Questões de Concurso Público Prefeitura de Modelo - SC 2018 para Professor de Artes
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A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Sobre o poema:
1. Segundo o eu lírico a morte representa para o escravo a possibilidade de libertação.
2. O eu lírico repreende o caminheiro por acreditar que o gesto de piedade não fará mais diferença para o escravo.
3. Ao morrer o escravo é recebido por Deus e pela natureza.
4. A “voz” lamentosa do eu lírico reforça o quão ditosa foi a vida do escravo.
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Substituindo o vocábulo em destaque sem prejuízo de sentido ao texto, temos:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
“Chora orvalhos a grama,...” A figura de linguagem que atribui a seres inanimados características de seres humanos denomina-se:
I. 1950 - Construção do primeiro templo da Igreja Católica.
II. 1957 - Criado e instalado o cartório de registro Civil de Modelo (SC).
III. 1961 - Instalado o Posto do Correio.
No desenho do corpo humano é utilizado um sistema de medida padrão chamado Cânone. Este sistema é utilizado para desenhar a figura humana de costas, mas se deve observar alguns detalhes. Analise as assertivas a seguir:
I. Verificar as mudanças de posição dos membros e para as divisões do corpo: as articulações seguem um movimento circular em torno de sua rótula (joelho, cotovelo, punho, etc.).
II. As proporções não são iguais da figura frontal.
III. São utilizadas as mesmas proporções de altura e largura da medida padrão.
IV. Esboçar a linha do equilíbrio e depois dividir o corpo em 8,5 o tamanho da cabeça.
Agora assinale a alternativa CORRETA:
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394/1996, art. 32, o ensino fundamental obrigatório:
I. Tem duração de 9 (nove) anos.
II. Gratuito nas escolas pública e privadas.
III. Inicia aos 6 (seis) anos de idade.
IV. Terá por objetivo a formação básica do cidadão.
Em relação a Constituição Federal, art. 14, a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
I. Plebiscito
II. Referendo
III. Iniciativa popular