Questões de Concurso
Sobre transtornos de ansiedade, fobias e síndrome do pânico em psiquiatria
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I. Transtorno de Ansiedade Social (Fobia social).
II. Transtorno de Pânico.
III. Agorafobia.
IV. Transtorno de Ansiedade Generalizada.
( ) O curso habitual, se esse transtorno não é tratado, é crônico, mas com oscilações. Alguns indivíduos podem ter surtos episódicos com anos de remissão entre eles, e outros podem ter sintomatologia grave contínua.
( ) A idade média de início desse transtorno é 13 anos, e 75% dos indivíduos têm idade de início entre 8 e 15 anos. Esse transtorno ocasionalmente emerge de história infantil de inibição social ou timidez nos estudos norte-americanos e europeus.
( ) Pode haver tremores, contrações, abalos e dores musculares, nervosismo ou irritabilidade associados a tensão muscular. Muitos indivíduos com esse transtorno também experimentam sintomas somáticos e uma resposta de sobressalto exagerada. Sintomas de excitabilidade autonômica aumentada são menos proeminentes.
( ) A cada ano, 1,7% dos adolescentes e adultos têm um diagnóstico desse transtorno de ansiedade. Pessoas do sexo feminino têm uma probabilidade duas vezes maior do que as do masculino de apresentá-lo. Pode ocorrer na infância, mas a incidência atinge o pico no fim da adolescência e início da idade adulta.
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
I. Uma característica essencial desses transtornos é que o medo ou ansiedade está circunscrito à presença de uma situação ou objeto particular, que pode ser denominado estímulo fóbico.
II. O grau do medo experimentado não sofre variação de acordo com a proximidade do objeto ou situação temida, mas pode ocorrer com a antecipação da presença ou na presença real do objeto ou situação.
III. O indivíduo evita ativamente a situação, ou, se não consegue ou decide não evitá-la, a situação ou objeto evoca temor ou ansiedade intensos.
Está correto o que se afirma em
( ) Os transtornos de ansiedade incluem transtornos que compartilham características de medo e ansiedade excessivos e perturbações comportamentais relacionadas.
( ) Medo é a resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura.
( ) Os ataques de pânico se destacam dentro dos transtornos de ansiedade como um tipo particular de resposta ao medo. Esses ataques não estão limitados aos transtornos de ansiedade e também podem ser vistos em outros transtornos mentais.
As afirmativas são, respectivamente,
I- Benzodiazepínicos. II- Medicamentos tricíclicos e tetracíclicos. III- Citrato de sildenafila.
Assinale a opção CORRETA:
No que diz respeito aos transtornos de ansiedade, assinale a alternativa CORRETA:
No que diz respeito à alternativa que indica o diagnóstico do caso clínico, assinale a CORRETA.
Qual diagnóstico é o mais provável de estar associado ao quadro?
As consequências funcionais do transtorno de ansiedade social podem incluir taxas elevadas de evasão escolar e prejuízos no bem-estar, no emprego, na produtividade, no ambiente de trabalho, no status socioeconômico e na qualidade de vida das pessoas acometidas pela doença.
No transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), o trauma pode ser entendido como uma disfunção adaptativa após um evento disruptivo com risco de morte, cuja base é o comprometimento da memória, mas que também tem repercussões no pensamento e nas emoções.
A pregabalina é um medicamento indicado para o tratamento da síndrome do pânico.
C., mulher, 32 anos, solteira, estudante de enfermagem, feriu-se em acidente de punção quando tentava acesso venoso de um paciente morador de rua, no pronto socorro do Hospital em que estagiava. Ficou muito ansiosa, com medo de ter sido infectada por HIV. Fez todos os testes protocolares, com testagem inclusive do paciente. Todos os testes foram negativos, descartada a hipótese de infecção. Contudo, a partir de então, C. não conseguia mais frequentar seu estágio. Dizia que tinha certeza de estar infectada. Relatava que estava perdendo peso, dia após dia. Recusava realizar qualquer procedimento, passou a acusar os colegas de cumplicidade com o hospital, dizendo que seus exames foram falsificados. Acusou a faculdade de não lhe dar assistência. Acusou o hospital de ter lhe colocado aquele paciente com o propósito de infectá-la. Continuou seus estudos, por mais 12 meses, com restrições, pois nunca aceitara que não havia sido infectada. Chegou a tomar, por conta própria, antirretrovirais, que subtraia dos pacientes internados na ala de Infectologia.
O quadro psicopatológico apresentado por C. é compatível com