Questões de Concurso
Sobre cuidados paliativos e da vida diária na terapia ocupacional e na interdisciplinaridade em terapia ocupacional
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Com relação às causas de dor e aos cuidados paliativos na população infantil, julgue o seguinte item.
Os cuidados paliativos podem ser aplicados em qualquer fase do tratamento da criança, e com relação a qualquer enfermidade que possa impedi-la de chegar à fase adulta.
Com relação às causas de dor e aos cuidados paliativos na população infantil, julgue o seguinte item.
Os efeitos colaterais dos procedimentos terapêuticos utilizados no tratamento do câncer infantil, assim como os danos provocados pela própria doença, ocasionam dor na criança.
Todos os seres adoecem, mas os humanos são os únicos que tem sua rotina de vida alterada em função de uma doença, ou seja, sofrem uma diminuição de sua capacidade laborativa e de sua qualidade de vida.
A diabetes altera de modo substancial a vida de seu portador, já que é uma doença crônica que introduz mudanças na rotina de uma maneira definitiva, com caráter de regularidade, fundamental para o bom controle glicêmico.
Na rotina do paciente diabético, deve constar
A vida cotidiana de qualquer pessoa é composta por muitas AVD e AIVD que são desempenhadas em determinado contexto, que pode variar, incluindo o ambiente doméstico, escola, trabalho, hospital ou instituição. Se uma pessoa está inapta, temporária ou definitivamente, a fazer essas tarefas rotineiras de forma independente e eficiente em determinado contexto, segundo seus padrões culturais de seu grupo social e seus valores pessoais, isso poderá afetar sua autoestima, horários, finanças, privacidade pessoal e os diversos papéis que possa vir a desempenhar.
(Adaptado de: CAVALCANTI A; GALVÃO C. Terapia Ocupacional. Fundamentação e Prática)
São atividades incluídas na
As Atividades de Vida Diária (AVD) e as Atividades Instrumentais da Vida Diária (AIVD) são tarefas de cuidados pessoais, mobilidade funcional, comunicação funcional, administração doméstica e a vida em comunidade que permitem a um indivíduo atingir a independência pessoal. A avaliação e o treinamento no desempenho dessas importantes tarefas da vida tem sido, há muito, aspectos importantes de programas da Terapia Ocupacional em praticamente todos os tipos de atendimento de saúde.
(Adaptado de: PEDRETTI, L.W. Early. MB. Terapia Ocupacional − Capacidades Práticas para Disfunções Físicas)
O papel do Terapeuta Ocupacional é
Considere as assertivas sobre o papel do Terapeuta Ocupacional no Serviço de Acolhimento Institucional, na Modalidade Abrigo Institucional.
I. Facilita e promove a organização cotidiana, criando e valorizando os momentos de convívio e de trocas relacionais e de afeto.
II. Elabora projetos singulares de vida de forma dialogada, focando as estratégias e as atividades capazes de organizar a vida cotidiana, favorecer o pertencimento familiar e grupal e a adesão em projeto futuro.
III. Desenvolve brincadeiras, jogos e atividades criativas como instrumentos importantes para possibilitar a transformação de relações e de espaços indiferenciados em espaços de acolhimento e de produção de vida.
IV. Elabora a grade de atividades institucionais internas do serviço de acolhimento, ofertando alternativas de âmbito educacional, de lazer e de cultura para os acolhidos.
V. Oferece atenção individualizada, de forma a contribuir para a comunicação, expressão e elaboração de conflitos, lançando mão de atividades lúdicas, artísticas, corporais, verbais, entre outras.
VI. Identifica necessidades inerentes e específicas ao processo de envelhecimento biopsicossocial, favorecendo o uso de capacidades bem como redução e ajustes às limitações e restrições na participação em atividades.
VII. Desenvolve atividades que favoreçam a autonomia e a independência em atividades básicas e instrumentais da vida diária requeridas para manter-se na comunidade.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
No quadro clínico de Maria, incluem-se efeitos colaterais como alopecia, neuropatia periférica, trombocitopenia, fadiga, conservação de hemácias, ansiedade ou medo e limitação de função.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
A dimensão espiritual de Maria não constitui uma dimensão de sua vida ocupacional, portanto não é relevante considerá-la na atuação da terapia ocupacional na promoção, na reabilitação ou no cuidado paliativo nesse caso.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
Os objetivos terapêuticos norteadores da atuação do terapeuta ocupacional devem considerar os aspectos clínicos de Maria e de sua família: quanto a Maria, importam os papéis modificados e perdidos; quanto à sua família, destacam-se o alívio do sofrimento e o processo de luto.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
O terapeuta ocupacional deve estimular a mudança de decúbitos da paciente Maria, uma vez que a úlcera de pressão pode acelerar o processo de final de vida, por uma infecção ou por outras complicações.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
A avaliação Karnofsky performance status (KPS) é utilizada nos serviços de cuidados paliativos para acompanhar a evolução da doença, bem como para auxiliar na tomada de decisão da equipe e no diagnóstico de terminalidade.
Considerando essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, acerca dos princípios dos cuidados paliativos e da prática do terapeuta ocupacional nesse contexto.
Conforme os princípios dos cuidados paliativos para a execução da prática do terapeuta ocupacional, esse profissional deve promover o alívio da dor, afirmar a vida — considerando a morte um processo natural da vida — e abreviar ou prorrogar a morte quando a situação assim exigir.
Considerando esse caso hipotético, julgue o item a seguir, acerca do processo de adoecimento e da assistência da terapia ocupacional.
Devido à incapacidade adquirida por João, o terapeuta deverá
orientar e dar suporte à sua acompanhante no que se refere ao
transporte do paciente, à prevenção de quedas, à transferência
e à mudança de decúbito e ao enfrentamento emocional.
Considerando esse caso hipotético, julgue o item a seguir, acerca do processo de adoecimento e da assistência da terapia ocupacional.
No processo de alta hospitalar, as orientações devem ser dadas
apenas para o paciente, para que ele se sinta capaz de dar
continuidade ao tratamento de forma autônoma.
Considerando esse caso hipotético, julgue o item a seguir, acerca do processo de adoecimento e da assistência da terapia ocupacional.
Devido ao comprometimento na fala, João necessitará de
dispositivos de comunicação alternativa baseados em sistemas
de comunicação suplementar, que podem ser de baixa ou de
alta tecnologia.
Considerando esse caso hipotético, julgue o item a seguir, acerca do processo de adoecimento e da assistência da terapia ocupacional.
Para a recuperação do controle motor de João, o terapeuta
ocupacional deve considerar como intervenção na assistência
hospitalar atividades que promovam controle postural,
coordenações motoras de movimento, força muscular e
adequação de tônus.
Considerando esse caso hipotético, julgue o item a seguir, acerca do processo de adoecimento e da assistência da terapia ocupacional.
O projeto terapêutico singular deve ser elaborado pela equipe
em conjunto com João e sua esposa, visando-se à integralidade
e à continuidade do cuidado em domicílio e na rede de apoio.
O plano de intervenção terapêutico ocupacional deve considerar, no mínimo, o primeiro ano após a lesão para o tratamento, período em que ocorre a maior regeneração e, portanto, fase de grande retorno neurológico.