Questões de Concurso Público Prefeitura de Paraíso - SC 2021 para Médico Clinico Geral

Foram encontradas 35 questões

Q4413269 Não definido
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

PÓS-PANDEMIA

Hora da tecnologia na mobilidade urbana
13/04/2021 - 18:34
Por Luisa Feyo Peixoto Guimarães

A Covid-19 afetou os padrões de deslocamento da população. Algumas cidades ao redor do mundo, assim como a capital fluminense, já começaram a atentar aos impactos que o distanciamento social pode ter na gestão da mobilidade urbana a longo prazo.

Em 2020, quando as cidades decretaram restrições para conter a pandemia, o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), os ônibus urbanos receberam 30 milhões de passageiros a menos entre março e junho - um prejuízo de R$ 3,72 bilhões.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de seis milhões de habitantes, houve, em 2019, mais de 12 milhões de viagens de ônibus, com mais de um bilhão de passageiros transportados e um percentual de integração de 17%. Desde o decreto oficial da pandemia até 14 de setembro de 2020, a SuperVia, que opera trens urbanos que ligam 11 municípios da região metropolitana do Rio, registrou perda de 47,2 milhões de passageiros e prejuízo de mais de R$ 204,5 milhões. Já o MetrôRio perdeu 18,6 milhões de embarques por mês, em média - uma redução diária de cerca de 70% do seu público. O prejuízo acumulado foi de R$ 190 milhões até julho de 2020.

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) aponta que, no Brasil, o transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas. Há uma insegurança com o futuro, já que o uso de automóveis do transporte coletivo pode continuar sendo evitado mesmo após o término do isolamento. As pessoas poderiam voltar aos automóveis privados, o que seria um retrocesso para políticas de mobilidade mais sustentáveis, igualitárias, eficientes e seguras.

Em um momento de incerteza e mudança de cenário, os esforços de governos e empresas de mobilidade devem estar alinhados para a construção de políticas para o transporte. Assim, poderemos minimizar os impactos negativos e potencializar as oportunidades dessa crise global para a mobilidade urbana.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/hora-da-tecnologia-na-mobilidade-urba na.html
A partir do artigo de opinião acima, é CORRETO AFIRMAR que o posicionamento defendido pela autora é o de que:
Alternativas
Q4413270 Não definido
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

PÓS-PANDEMIA

Hora da tecnologia na mobilidade urbana
13/04/2021 - 18:34
Por Luisa Feyo Peixoto Guimarães

A Covid-19 afetou os padrões de deslocamento da população. Algumas cidades ao redor do mundo, assim como a capital fluminense, já começaram a atentar aos impactos que o distanciamento social pode ter na gestão da mobilidade urbana a longo prazo.

Em 2020, quando as cidades decretaram restrições para conter a pandemia, o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), os ônibus urbanos receberam 30 milhões de passageiros a menos entre março e junho - um prejuízo de R$ 3,72 bilhões.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de seis milhões de habitantes, houve, em 2019, mais de 12 milhões de viagens de ônibus, com mais de um bilhão de passageiros transportados e um percentual de integração de 17%. Desde o decreto oficial da pandemia até 14 de setembro de 2020, a SuperVia, que opera trens urbanos que ligam 11 municípios da região metropolitana do Rio, registrou perda de 47,2 milhões de passageiros e prejuízo de mais de R$ 204,5 milhões. Já o MetrôRio perdeu 18,6 milhões de embarques por mês, em média - uma redução diária de cerca de 70% do seu público. O prejuízo acumulado foi de R$ 190 milhões até julho de 2020.

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) aponta que, no Brasil, o transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas. Há uma insegurança com o futuro, já que o uso de automóveis do transporte coletivo pode continuar sendo evitado mesmo após o término do isolamento. As pessoas poderiam voltar aos automóveis privados, o que seria um retrocesso para políticas de mobilidade mais sustentáveis, igualitárias, eficientes e seguras.

Em um momento de incerteza e mudança de cenário, os esforços de governos e empresas de mobilidade devem estar alinhados para a construção de políticas para o transporte. Assim, poderemos minimizar os impactos negativos e potencializar as oportunidades dessa crise global para a mobilidade urbana.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/hora-da-tecnologia-na-mobilidade-urba na.html
Assinale abaixo a alternativa que corresponde à correta progressão temática do artigo de opinião: 
Alternativas
Q4413271 Não definido
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

PÓS-PANDEMIA

Hora da tecnologia na mobilidade urbana
13/04/2021 - 18:34
Por Luisa Feyo Peixoto Guimarães

A Covid-19 afetou os padrões de deslocamento da população. Algumas cidades ao redor do mundo, assim como a capital fluminense, já começaram a atentar aos impactos que o distanciamento social pode ter na gestão da mobilidade urbana a longo prazo.

Em 2020, quando as cidades decretaram restrições para conter a pandemia, o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), os ônibus urbanos receberam 30 milhões de passageiros a menos entre março e junho - um prejuízo de R$ 3,72 bilhões.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de seis milhões de habitantes, houve, em 2019, mais de 12 milhões de viagens de ônibus, com mais de um bilhão de passageiros transportados e um percentual de integração de 17%. Desde o decreto oficial da pandemia até 14 de setembro de 2020, a SuperVia, que opera trens urbanos que ligam 11 municípios da região metropolitana do Rio, registrou perda de 47,2 milhões de passageiros e prejuízo de mais de R$ 204,5 milhões. Já o MetrôRio perdeu 18,6 milhões de embarques por mês, em média - uma redução diária de cerca de 70% do seu público. O prejuízo acumulado foi de R$ 190 milhões até julho de 2020.

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) aponta que, no Brasil, o transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas. Há uma insegurança com o futuro, já que o uso de automóveis do transporte coletivo pode continuar sendo evitado mesmo após o término do isolamento. As pessoas poderiam voltar aos automóveis privados, o que seria um retrocesso para políticas de mobilidade mais sustentáveis, igualitárias, eficientes e seguras.

Em um momento de incerteza e mudança de cenário, os esforços de governos e empresas de mobilidade devem estar alinhados para a construção de políticas para o transporte. Assim, poderemos minimizar os impactos negativos e potencializar as oportunidades dessa crise global para a mobilidade urbana.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/hora-da-tecnologia-na-mobilidade-urba na.html
Textos argumentativos costumam ter jogos de sentido que funcionam como recursos retóricos de convencimento. A partir disso, analise os quatro enunciados abaixo:
I.O trecho " Algumas cidades ao redor do mundo" é polissêmico por referir-se a várias cidades.
II.O trecho "o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%." é um trecho que está em sentido conotativo.
III.O trecho "uma redução diária de cerca de 70% do seu público." é metafórico, sendo a sua forma literal "uma redução diária de cerca de 70% dos seus passageiros."

Assinale abaixo a alternativa CORRETA a respeito das asserções acima:
Alternativas
Q4413272 Não definido
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

PÓS-PANDEMIA

Hora da tecnologia na mobilidade urbana
13/04/2021 - 18:34
Por Luisa Feyo Peixoto Guimarães

A Covid-19 afetou os padrões de deslocamento da população. Algumas cidades ao redor do mundo, assim como a capital fluminense, já começaram a atentar aos impactos que o distanciamento social pode ter na gestão da mobilidade urbana a longo prazo.

Em 2020, quando as cidades decretaram restrições para conter a pandemia, o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), os ônibus urbanos receberam 30 milhões de passageiros a menos entre março e junho - um prejuízo de R$ 3,72 bilhões.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de seis milhões de habitantes, houve, em 2019, mais de 12 milhões de viagens de ônibus, com mais de um bilhão de passageiros transportados e um percentual de integração de 17%. Desde o decreto oficial da pandemia até 14 de setembro de 2020, a SuperVia, que opera trens urbanos que ligam 11 municípios da região metropolitana do Rio, registrou perda de 47,2 milhões de passageiros e prejuízo de mais de R$ 204,5 milhões. Já o MetrôRio perdeu 18,6 milhões de embarques por mês, em média - uma redução diária de cerca de 70% do seu público. O prejuízo acumulado foi de R$ 190 milhões até julho de 2020.

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) aponta que, no Brasil, o transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas. Há uma insegurança com o futuro, já que o uso de automóveis do transporte coletivo pode continuar sendo evitado mesmo após o término do isolamento. As pessoas poderiam voltar aos automóveis privados, o que seria um retrocesso para políticas de mobilidade mais sustentáveis, igualitárias, eficientes e seguras.

Em um momento de incerteza e mudança de cenário, os esforços de governos e empresas de mobilidade devem estar alinhados para a construção de políticas para o transporte. Assim, poderemos minimizar os impactos negativos e potencializar as oportunidades dessa crise global para a mobilidade urbana.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/hora-da-tecnologia-na-mobilidade-urba na.html
A partir dos elementos textuais-discursivos do artigo de opinião lido, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4413273 Não definido
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

PÓS-PANDEMIA

Hora da tecnologia na mobilidade urbana
13/04/2021 - 18:34
Por Luisa Feyo Peixoto Guimarães

A Covid-19 afetou os padrões de deslocamento da população. Algumas cidades ao redor do mundo, assim como a capital fluminense, já começaram a atentar aos impactos que o distanciamento social pode ter na gestão da mobilidade urbana a longo prazo.

Em 2020, quando as cidades decretaram restrições para conter a pandemia, o fluxo de passageiros no transporte coletivo caiu entre 60% e 80%. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), os ônibus urbanos receberam 30 milhões de passageiros a menos entre março e junho - um prejuízo de R$ 3,72 bilhões.

No Rio de Janeiro, cidade com mais de seis milhões de habitantes, houve, em 2019, mais de 12 milhões de viagens de ônibus, com mais de um bilhão de passageiros transportados e um percentual de integração de 17%. Desde o decreto oficial da pandemia até 14 de setembro de 2020, a SuperVia, que opera trens urbanos que ligam 11 municípios da região metropolitana do Rio, registrou perda de 47,2 milhões de passageiros e prejuízo de mais de R$ 204,5 milhões. Já o MetrôRio perdeu 18,6 milhões de embarques por mês, em média - uma redução diária de cerca de 70% do seu público. O prejuízo acumulado foi de R$ 190 milhões até julho de 2020.

A Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) aponta que, no Brasil, o transporte coletivo é responsável por 50% das viagens motorizadas. Há uma insegurança com o futuro, já que o uso de automóveis do transporte coletivo pode continuar sendo evitado mesmo após o término do isolamento. As pessoas poderiam voltar aos automóveis privados, o que seria um retrocesso para políticas de mobilidade mais sustentáveis, igualitárias, eficientes e seguras.

Em um momento de incerteza e mudança de cenário, os esforços de governos e empresas de mobilidade devem estar alinhados para a construção de políticas para o transporte. Assim, poderemos minimizar os impactos negativos e potencializar as oportunidades dessa crise global para a mobilidade urbana.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/hora-da-tecnologia-na-mobilidade-urba na.html
É CORRETO afirmar que o texto utiliza como estratégias argumentativas:
Alternativas
Q4413274 Não definido
Assinale abaixo a alternativa em que o uso da crase é INCOR
Alternativas
Q4413275 Não definido
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://www.santavelharia.com. br/peca.asp?ID=5169088
Analise a imagem acima e assinale abaixo a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4413276 Não definido
Analise os três enunciados abaixo:
I.Investem-se milhões de reais em verbas públicas anuais para a educação, mas sua melhora ainda é um desafio sem horizontes definidos no Brasil.
II.Investe-se milhões de reais em verbas públicas anuais para a educação, mas sua melhora ainda é um desafio sem horizontes definidos no Brasil.
III.São investidos milhões de reais em verbas públicas anuais para a educação, mas sua melhora ainda é um desafio sem horizontes definidos no Brasil.

Em sua instância gramatical e semântica, é CORRETO dizer que:
Alternativas
Q4413277 Não definido
A respeito da sintaxe de colocação dos pronomes oblíquos, assinale abaixo a alternativa gramaticalmente INCORRETA: 
Alternativas
Q4413278 Não definido
Assinale abaixo a alternativa que possui predicado verbo-nominal: 
Alternativas
Q4413279 Não definido

Marque a alternativa CORRETA.


A Lei Orgânica do Município de Paraíso/SC dispõe que ao Município é vedado:

Alternativas
Q4413280 Não definido
Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) fez uma importante descoberta em relação a vacina produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac contra a Covid, descobriram que esta vacina é eficaz contra as três variantes do coronavírus - a britânica (B.1.1.7), a brasileira (B.1.1.28) e a sul-africana (B.1.351) - em circulação no Brasil.
Qual é o nome desta vacina?
Alternativas
Q4413281 Não definido
Por se encontrar em uma região onde há constantemente o encontro de massas de ar vindas de diferentes regiões e com características climáticas diversificadas, o estado de Santa Catarina já esteve exposto a fenômenos climáticos de grandes proporções. Entre eles podemos citar: 
Alternativas
Q4413282 Não definido
O ator Paulo Gustavo, internado desde o dia 13 de março de 2021 para tratar as complicações da Covid-19, passou a utilizar a terapia por ECMO. O que é esse tratamento? 
Alternativas
Q4413283 Não definido
Um caso que abismou a população brasileira ocorrido no dia 8 de março de 2021, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, desencadeou na prisão do Dr. Jairinho (médico e vereador) e Monique Medeiros. Quais as conjecturas que estão sobre o casal?
Alternativas
Respostas
16: D
17: C
18: A
19: A
20: D
21: D
22: C
23: A
24: B
25: B
26: B
27: D
28: D
29: D
30: A