Questões de Concurso
Comentadas sobre patologia, diagnóstico e tratamento radioterápico em radiologia
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( ) A RM permite avaliar características morfológicas e o conteúdo interno das lesões císticas pancreáticas, auxiliando na diferenciação entre neoplasias císticas e pseudocistos.
( ) A RM é incapaz de diferenciar lesões císticas potencialmente agressivas de lesões benignas, sendo necessário exclusivamente um exame histopatológico para isso.
( ) Sequências específicas de RM, como a colangiorressonância (MRCP), ajudam na identificação de conexões entre as lesões císticas e o ducto pancreático, o que é útil para o diagnóstico diferencial.
( ) O uso de contraste na RM pode ajudar a identificar vascularização em lesões císticas, característica que pode sugerir maior potencial de agressividade.
( ) A RM não é útil para avaliar o ducto pancreático, sendo necessário um exame de ultrassonografia endoscópica para essa finalidade.
As afirmativas são, respectivamente,
Um paciente com artrite reumatoide numa fase inicial fez exames de ultrassonografia e ressonância magnética, em que foi encontrada uma alteração que serve de marcador de mau prognóstico quando identificada.
Essa alteração foi:
O critério Response Evaluation Criteria in Solid Tumors (RECIST) tem sido utilizado com o objetivo de mensurar objetivamente a redução tumoral e determinar a progressão da doença de acordo com um método único.
Em sua última revisão, em 2009, passou-se a utilizar o critério de resposta com base na avaliação de lesões-alvo e não alvo, segundo o qual a doença pode ser classificada em quatro tipos de categorias, sendo uma delas:
Um paciente de 3 anos apresenta atraso no desenvolvimento motor e cognitivo, hipotonia e letargia. Foi realizada ressonância magnética de crânio, cujo laudo foi: “áreas difusas de baixo sinal em T1, envolvendo as fibras U da substância branca subcortical, bilateral, com preservação do corpo caloso, núcleo caudado, putâmen e cápsula interna, associadas a ventriculomegalia. Também apresenta difusão restrita dentro da substância branca lesionada”.
É provável estarmos frente a um caso de:
Uma paciente de 34 anos, G1 P0 A0, com 32 semanas de gestação, é submetida a ultrassonografia de terceiro trimestre. Nega sangramentos ou dor em baixo ventre. Durante o exame ultrassonográfico, é visualizada uma massa hipoecoica, arredondada, de bordos bem definidos, localizada próximo à inserção do cordão umbilical, associada a áreas anecoicas de permeio, que apresentam fluxo vascular ao Doppler colorido em seu interior.
Considerando-se o caso clínico e os achados de imagem, o diagnóstico mais provável é:
Baseado no caso, o diagnóstico mais provável é de:
Um paciente de 63 anos, tabagista, procurou um médico generalista porque sentiu “inchaço” na região da lateral da face à direita. Ao exame físico, nota-se volumoso nódulo indolor na parótida direita. O paciente nega perda ponderal. Foi solicitada ultrassonografia de glândulas salivares com Doppler, cujo laudo foi: "imagem ovoide, de margens bem definidas, conteúdo heterogêneo predominantemente cístico, associado a fluxo vascular ao Doppler em seus componentes sólidos, sem evidenciar reforço acústico posterior ou calcificações, localizado na topografia da parótida direita, de distribuição predominantemente caudal, medindo cerca de 4 cm em seu maior eixo”.
De acordo com os dados clínicos e achados ultrassonográficos, sugere-se o diagnóstico de:
• pés e mãos: acro-osteólise, com banda transversal de osteólise nas falanges distais;
• coluna: cifoescoliose, espilolistese e vértebras bicóncavas;
• bucomaxilar: maxila hipoplásica; desalinhamento dos dentes; ângulo mandibular amplo.
De acordo com o caso clínico, é provável que se trate da síndrome:
Com base do caso clínico e achados de imagem, o provável diagnóstico é: