Questões de Concurso
Sobre transtornos do humor em psicologia
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A depressão é um transtorno psiquiátrico responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. O ambiente profissional foi em muitos casos um dos agentes desencadeadores da doença.
Sobre essa situação, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Longas jornadas de trabalho e a competitividade dentro e fora da empresa podem desencadear um quadro depressivo.
( ) A depressão pode evoluir para um quadro crônico e incapacitante levando à aposentadoria por invalidez.
( ) A discriminação e a insegurança no cargo concorrem para um ambiente profissional hostil;
( ) A resiliência pessoal diante de situações adversas e frustrações contribui para o desenvolvimento da dependência química.
Assinale a opção que indica a sequência correta, segundo a ordem apresentada.
Há inúmeras alterações no quadro depressivo.
Dentre elas, temos o mutismo que se apresenta como uma alteração
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém “pisou na bola”. O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos, e, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis.
Estamos diante de um paciente manifestando sintomas característicos de um:
Em atendimento psicológico, um homem apresentou o seguinte quadro clínico: saíra do serviço público há cerca de cinco meses, o que o fez afastar-se do convívio com amigos, familiares e ex-colegas de trabalho; foi deixando de se alimentar gradativamente, pois lhe faltava apetite; dormia pouco e não tinha preocupações com higiene pessoal e aparência. Perdeu dezesseis quilos em quatro meses. Apresentava anorexia, insônia, apatia e inércia, chegando a fazer suas necessidades fisiológicas nas próprias vestes. Já havia sido internado por tentativa de suicídio por enforcamento. Na enfermaria mostrava-se inibido, com lentificação psicomotora severa, mímica facial contraída. Falava pouco, e quando o fazia era com voz baixa, sussurrando, para afirmar que “nada valia a pena” e que toda a sua vida tinha sido em vão. Sentia-se vazio e afirmava ter cometido todo tipo de vilania.
Com relação ao caso clínico apresentado e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.
Em atendimento psicológico, um homem apresentou o seguinte quadro clínico: saíra do serviço público há cerca de cinco meses, o que o fez afastar-se do convívio com amigos, familiares e ex-colegas de trabalho; foi deixando de se alimentar gradativamente, pois lhe faltava apetite; dormia pouco e não tinha preocupações com higiene pessoal e aparência. Perdeu dezesseis quilos em quatro meses. Apresentava anorexia, insônia, apatia e inércia, chegando a fazer suas necessidades fisiológicas nas próprias vestes. Já havia sido internado por tentativa de suicídio por enforcamento. Na enfermaria mostrava-se inibido, com lentificação psicomotora severa, mímica facial contraída. Falava pouco, e quando o fazia era com voz baixa, sussurrando, para afirmar que “nada valia a pena” e que toda a sua vida tinha sido em vão. Sentia-se vazio e afirmava ter cometido todo tipo de vilania.
Com relação ao caso clínico apresentado e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item subsecutivo.