Questões de Concurso Sobre esquizofrenia, transtornos esquizotípicos e transtornos delirantes em psiquiatria

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Q2409071 Psiquiatria

O tratamento eficaz de esquizofrenia foi marcado pela introdução de clorpromazina na década de 1950. Os estudos posteriores permitiram formular a teoria dopaminérgica da esquizofrenia. Assinale a alternativa que apresenta a evidência clínica correta sobre o principal receptor pós-sináptico dopaminérgico, o D2.

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Q2409057 Psiquiatria

Assinale a alternativa que apresenta um fator de risco para esquizofrenia.

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Q2409054 Psiquiatria

O quadro de demência é o protótipo dos transtornos mentais orgânicos crônicos. O subtipo de demência que costuma apresentar um predomínio de alucinações visuais recorrentes, ao lado de oscilação das funções cognitivas, é:

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Q2258439 Psiquiatria
Imagens visualizadas voluntariamente a partir de estímulos imprecisos do ambiente, como olhar uma nuvem e ver nela um animal, é uma forma de percepção chamada de _______, que indicam ________.
Assinale a alternativa que apresenta os termos que preenchem, respectivamente e de forma correta, as lacunas.
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Q2258435 Psiquiatria
A prosopagnosia parece ser o resultado de uma lesão bilateral nos giros fusiforme e lingual em condições neurológicas em que há uma falha no reconhecimento das faces na ausência de distúrbio sensorial.
Esses sintomas assemelham-se aos delírios de identificação de 
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Q2258434 Psiquiatria
João Carlos, acompanhado de sua avó Isaura, comparece à perícia de Isenção de Imposto de Renda. Relata que a avó, com 71 anos, iniciou quadro de perda de memória e dificuldade de realizar as tarefas domésticas, além de movimentos mais lentos e mais rígidos. Relata ainda ver animais pequenos subindo nas paredes de casa.
O diagnóstico para esse quadro clínico é de demência
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Q2184295 Psiquiatria
Uma paciente com esquizofrenia desde os 25 anos, sem crítica do próprio estado mórbido, apresenta elevado risco de autoagressão e heteroagressão devido aos delírios persecutórios e alucinações auditivas. A paciente vive com a mãe de 75 anos e recusa-se a deixar o seu quarto, com medo dos alienígenas assassinos. Ademais, recusa- -se a receber atendimento médico de qualquer especialidade ou tomar medicação indicada. Em relação aos tipos de internação psiquiátrica, assinale a modalidade mais indicada para este caso.
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Q2184294 Psiquiatria
Assinale a alternativa correta em relação à eletroconvulsoterapia. 
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Q2184276 Psiquiatria
Os transtornos delirantes representam uma forma de transtorno psicótico crônico. Há vários quadros de delírio crônico descritos na literatura. Entre as suas características clínicas, assinale a alternativa correta. 
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Q2184275 Psiquiatria
A esquizofrenia resistente ou refratária pode ser identificada quando um paciente mantém sintomas produtivos da doença, como delírios e alucinações, alterações graves do comportamento, desorganização mental marcante, isolamento social e alteração emocional progressiva, apesar do tratamento com dose adequada de antipsicótico indicado. Assinale a terapêutica apropriada para esses casos de esquizofrenia refratária.
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Q2115043 Psiquiatria

Considere as informações abaixo acerca do transtorno delirante.


I. Erotomaníaco: os pacientes acreditam que possuem grande talento ou fizeram descoberta importante. As pessoas com esse subtipo podem ter conflitos com a lei relacionados ao seu comportamento.

II. Grandiosidade: os pacientes acreditam que outra pessoa está apaixonada por eles. Esforços para contatar o objeto do delírio por meio de telefonemas, cartas, espionagem ou perseguição são comuns.

III. Ciúmes: os pacientes acreditam que seu cônjuge ou amante é infiel. Essa crença se baseia em conclusões incorretas, sustentadas por evidências dúbias. Eles podem recorrer à agressão física.

IV. Persecutório: os pacientes acreditam que estão sendo vítimas de uma trama, que estão sendo espionados, difamados ou importunados. Eles podem tentar obter justiça repetidamente por meio de apelos a juízes ou entidades governamentais e recorrer à violência em retaliação à perseguição imaginada.

V. Somático: O delírio se relaciona a uma função mental, desenvolvendo sintomas dissociativos e ciúmes patológicos, por vezes perseguindo pessoas ou se colocando em risco.


Está correto o que consta APENAS em

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Q2115041 Psiquiatria
    MX, 65 anos, apresenta quadro de prejuízo cognitivo, entretanto nas testagens do miniexame do estado mental apresentou resultados que oscilavam ao longo dos dias e semanas. Possui dificuldade para lidar com problemas e disfunção executiva significativa. Observam-se também sintomas alucinatórios visuais complexos e detalhados. No exame físico, evidencia marcha de pequenos passos e instabilidade postural que se iniciaram simultaneamente ao quadro de declínio cognitivo. Ao ser medicado com quetiapina 25 mg o paciente teve piora do parkinsonismo de forma significativa. 
O tratamento a ser proposto para o quadro demencial, segundo as Boas Práticas Médicas e evidências científicas, é  
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Q2115039 Psiquiatria
    MX, 65 anos, apresenta quadro de prejuízo cognitivo, entretanto nas testagens do miniexame do estado mental apresentou resultados que oscilavam ao longo dos dias e semanas. Possui dificuldade para lidar com problemas e disfunção executiva significativa. Observam-se também sintomas alucinatórios visuais complexos e detalhados. No exame físico, evidencia marcha de pequenos passos e instabilidade postural que se iniciaram simultaneamente ao quadro de declínio cognitivo. Ao ser medicado com quetiapina 25 mg o paciente teve piora do parkinsonismo de forma significativa. 
O diagnóstico mais provável de MX é de demência:
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Q2115027 Psiquiatria
   SF, 65 anos, está internada há 3 dias na clínica médica por agitação psicomotora. A paciente possui antecedente de quadro depressivo com boa resposta à sertralina 50 mg ao dia. O profissional que solicitou a avaliação refere que ela tem um contato difícil e questiona se não haveria também um transtorno de personalidade associado à depressão. Refere que ela está afebril e assintomática há 24h mas que essa irritabilidade da paciente está dificultando o cuidado. Na avaliação SF tenta tirar o acesso venoso diversas vezes, dizendo ser uma “cobra que irá atacá-la”. Durante a entrevista, a paciente fixa pouco o olhar e se irrita facilmente, por vezes respondendo de forma desconexa às perguntas. A acompanhante de quarto informa que a paciente oscila muito de humor, dorme muito durante o dia e à noite permanece acordada e gritando.
Como conduta inicial a ser tomada, deve-se
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Q2115026 Psiquiatria
   SF, 65 anos, está internada há 3 dias na clínica médica por agitação psicomotora. A paciente possui antecedente de quadro depressivo com boa resposta à sertralina 50 mg ao dia. O profissional que solicitou a avaliação refere que ela tem um contato difícil e questiona se não haveria também um transtorno de personalidade associado à depressão. Refere que ela está afebril e assintomática há 24h mas que essa irritabilidade da paciente está dificultando o cuidado. Na avaliação SF tenta tirar o acesso venoso diversas vezes, dizendo ser uma “cobra que irá atacá-la”. Durante a entrevista, a paciente fixa pouco o olhar e se irrita facilmente, por vezes respondendo de forma desconexa às perguntas. A acompanhante de quarto informa que a paciente oscila muito de humor, dorme muito durante o dia e à noite permanece acordada e gritando.
Segundo a CID-10, o diagnóstico mais provável é:
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Q2115023 Psiquiatria
De acordo com a CID-10, o código F20.5 que se refere à esquizofrenia residual, inclui
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Q2115020 Psiquiatria
O indivíduo delirante constrói conexões significativas (delirantes) entre os fatos normalmente percebidos. Essas conexões novas surgem, em geral, sem uma motivação compreensível. O paciente agora sabe que tudo faz sentido, os fatos estão conectados (o pôr do sol alaranjado no mês passado, as chuvas torrenciais de ontem, a eleição do candidato na Europa), indicando que a Terra está prestes a ser atingida por um meteoro. Tal tipo de delírio também tem, via de regra, um colorido persecutório. Trata-se de delírio 
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Q2115006 Psiquiatria
Uma Regra até recentemente determinava a responsabilidade criminal na maior parte dos Estados Unidos, estabelecendo que as pessoas não são culpadas, por motivo de insanidade, se agiram sob uma doença mental de forma que não tinham consciência da natureza, da qualidade e das consequências de seus atos ou se eram incapazes de entender que seus atos eram errados. Além do mais, para absolver uma pessoa, o delírio usado como evidência devia ser de tal natureza que, se verdadeiro, seria uma defesa adequada. Se a ideia delirante não justificar o crime, a pessoa será presumivelmente considerada responsável, culpada e passível de punição. Trata-se da Regra de  
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Q2105257 Psiquiatria
Paciente, 56 anos, mora com a esposa e um filho. Comparece ao psiquiatra para consulta. Segundo esposa, paciente tem falado constantemente em se mudar do apartamento onde moram há 25 anos, pois o síndico do prédio está invadindo sua morada em sua ausência. Refere, ainda, que descobriu o fato ao passar pela entrada do prédio e o porteiro e a faxineira se entreolharam e, depois, olharam em sua direção. Paciente sem outras queixas, assim como a esposa do paciente. Exames gerais sem alterações. Realiza suas atividades diárias sem maiores dificuldades, fato confirmado pela esposa. O miniexame do estado mental foi compatível com os anos de estudo. Considerando o caso clínico apresentado, a hipótese diagnóstica é: 
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Q2105251 Psiquiatria
Paciente, sexo feminino, 14 anos, mora com a mãe. Iniciou tratamento no serviço de psiquiatria encaminhada pela ginecologia, onde estava em seguimento de um tumor de ovário, quando foi identificado relato de que ouvia vozes, além de medo e sintomas obsessivos. Abandonou a escola há 1 ano. Iniciou terapia cognitivo-comportamental individual associada a ajuste medicamentoso constante, com melhora dos sintomas obsessivos; porém, manutenção da disfuncionalidade e dificuldade de reinserção escolar. Mãe sempre se mostrou pouco aderente às orientações dos profissionais, reforçando dependência e infantilização da paciente, impedindo-a de tomar suas próprias decisões. Na última consulta, paciente referia alucinações auditivas e visuais e quando questionada sobre sintomas e suas vivências, a mãe se interpunha e falava pela paciente. Na última consulta, após tentativa de entrevistar a paciente isoladamente, mãe informou à equipe via telefone que não daria continuidade ao tratamento no serviço. Considerando o caso clínico hipotético, qual o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Respostas
561: D
562: E
563: C
564: C
565: B
566: A
567: C
568: D
569: D
570: A
571: C
572: E
573: D
574: E
575: B
576: C
577: C
578: C
579: B
580: C