Questões de Concurso Público Prefeitura de Ipumirim - SC 2026 para Tesoureiro
Foram encontradas 40 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Linguagem simples no serviço público
Atire a primeira pedra quem nunca teve dificuldade para entender um texto jurídico no Brasil. E um texto de página governamental na internet? Ou um edital de licitação ou de processo seletivo qualquer? Não importa muito se o texto trata de um direito a usufruir ou de uma obrigação a cumprir. Infelizmente, se o texto for do poder público, é bastante provável que nos deparemos com o "juridiquês" amplamente adotado na comunicação de governos de todas as esferas.
Leis, decretos e normas públicas não ficam para trás, muitas vezes com termos técnicos e jurídicos sem a explicação devida. Infelizmente, o nível de escolaridade do leitor nem sempre faz muita diferença: a depender do tema, da estrutura do texto e do suporte de leitura, a linguagem excessivamente artificial do jargão jurídico pode dificultar a vida e roubar o tempo da mais ilustrada e erudita das criaturas.
Felizmente, nas últimas décadas, sobretudo depois da Constituição Federal de 1988, o Brasil tem dado passos importantes na direção de ampliar a transparência e o acesso à informação. Ainda assim, ao lado desses avanços recentes, temos o angustiante cenário educacional brasileiro. [...] De acordo com os resultados divulgados [em maio de 2025], cerca de 29% dos brasileiros [de 15 a 64 anos] são analfabetos funcionais.
Estamos diante, portanto, de um caldo amargo que mistura a baixa qualidade educacional do Brasil com a dificuldade de compreensão de textos da cidadania por boa parte da nossa população. Em um contexto desafiador como esse, surgem, em meados dos anos 2000, debates sobre a urgência de se adotar uma linguagem mais simples, direta, clara e objetiva nos textos governamentais.
SOARES, Luana Bergmann. Linguagem simples no serviço público: Projeto de Lei nº 6.256, de 2019, e as políticas subnacionais. Brasília: Núcleo de Estudos e Pesquisas/CONLEG/Senado, jul. 2025. (Boletim Legislativo, n. 110). Disponível em:
https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-legislativos/tipos-de- estudos/boletins-legislativos/bol110. Acesso em: 17 out. 2026. (Adaptado.)
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I.No trecho, o emprego do acento indicativo de crase em "à informação" está de acordo com a norma-padrão.
PORQUE
II.O acento indica a fusão da preposição "a", exigida pelo verbo "ampliar", com o artigo definido feminino que acompanha o substantivo "informação".
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Linguagem simples no serviço público
Atire a primeira pedra quem nunca teve dificuldade para entender um texto jurídico no Brasil. E um texto de página governamental na internet? Ou um edital de licitação ou de processo seletivo qualquer? Não importa muito se o texto trata de um direito a usufruir ou de uma obrigação a cumprir. Infelizmente, se o texto for do poder público, é bastante provável que nos deparemos com o "juridiquês" amplamente adotado na comunicação de governos de todas as esferas.
Leis, decretos e normas públicas não ficam para trás, muitas vezes com termos técnicos e jurídicos sem a explicação devida. Infelizmente, o nível de escolaridade do leitor nem sempre faz muita diferença: a depender do tema, da estrutura do texto e do suporte de leitura, a linguagem excessivamente artificial do jargão jurídico pode dificultar a vida e roubar o tempo da mais ilustrada e erudita das criaturas.
Felizmente, nas últimas décadas, sobretudo depois da Constituição Federal de 1988, o Brasil tem dado passos importantes na direção de ampliar a transparência e o acesso à informação. Ainda assim, ao lado desses avanços recentes, temos o angustiante cenário educacional brasileiro. [...] De acordo com os resultados divulgados [em maio de 2025], cerca de 29% dos brasileiros [de 15 a 64 anos] são analfabetos funcionais.
Estamos diante, portanto, de um caldo amargo que mistura a baixa qualidade educacional do Brasil com a dificuldade de compreensão de textos da cidadania por boa parte da nossa população. Em um contexto desafiador como esse, surgem, em meados dos anos 2000, debates sobre a urgência de se adotar uma linguagem mais simples, direta, clara e objetiva nos textos governamentais.
SOARES, Luana Bergmann. Linguagem simples no serviço público: Projeto de Lei nº 6.256, de 2019, e as políticas subnacionais. Brasília: Núcleo de Estudos e Pesquisas/CONLEG/Senado, jul. 2025. (Boletim Legislativo, n. 110). Disponível em:
https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-legislativos/tipos-de- estudos/boletins-legislativos/bol110. Acesso em: 17 out. 2026. (Adaptado.)
"Felizmente, nas últimas décadas, sobretudo depois da Constituição Federal de 1988, o Brasil tem dado passos importantes na direção de ampliar a transparência."
Quanto ao emprego da vírgula, a reescrita que preserva a correção gramatical e o sentido original do período é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Linguagem simples no serviço público
Atire a primeira pedra quem nunca teve dificuldade para entender um texto jurídico no Brasil. E um texto de página governamental na internet? Ou um edital de licitação ou de processo seletivo qualquer? Não importa muito se o texto trata de um direito a usufruir ou de uma obrigação a cumprir. Infelizmente, se o texto for do poder público, é bastante provável que nos deparemos com o "juridiquês" amplamente adotado na comunicação de governos de todas as esferas.
Leis, decretos e normas públicas não ficam para trás, muitas vezes com termos técnicos e jurídicos sem a explicação devida. Infelizmente, o nível de escolaridade do leitor nem sempre faz muita diferença: a depender do tema, da estrutura do texto e do suporte de leitura, a linguagem excessivamente artificial do jargão jurídico pode dificultar a vida e roubar o tempo da mais ilustrada e erudita das criaturas.
Felizmente, nas últimas décadas, sobretudo depois da Constituição Federal de 1988, o Brasil tem dado passos importantes na direção de ampliar a transparência e o acesso à informação. Ainda assim, ao lado desses avanços recentes, temos o angustiante cenário educacional brasileiro. [...] De acordo com os resultados divulgados [em maio de 2025], cerca de 29% dos brasileiros [de 15 a 64 anos] são analfabetos funcionais.
Estamos diante, portanto, de um caldo amargo que mistura a baixa qualidade educacional do Brasil com a dificuldade de compreensão de textos da cidadania por boa parte da nossa população. Em um contexto desafiador como esse, surgem, em meados dos anos 2000, debates sobre a urgência de se adotar uma linguagem mais simples, direta, clara e objetiva nos textos governamentais.
SOARES, Luana Bergmann. Linguagem simples no serviço público: Projeto de Lei nº 6.256, de 2019, e as políticas subnacionais. Brasília: Núcleo de Estudos e Pesquisas/CONLEG/Senado, jul. 2025. (Boletim Legislativo, n. 110). Disponível em:
https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-legislativos/tipos-de- estudos/boletins-legislativos/bol110. Acesso em: 17 out. 2026. (Adaptado.)
Considerando o emprego dos tempos e modos verbais no texto, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Linguagem simples no serviço público
Atire a primeira pedra quem nunca teve dificuldade para entender um texto jurídico no Brasil. E um texto de página governamental na internet? Ou um edital de licitação ou de processo seletivo qualquer? Não importa muito se o texto trata de um direito a usufruir ou de uma obrigação a cumprir. Infelizmente, se o texto for do poder público, é bastante provável que nos deparemos com o "juridiquês" amplamente adotado na comunicação de governos de todas as esferas.
Leis, decretos e normas públicas não ficam para trás, muitas vezes com termos técnicos e jurídicos sem a explicação devida. Infelizmente, o nível de escolaridade do leitor nem sempre faz muita diferença: a depender do tema, da estrutura do texto e do suporte de leitura, a linguagem excessivamente artificial do jargão jurídico pode dificultar a vida e roubar o tempo da mais ilustrada e erudita das criaturas.
Felizmente, nas últimas décadas, sobretudo depois da Constituição Federal de 1988, o Brasil tem dado passos importantes na direção de ampliar a transparência e o acesso à informação. Ainda assim, ao lado desses avanços recentes, temos o angustiante cenário educacional brasileiro. [...] De acordo com os resultados divulgados [em maio de 2025], cerca de 29% dos brasileiros [de 15 a 64 anos] são analfabetos funcionais.
Estamos diante, portanto, de um caldo amargo que mistura a baixa qualidade educacional do Brasil com a dificuldade de compreensão de textos da cidadania por boa parte da nossa população. Em um contexto desafiador como esse, surgem, em meados dos anos 2000, debates sobre a urgência de se adotar uma linguagem mais simples, direta, clara e objetiva nos textos governamentais.
SOARES, Luana Bergmann. Linguagem simples no serviço público: Projeto de Lei nº 6.256, de 2019, e as políticas subnacionais. Brasília: Núcleo de Estudos e Pesquisas/CONLEG/Senado, jul. 2025. (Boletim Legislativo, n. 110). Disponível em:
https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-legislativos/tipos-de- estudos/boletins-legislativos/bol110. Acesso em: 17 out. 2026. (Adaptado.)
Considerando a organização argumentativa do texto e os recursos expressivos nele empregados, assinale a alternativa correta.
Considerando as frases do comunicado, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(__)Em "Os servidores ainda não sabem por que o protocolo foi suspenso", a grafia separada e sem acento é adequada, pois a expressão equivale a "por qual motivo".
(__)Em "A equipe atenderá microempreendedores no anexo", a forma "micro-empreendedores" seria a adequada, pois o prefixo terminado em vogal exige hífen diante de vogal.
(__)Em "A ideia da comissão foi aprovada", a palavra "ideia" deveria receber acento agudo, por ser paroxítona com ditongo aberto na sílaba tônica.
(__)Em "Os candidatos têm até sexta-feira para recorrer", o acento circunflexo em "têm" distingue a terceira pessoa do plural da forma singular "tem".
A sequência correta, de cima para baixo, é:
P:Se o relatório técnico é aprovado, então a operação é autorizada.
Q:Se a operação é autorizada, então o protocolo de segurança é ativado.
R:O protocolo de segurança não foi ativado.
S:Se o relatório técnico não for aprovado, então uma revisão complementar é solicitada.
T:Nenhuma revisão complementar foi solicitada.
A respeito dessas premissas e das conclusões que delas decorrem, analise as assertivas:
I.A partir das premissas Q e R, por modus tollens, conclui-se que a operação não foi autorizada.
II.Da não autorização da operação e da premissa P, conclui-se que o relatório técnico não foi aprovado.
III.Da premissa S e da inexistência de revisão complementar, conclui-se que o relatório técnico foi aprovado.
IV.O conjunto de premissas conduz simultaneamente à conclusão de que o relatório técnico foi aprovado e de que não foi aprovado.
V.As premissas formam um conjunto logicamente consistente.
Está correto o que se afirma em:
I.Sem a redução de produtividade, seriam necessários 10 analistas para cumprir a nova etapa.
II.Com a redução de 20% na produtividade individual, são necessários 12,5 analistas em termos estritamente proporcionais.
III.Considerando que o número de analistas deve ser inteiro e que o prazo não pode ser ultrapassado, devem ser alocados pelo menos 13 analistas.
IV.Se fossem mantidos apenas 10 analistas nas novas condições de produtividade, seriam revisadas 23.040 páginas no prazo estabelecido.
V.A redução de 20% na produtividade exige aumento de exatamente 20% no número de analistas para preservar a mesma produção nas mesmas condições de tempo.
Está correto o que se afirma em:
(__)Mirian pode ocupar a primeira posição.
(__)Felipe pode ocupar a terceira posição.
(__)Gabriela pode ocupar a segunda posição.
(__)Tereza pode ocupar a primeira posição.
(__)Existem exatamente cinco ordenações que satisfazem todas as condições.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I.Arrastar um arquivo com o botão esquerdo do mouse de uma pasta para outra, dentro da mesma unidade C:, move o arquivo para a pasta de destino.
II.Arrastar um arquivo com o botão esquerdo do mouse de uma pasta da unidade C: para o pen drive cria uma cópia do arquivo no pen drive.
III.Selecionar um arquivo e pressionar Shift + Delete envia o arquivo para a Lixeira, de onde ele pode ser restaurado.
IV.Arrastar um arquivo mantendo a tecla Ctrl pressionada, dentro da mesma unidade C:, cria uma cópia do arquivo na pasta de destino.
É correto o que se afirma em:
A2: 1010 | C2: Papel A4
A3: 1020 | C3: Toner
A4: 1030 | C4: Grampeador
A5: 1040 | C5: Caneta
Um servidor digitou, em uma célula vazia, a fórmula =SEERRO(PROCV(1025;A2:C5;3;VERDADEIRO);"Não cadastrado").
O resultado exibido pela fórmula é:
Para obter esse resultado, o procedimento adequado é:
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I.Inserir o brasão e o rodapé no Slide Mestre é uma forma adequada de padronizar esses elementos em toda a apresentação.
PORQUE
II.As alterações feitas no Slide Mestre são refletidas nos layouts e nos slides que se baseiam nele.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Associe as colunas abaixo, relacionando os itens da Coluna 1 às suas respectivas descrições na Coluna 2.
Coluna 1
1.Phishing.
2.Ransomware.
3.Spyware.
4.Worm.
Coluna 2
(__)Um programa se espalhou sozinho pela rede interna, explorando uma falha de segurança e criando cópias de si mesmo em outros computadores, sem que os usuários executassem arquivos.
(__)Servidores receberam uma mensagem que imitava um comunicado do setor de recursos humanos e os direcionava a uma página falsa para informar login e senha do sistema de folha de pagamento.
(__)Os arquivos de um computador do setor de tributos ficaram inacessíveis por criptografia, e uma mensagem na tela exigia pagamento para liberar a chave de recuperação.
(__)Um programa instalado sem conhecimento do usuário registrava as atividades realizadas no computador e enviava essas informações a terceiros.
Assinale a alternativa que contém a associação correta, de cima para baixo.
(__)A colonização alemã teve presença importante em áreas do Vale do Itajaí e do Norte catarinense.
(__)A imigração italiana contribuiu para a formação de comunidades em diferentes áreas do território catarinense.
(__)A presença açoriana teve maior influência histórica nas áreas do Oeste e do Planalto catarinense.
(__)A formação cultural catarinense recebeu contribuições de diferentes grupos étnicos ao longo de sua história.
(__)A colonização europeia tornou culturalmente semelhantes as diferentes regiões de Santa Catarina.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I.A existência de sítios arqueológicos e artefatos indica presença indígena no território antes da colonização oficial.
II.A colonização oficial contou com a chegada de descendentes de imigrantes italianos procedentes do Rio Grande do Sul.
III.A colonização oficial foi organizada pelo poder público municipal, responsável pela medição das terras e pela instalação dos novos colonos.
IV.Nos primeiros anos do século XX, famílias caboclas já habitavam o território às margens do rio Irani, antes do início da colonização oficial.
V.As famílias incorporadas à colonização oficial chegaram à região diretamente de países europeus, estabelecendo os primeiros núcleos populacionais locais.
Está correto o que se afirma em:
Identifique a alternativa que completa corretamente as lacunas acima.