Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Q3148267 Psiquiatria
A stigmatofilia é uma parafilia caracterizada por: 
Alternativas
Q3148266 Psiquiatria
A acrotomofilia é uma parafilia caracterizada por:
Alternativas
Q3148265 Psiquiatria
A fetichismo é uma parafilia onde a excitação sexual é obtida através de objetos ou partes do corpo não genital. Qual das alternativas a seguir descreve corretamente uma característica desse transtorno?
Alternativas
Q3148264 Psiquiatria
Uma paciente de 25 anos com histórico de transtorno bipolar é admitida na emergência com quadro de confusão mental, ataxia e disartria. A acompanhante relata que a paciente faz uso de lítio há 6 meses. Qual dos seguintes exames é prioritário para investigação diagnóstica nesse caso?
Alternativas
Q3148263 Psiquiatria
Um paciente de 32 anos apresenta sintomas de mania, incluindo euforia, agitação psicomotora e delírios de grandeza. Exames laboratoriais foram solicitados para investigar possíveis causas orgânicas. Qual dos seguintes resultados NÃO é tipicamente associado a um quadro de mania secundária a uma condição médica geral?
Alternativas
Q3144799 Psiquiatria
Em relação aos transtornos de humor, analise as afirmações abaixo:

1. O triptofano é um aminoácido essencial que dá origem à serotonina. Pacientes depressivos apresentam redução nos níveis do neurotransmissor serotonina e, como consequência, tristeza, dificuldade de concentração, insônia ou sonolência, entre outros.
2. Nas fases de mania do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), a clorpromazina pode ser descrita. Seu uso pode gerar tremores acompanhados de colestase (alteração nos níveis de bilirrubina, enzimas hepáticas, como a Fosfatase Alcalina (FA) e a Gama-Glutamil Transferase (GGT), e albumina) e anemia megaloblástica.
3. Antidepressivos tricíclicos podem ser utilizados no tratamento da depressão. Esses medicamentos muitas vezes são utilizados em tentativas de suicídio, sendo um dos indicativos marcadores renais alterados, demonstrando quadros de insuficiência renal.
4. A elevação do hormônio liberador de corticotrofina (CRH) encefálico e o aumento da dopamina por retroalimentação do eixo Hipotálamo-Pituitária-Adrenal (HPA) podem tornar o encéfalo especialmente vulnerável à depressão.
5. Sintomas psicóticos comumente ocorrem durante os episódios de depressão no TAB, sendo indicado o uso de agentes antipsicóticos. Plaquetopenia associada a sintomas clínicos como hipotermia e rigidez muscular são sugestivos de reação adversa a essa classe medicamentosa.
6. Os níveis séricos de lítio devem ser monitorados de forma periódica, visto que níveis séricos acima de 3,5 mEq/L podem evoluir e ocasionar convulsões generalizadas, oligúria, insuficiência circulatória e morte.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3144797 Psiquiatria
Os benzodiazepínicos são utilizados no tratamento de transtornos de ansiedade, epilepsia e abstinência de álcool, e também como sedativo e relaxante muscular. Deve ser solicitado acompanhamento do tratamento na suspeita de intoxicação ou superdosagem. Entre os mais prescritos, está o clonazepam, que deve apresentar um nível terapêutico de 0,03-0,06 mg/L. Em resultados >0,1 mg/L, considera-se um nível tóxico. Entre os agentes interferentes nos resultados, pode-se citar corretamente:
Alternativas
Q3144429 Psiquiatria
Sobre a Neuropsicologia Infantil tal como abordada por Hamdan et al. (2011), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3141124 Psiquiatria
Para o tratamento do transtorno esquizoafetivo, é fundamental considerar abordagens que combinem intervenções farmacológicas e psicossociais, devido à complexidade do quadro, que inclui sintomas de esquizofrenia e transtornos de humor. Sobre o tratamento do transtorno esquizoafetivo, indique a alternativa correta.
Alternativas
Q3141112 Psiquiatria
Analise o trecho abaixo:

"(...) os sintomas ocorrem em situações nas quais a pessoa é observada pelos outros (...) Em contato com os outros, especialmente estranhos, o paciente sofre de sintomas como tremores, sudorese, enrubescimento, dificuldade de concentração ("branco na cabeça"), palpitações, tonteira e sensação de, desmaio.Diferentemente dos ataques de pânico, os sintomas surgem durante as situações sociais temidas e duram até o contato com os outros terminar".

O diagnóstico o qual se refere o exposto é:
Alternativas
Q3140699 Psiquiatria
A respeito de agitação psicomotora como urgência psiquiátrica, assinale a alternativa FALSA:
Alternativas
Q3140698 Psiquiatria
A respeito do suicídio, assinale a alternativa VERDADEIRA:
Alternativas
Q3140697 Psiquiatria
Segundo a portaria nº 336, de 19 de fevereiro de 2002, assinale a alternativa FALSA: 
Alternativas
Q3140696 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir e assinale a  alternativa VERDADEIRA:


“O Sr. R., um homem de 40 anos de idade, foi admitido no departamento de ortopedia de um hospital geral após cair em uma escadaria e quebrar a perna. No terceiro dia de internação, tornou-se cada vez mais nervoso e começou a tremer. Não conseguia dormir à noite, falava incoerentemente, e sua ansiedade era evidente. Ao ser indagado, negou problemas com álcool além de um eventual cálice de vinho.


Ao ser questionada diretamente, sua esposa admitiu que o Sr. R. consumia grandes quantidades de vinho há mais de quatro anos. No ano anterior, seu consumo passou a ter início todas as noites quando chegava em casa do trabalho e só terminava quando adormecia. Na noite da internação, a queda ocorrera antes que ele pudesse consumir álcool.


Algumas semanas antes da internação, a Sra. R. percebera que o marido não conseguia se lembrar nem de eventos importantes ocorridos no dia anterior. Ele sofrera um acidente de carro três anos antes, mas sem nenhuma lesão grave. O sr. R não apresentava nenhum outro problema grave de saúde. Seu relacionamento com a esposa se tornou muito difícil depois que ele começou a beber, e ela estava considerando seriamente pedir o divórcio. O paciente tinha um relacionamento tenso com seus quatro filhos e discutia com eles com frequência. Recentemente, os filhos tentavam evitá-lo o máximo possível.


Durante o exame, a fala do Sr. R. estava desconexa e incoerente. Ele acreditava que ainda estava no escritório e tinha um trabalho a terminar. Às vezes, acreditava que os médicos e enfermeiras eram seus colegas na empresa. Por vezes, pegava insetos que conseguia ver em seus lençóis. Estava desorientado quanto ao tempo e ficava facilmente sobressaltado com barulhos fora do quarto. Suava em profusão e não conseguia segurar um copo sem derramar um pouco de seu conteúdo.”


Sadock, Benjamin J. [et al.] Compêndio de psiquiatria : ciência do comportamento e psiquiatria clínica– 11. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2017.

Alternativas
Q3140695 Psiquiatria
A respeito do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, assinale a alternativa VERDADEIRA:
Alternativas
Q3140694 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir, adaptado de Barnhill, John W. Casos clínicos do DSM-5.:


J.D., mulher, solteira e desempregada, 33 anos, procura ajuda para o tratamento de humor deprimido, pensamentos suicidas crônicos, isolamento social e má higiene pessoal. Ela havia passado os seis meses anteriores isolada em seu apartamento, deitada na cama, se alimentado de comida industrializada, assistindo à televisão e fazendo compras on-line, as quais não tinha como pagar. Vários tratamentos haviam surtido pouco efeito.


Na família, eram conhecidas suas explosões de raiva. Havia se saído bem academicamente no ensino médio, mas abandonou a faculdade por irritar-se com uma colega de quarto e com um professor. Tentou uma série de estágios e empregos de nível básico com a expectativa de que fosse voltar à faculdade, mas demitia-se todas as vezes porque “chefes são idiotas”.


Esses “traumas” sempre a faziam se sentir péssima consigo mesma (“Não consigo sequer ser uma balconista?”) e com raiva dos chefes (“Eu poderia, e provavelmente vou, administrar esse lugar”). Teve namorados quando era mais jovem, mas nunca os deixava se aproximarem fisicamente porque ficava muito ansiosa quando o relacionamento ficava mais íntimo.


A história incluía cortes superficiais autoinfligidos em várias ocasiões, e pensamentos persistentes de que seria melhor se estivesse morta. Ela afirmou que geralmente estava “para baixo e deprimida”, mas tivera dúzias de “manias” de um ou dois dias, nos quais ficava cheia de energia e nervosa e passava a noite acordada. No dia seguinte “batia uma ressaca” e ela dormia durante 12 horas.


Ela estava sob tratamento psiquiátrico desde os 17 anos e havia sido hospitalizada em unidade psiquiátrica três vezes devido a overdoses. Os tratamentos consistiram principalmente em medicamentos: estabilizadores do humor, neurolépticos de baixa dosagem e antidepressivos, que foram receitados em diversas combinações no contexto de psicoterapia de apoio.


Assinale a resposta FALSA a respeito do caso clínico: 
Alternativas
Q3140693 Psiquiatria

“O Sr. J., um empresário aposentado de 70 anos, foi levado ao serviço psiquiátrico devido ao encaminhamento por seu médico de família. A esposa alegou que o marido havia ficado tão esquecido que tinha medo de deixá-lo sozinho, até mesmo em casa. O Sr. J. havia se aposentado aos 62 anos, depois de passar por um declínio em seu desempenho no trabalho durante os cinco anos anteriores. Também deixara, pouco a pouco, de praticar hobbies que lhe davam prazer (fotografia, leitura, golfe) e ficou cada vez mais quieto. Contudo, sua falta crescente de memória passou praticamente despercebida em casa, até que um dia, enquanto caminhava em uma área que conhecia bem, não conseguiu encontrar o caminho de volta para casa. A partir de então, as falhas na memória começaram a aumentar. Ele se esquecia de consultas, colocava coisas em lugares diferentes e se perdia no bairro onde morava havia 40 anos. Passou a não reconhecer mais as pessoas, mesmo as que conhecia havia anos. Sua esposa começou a lhe dar banho e a vesti-lo, pois ele havia se esquecido como fazê-lo sozinho.


Durante o exame, o Sr. J. estava desorientado quanto a tempo e lugar. Conseguia se lembrar apenas do próprio nome e de seu local de nascimento. Parecia perdido durante a entrevista e respondia apenas a perguntas com um dar de ombros ocasional. Quando solicitado a nomear objetos ou lembrar de palavras ou números, ele parecia ficar tenso e angustiado. Tinha dificuldade de seguir instruções e não conseguia se vestir nem se despir sozinho. Sua condição médica geral era boa. Seus exames laboratoriais revelaram anormalidades no EEG e nas imagens de TC.”


Sadock, Benjamin J. [et al.] Compêndio de psiquiatria : ciência do comportamento e psiquiatria clínica– 11. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2017.

Assinale a alternativa FALSA a respeito do caso clínico relatado.
Alternativas
Q3140692 Psiquiatria

 “O Sr. G. era um professor de 28 anos, casado, bem-sucedido, que se apresentou para uma avaliação psiquiátrica a fim de tratar sintomas crescentes de preocupação e ansiedade. Ele havia notado que, durante o ano anterior, tinha-se tornado muito preocupado com seu desempenho no trabalho. Por exemplo, mesmo que sempre tivesse sido um palestrante respeitado e popular, estava cada vez mais preocupado com sua capacidade de envolver os alunos e transmitir o material de maneira eficiente. De modo semelhante, embora sempre tivesse sido financeiramente seguro, crescia a preocupação de que pudesse ficar sem dinheiro devido a despesas inesperadas. O Sr. G. notou sintomas somáticos frequentes que acompanhavam suas preocupações. Por exemplo, com frequência se sentia tenso e irritável no trabalho e quando estava com sua família e tinha dificuldade para se distrair das preocupações com os desafios do dia seguinte. Relatou se sentir cada vez mais inquieto, especialmente à noite, quando suas preocupações o impediam de dormir.”


Sadock, Benjamin J. [et al.] Compêndio de psiquiatria : ciência do comportamento e psiquiatria clínica– 11. ed. – Porto Alegre : Artmed, 2017

Sobre o Transtorno mental apresentado pelo Sr. G. , assinale a alternativa FALSA:

Alternativas
Q3140691 Psiquiatria
Ainda, a respeito do caso clínico da questão anterior, assinale a alternativa FALSA: 
Alternativas
Q3140690 Psiquiatria

V.A.S., homem, 34 anos, professor de matemática, foi levado ao pronto-socorro pela polícia.  Ele referia a si mesmo como o “Novo Jesus”. Recusou-se a sentar e, em vez disso, correu pela sala de emergência. Foi imobilizado e recebeu fenergan 25 mg, e haloperidol, 5 mg, via intramuscular. Apesar de estar imobilizado, continuava euforicamente agitado, falando sobre receber mensagens de Deus. Ao ser perguntado quando havia dormido pela última vez, afirmou que não precisava mais dormir e que havia “sido tocado pelo Paraíso”. Seu discurso era rápido, desorganizado e difícil de entender.


Uma análise do registro médico eletrônico indicou que ele havia passado por um episódio semelhante dois anos antes. Na ocasião, recebeu prescrição de olanzapina e foi encaminhado para uma clínica ambulatorial para acompanhamento.

Com base no caso clínico exposto, adaptado de Barnhill, John W. Casos clínicos do DSM-5. Porto Alegre : Artmed, 2015., são alterações possíveis no exame do estado mental atual desse paciente, EXCETO:

Alternativas
Respostas
3161: D
3162: A
3163: B
3164: C
3165: E
3166: B
3167: A
3168: D
3169: D
3170: B
3171: D
3172: A
3173: C
3174: B
3175: A
3176: C
3177: D
3178: E
3179: D
3180: B