Questões de Concurso
Sobre violência doméstica, violência contra a mulher e casos de abuso em psicologia
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Tendo em vista o excerto acima, considere:
I. A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher − PNAISM, 2004 tem como base o Programa de Atenção Integral de Saúde da Mulher − PAISM, 1983, ambos elaborados com participação dos movimentos sociais, em especial o feminista. O foco de ação da PNAISM é a saúde integral da mulher, incluindo a promoção da saúde. II. Os atendimentos da equipe multidisciplinar, nos Centros de Atendimento Multiprofissionais − CAM, são direcionados às mulheres que sofreram violência no contexto intrafamiliar − doméstica, psicológica, física, moral, patrimonial ou sexual; sendo os casos de violência extrafamiliar encaminhados para a rede de atenção. III. Por gênero, noção central na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), na PNAISM e na Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, entende-se as relações de poder entre homens e mulheres, construídas histórica e socialmente, e marcadas por desigualdades sociais. IV. Nos Centros de Atendimento Multiprofissionais da Defensoria são atendidos os casos de violação de direito da mulher em situação de violência que, além de receber assistência jurídica, podem ser encaminhados para a rede de atenção: casa-abrigo, delegacia especializada, centro de saúde, centro de referência especializado de assistencial social e conselho tutelar.
Está correto o que se afirma APENAS em
I – a maior incidência de abuso de drogas e álcool;
II – a presença de um modelo familiar violento na história de origem das pessoas envolvidas;
III – as organizações familiares não convencionais – monoparentais, homoafetivas, mosaico;
IV – a dependência econômica e/ou emocional por parte de um ou mais membros.
Os fatores de risco para a ocorrência de violência na família são:
Conforme o Estatuto do Idoso, as medidas protetivas são aplicáveis nas situações em que exista a constatação de violência física, sendo papel do psicólogo diagnosticar e exigir medidas protetivas ao Ministério Público no que concerne às situações de violência direcionada a essa população, como o abuso psicológico ou material.
A confiabilidade do depoimento de crianças vítimas de abuso ou em situação de vulnerabilidade exige do psicólogo o conhecimento dos procedimentos de inquirição, bem como das categorias para análise da credibilidade do depoimento infantil, que são o processamento da memória, a codificação, o armazenamento, a recuperação e o estado emocional.
Ao atuar como mediador em situações de violência doméstica, o psicólogo deve adotar uma ação adversarial diante da exposição de argumentos conflitantes, e deve atentar, ainda, para o processo de vitimização, assim como para as fantasias e as assimetrias produzidas pelos cônjuges.
Os critérios de diferenciação entre abuso ou descuido e a síndrome de alienação parental englobam as recordações dos filhos; a lucidez do genitor; situações patológicas da vítima; características pessoais das vítimas do abuso; e a análise do momento do abuso.
A atenção psicossocial é operacionalizada com o objetivo de estruturar ações de atendimento e de proteção à criança e ao adolescente e devem ser realizadas após o afastamento desses indivíduos do contexto de vulnerabilização.
A oitiva de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade é um momento essencial de coleta de dados, está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente, e exige do profissional de psicologia conhecimentos acerca dos diferentes aspectos do desenvolvimento infantil e das etapas de desenvolvimento da linguagem simbólica.
A esse respeito, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) As relações de violência doméstica contra a mulher costumam alternar momentos de violência com os de sedução, afeto, arrependimento, etc., sendo permeadas, portanto, por sentimentos ambivalentes e contraditórios.
( ) A convivência prolongada com relações de violência, a legitimação social para sua perpetuação e a formação de uma identidade de gênero depreciada formam um campo propício para a internalização da banalização da violência sofrida pela mulher.
( ) Mesmo enfrentando condições ainda extremamente desfavoráveis, as mulheres podem construir, individual e coletivamente, estratégias de ruptura face às condições de violência, não devendo ser vista simplesmente como vítimas passivas.
As afirmativas são, respectivamente,
O abuso sexual deve ser visto tanto como uma questão dos direitos da criança quanto como problema de saúde, sobretudo, mental. Portanto, na medida em que os efeitos legais do crime e a necessidade de proteção da criança precisam ser integrados aos aspectos psicológicos e de relacionamento da criança e da família, Tilman Furniss propõe a abordagem familiar
A notícia publicada em um jornal do Rio de Janeiro chama a atenção para