratária, o cateterismo direito mostrava aumento da resistência vascular pulmonar com 3,3 unidades Wood, reversível com uso de nitroprussiato. Foi submetido ao transplante por técnica Cava-cava. No pós-operatório imediato, precisou de drogas vasoativas. O ecocardiograma mostrou função sistólica nos limites da normalidade e função diastólica com padrão restritivo. Houve derrame pericárdico. Depois de 5 anos, com boa evolução clínica, o paciente apresentou quadro de dispneia aos esforços. A aplicação da ecocardiografia na avaliação cardíaca no cenário do transplante apresentou várias particularidades.
A partir desse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Na avaliação pré-operatória de paciente portador de cardiopatia chagásica com ICC refratária, o cateterismo direito mostrava aumento da resistência vascular pulmonar com 3,3 unidades Wood, reversível com uso de nitroprussiato. Foi submetido ao transplante por técnica Cava-cava. No pós-operatório imediato, precisou de drogas vasoativas. O ecocardiograma mostrou função sistólica nos limites da normalidade e função diastólica com padrão restritivo. Houve derrame pericárdico. Depois de 5 anos, com boa evolução clínica, o paciente apresentou quadro de dispneia aos esforços. A aplicação da ecocardiografia na avaliação cardíaca no cenário do transplante apresentou várias particularidades.
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