Questões de Concurso
Sobre proteção à mulher, à criança e ao adolescente - proteção a família em serviço social
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Dada essa interlocução entre as políticas públicas, pode-se afirmar que um juiz responsável pelo atendimento da situação assegurará à mulher em situação de violência doméstica e familiar, exceto:
( ) As medidas socioeducativas precisam estar articuladas em rede, neste conjunto de serviços, assegurando, assim, uma atenção integral aos direitos e, ao mesmo tempo, o cumprimento de seu papel específico.
( ) O conceito de rede está em contraposição ao Estatuto da Criança e do Adolescente.
( ) O desenvolvimento das atividades nas unidades de internação deve meramente ocupar o tempo e gastar a energia dos internos, sem preocupação pedagógica ou socioeducativa.
I - O entendimento da interseccionalidade, a saber, que, em determinada sociedade, em determinado período, as relações de poder que envolvem raça, classe e gênero, por exemplo, não se manifestam como entidades distintas e mutuamente excludentes. De fato, essas categorias se sobrepõem e funcionam de maneira unificada. Além disso, apesar de geralmente invisíveis, essas relações interseccionais de poder afetam todos os aspectos do convívio social.
II - Pessoas comuns não fazem uso da interseccionalidade como ferramenta analítica, tendo em vista a sua finalidade acadêmica para lidar com os problemas sociais.
III - A generalização da interseccionalidade a partir de um caso particular ou das experiências de um grupo em um contexto social específico corre o risco de perder o processo de descoberta subjacente à forma como as pessoas realmente entendem e usam as estruturas interseccionais.
IV - A própria interseccionalidade está em constante processo de construção.
Nas opções abaixo, assinale a sequência correta.
Sobre o trabalho do Serviço Social com famílias, assinale a afirmativa incorreta.
I. O objetivo da conversa deve ser o de avaliar se houve ou não abuso sexual, a partir do relato da vítima, e investigar sua ocorrência, para depois notificar os órgãos competentes.
II. É fundamental ouvir a criança ou o adolescente atentamente e exclusivamente, não permitindo interrupções; caso contrário, há risco de fragmentar todo o processo de descontração e confiança adquiridas. Se for necessário, converse primeiro sobre assuntos diversos; e, como forma de incentivo, ofereça algum tipo de recompensa pela conversa.
III. Procure não perguntar diretamente pelos detalhes da violência sofrida, nem fazer a criança ou o adolescente repetir sua história várias vezes. Isso pode perturbar a criança ou o adolescente e, ainda, aumentar sua dificuldade de relatar o fato.
IV. É necessário evitar justificativas e explicações muito precisas, pois pode parecer que a criança ou o adolescente está sendo responsabilizado quando se faz perguntas como: “Por que você acha que ele fazia isso com você?”, “Por que não buscou ajuda antes?” ou “Por que somente agora está contando?”.
Está correto o que se afirma em