Questões de Concurso Público Prefeitura de Itá - SC 2026 para Professor de Língua Portuguesa

Foram encontradas 24 questões

Q3837388 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Os disquetes "surgiram" por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores.

Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3837389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3837390 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o "que" os torna um recurso cada vez mais escasso.

Quanto à classe gramatical do termo destacado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3837391 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
Ainda assim, algumas pessoas continuam "a usá-lo" com entusiasmo.

Quanto à colocação pronominal presente na forma destacada, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3837392 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.


Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado. 
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837399 Português
A formação histórica do município de Itá resultou de processos articulados de ocupação do espaço, organização comunitária e construção de identidades coletivas. A consolidação da vida municipal envolveu a oferta de serviços públicos, a estruturação de atividades econômicas e a preservação de práticas culturais herdadas da colonização europeia. Elementos como religiosidade, festas comunitárias e cooperação social contribuíram para a integração entre população urbana e rural, reforçando vínculos sociais duradouros. Considerando esse contexto, analisam-se as assertivas a seguir acerca da base cultural e social do município.

I.A presença de matrizes culturais de origem europeia influenciou costumes, formas de sociabilidade e manifestações culturais locais.
II.As festas e celebrações comunitárias atuaram como instrumentos de integração social entre diferentes grupos da população.
III.A organização social do município manteve vínculos entre cultura, religiosidade e práticas coletivas de cooperação.
IV.O desenvolvimento municipal ocorreu com a completa substituição das tradições locais por padrões culturais externos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3837408 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos.

Considerando a frase acima, no âmbito da Sintaxe: termos essenciais da oração, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837409 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Considerando a frase acima, no que se refere aos termos integrantes da oração, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837410 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes.

Considerando a frase acima, no âmbito da Sintaxe: período, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837411 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
A experiência combina projeções "audiovisuais" e recursos de "realidade" virtual, acessados por meio de óculos especiais.

Os vocábulos destacados são formados pelos processos de formação de palavras denominados, respectivamente:
Alternativas
Q3837412 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como "excessivamente" "espetacularizadas", mais voltadas ao impacto "visual" do que à reflexão histórica.

Os termos destacados na frase são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q3837413 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio.

Considerando a frase acima e os princípios da análise sintática, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3837414 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades.

Com base na frase extraída do texto-base, é correto afirmar, sob o ponto de vista da morfologia, que:
Alternativas
Q3837415 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
O texto discute a difusão de experiências culturais baseadas em tecnologias imersivas que recriam eventos históricos marcados por tragédias. Ao longo da exposição do tema, são apresentados tanto os elementos que explicam o fascínio do público quanto as críticas relacionadas a aspectos éticos, comerciais e culturais envolvidos nesse tipo de iniciativa.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837416 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades "do mundo".

Com base na frase acima, o termo destacado, no contexto em que ocorre, classifica-se como: 
Alternativas
Q3837417 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Experiências que recriam naufrágio do Titanic atraem multidões: é certo faturar em cima da tragédia?


Os grandes salões internos do Titanic são gradualmente tomados pela água em projeções que ocupam piso, teto e paredes de um galpão no sul de Londres. A cena integra a exposição imersiva A Lenda do Titanic, criada para fazer com que o público se sinta a bordo do transatlântico que naufragou em 1912.

A experiência combina projeções audiovisuais e recursos de realidade virtual, acessados por meio de óculos especiais. Na loja, vendem-se apitos de emergência e cartões-postais com imagens do navio afundando entre icebergs. Visitantes fazem fila para tirar fotos, recriando cenas populares do cinema, jogam videogames em que precisam desviar de icebergs ou consomem bebidas no bar da atração. 

Os recursos de realidade virtual permitem caminhar pelo convés, percorrer os interiores luxuosos e até "descer" aos destroços do navio. Já as projeções em 360 graus do navio se enchendo de água são vistas por alguns como excessivamente espetacularizadas, mais voltadas ao impacto visual do que à reflexão histórica.

A exposição recebe avaliações positivas do público, que destaca a tecnologia e as informações apresentadas. Alguns visitantes relatam forte sensação de imersão, embora critiquem o alto preço dos ingressos e o caráter comercial de certas atividades, como fotos temáticas.

Essa não é a única atração do gênero. Outras experiências imersivas sobre o Titanic estão em cartaz no Reino Unido e em várias cidades do mundo, explorando desde a vida a bordo até o momento da colisão com o iceberg. Há também exposições semelhantes dedicadas a outros desastres históricos, como a destruição da cidade de Pompeia pela erupção do Vesúvio.

Essas iniciativas fazem parte de um mercado em rápida expansão. O setor global do entretenimento imersivo movimenta centenas de bilhões de dólares e cresce impulsionado pela busca por experiências interativas, enquanto formas tradicionais de consumo cultural mostram sinais de estagnação. 

O fascínio pelo Titanic se explica por diferentes fatores: o navio era considerado inafundável, transportava membros da elite mundial e sua história simboliza a fragilidade humana diante da natureza. Para historiadores, trata-se de uma tragédia emblemática que permite reflexões amplas sobre a condição humana.

Apesar do sucesso de público, as críticas são recorrentes. Alguns veem nessas experiências uma exploração comercial de tragédias reais, transformadas em entretenimento. Outros argumentam que o envolvimento excessivo pode diluir o respeito pelas vítimas. Defensores, por sua vez, afirmam que o interesse por tragédias sempre existiu e que a tecnologia apenas criou novas formas de abordá-las.

Há ainda questionamentos sobre a precisão histórica. Erros factuais, informações duvidosas e representações incorretas do naufrágio foram apontados por visitantes e nas redes sociais, sem resposta clara dos organizadores.

Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyzpzxz5nwo.adaptado. 
Mesmo em meio às controvérsias éticas e históricas, uma conclusão se impõe: as experiências imersivas sobre desastres tendem a se multiplicar, acompanhando a demanda do público e ocupando espaço crescente no cenário cultural contemporâneo.

Considerando a frase acima, no âmbito da Sintaxe: oração, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3837418 Português
A distinção entre os níveis fonético e fonológico permite compreender como os sons da fala são produzidos, percebidos e organizados nos sistemas linguísticos, considerando tanto sua realização física quanto seu papel funcional na diferenciação de sentidos (CRISTÓFARO-SILVA, 2018).

Considerando os fundamentos de fonética e fonologia no estudo da língua portuguesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837419 Português
As formas de incorporação da fala alheia no texto revelam diferentes modos de organização do discurso, permitindo ao enunciador controlar, aproximar ou distanciar vozes, tempos e perspectivas, conforme efeitos de sentido pretendidos (FIORIN, 2016).

Considerando os tipos de discurso, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837421 Português
A leitura, em contextos escolares, envolve um conjunto de procedimentos intencionais que ajudam o leitor a formular hipóteses, selecionar informações relevantes, produzir inferências e verificar, ao longo do processo, se o sentido construído se sustenta diante do texto, de seus objetivos e de seu gênero (KOCH; ELIAS, 2016).

Considerando as estratégias de leitura no contexto do ensino de Língua Portuguesa, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3837423 Português
Os usos da linguagem organizam-se historicamente em formas relativamente estáveis de enunciados, determinadas pelas condições sociais de produção, pelos objetivos comunicativos e pelas esferas de atividade humana em que circulam (BAKHTIN, 2011).

Considerando a noção de gêneros discursivos, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: B
5: D
6: A
7: A
8: C
9: C
10: D
11: D
12: D
13: B
14: A
15: E
16: B
17: B
18: B
19: C
20: B