Questões de Concurso
Comentadas sobre planejamento, monitoramento e avaliação de planos, programas e projetos em serviço social
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No que se refere ao planejamento para intervir na realidade social, julgue o item subsecutivo.
No planejamento estratégico situacional, recomenda-se a
análise das motivações dos atores envolvidos para a definição
da viabilidade política de determinado programa.
No que se refere ao planejamento para intervir na realidade social, julgue o item subsecutivo.
O planejamento se restringe às decisões técnicas relacionadas
à elaboração de um plano, o qual se limita à identificação do
que deve ser realizado para a mudança de determinada
realidade.
No que se refere ao planejamento para intervir na realidade social, julgue o item subsecutivo.
Na perspectiva do planejamento estratégico situacional, o
momento explicativo é representado pelo desenho de ações ou
projetos específicos e pela definição dos produtos e resultados
esperados.
Segundo Tenório (2008), na relação Sociedade-Estado a gestão social se efetiva quando os governos institucionalizam modos de elaboração de políticas públicas que não se refiram ao cidadão como “alvo”, “meta”, “cliente” de suas ações ou, quando muito, avaliadores de resultados mas sim como participantes ativos no processo de elaboração dessas políticas.
Porque é um processo que deve ocorrer, segundo Tenório (2008), desde a identificação do problema, durante o planejamento de sua solução, acompanhamento da execução até a avaliação do impacto efetivamente alcançado.
Sobre as duas afirmativas, é correto afirmar que
No último século, a expansão de modelos e métodos de avaliação no Brasil e na América Latina se deu a partir dos anos 70, com maior ênfase nas décadas de 80 e de 90, sob a hegemonia de uma ótica gerencial-tecnicista.
No Brasil, a ótica estruturalista classificou, fragmentou e tipificou os processos avaliativos e os colocou a serviço das contrarreformas do Estado com o objetivo de sustentar sua redução e transformação sob a alegação de busca de maior eficiência e eficácia.
O modelo de avaliação de políticas sociais pautado em uma grande quantidade de métodos e técnicas, com o objetivo de produzir dispositivos operacionais de aferição de políticas públicas, emergiu, originalmente, na Europa, na última década de 90.